in Público
Por TERESA FIRMINO
Sexta-feira, 05 de Março de 2004
Quem for ver os dinossauros da Mongólia, em exposição na Torre Vasco da Gama, no Parque das Nações, em Lisboa, andará sempre acompanhado por um certo ruído de fundo. É o rugido de um dinossauro, que, volta e meia, ecoa pelas salas. Não é caso para sustos, é só para recriar o ambiente, porque todos os bichos ali expostos ao público, de hoje até 5 de Julho, já morreram há muito, no período Cretácico, que começou há 130 milhões de anos e acabou, abruptamente, há 65 milhões, com a extinção de muitas formas de dinossauros (só sobreviveram as aves). Mas é caso para apreciar os bichos da exposição, porque não são réplicas, e sim fósseis verdadeiros - ou seja, são ossos de dinossauro a sério, todos de formas desaparecidas.
O resto está aqui
quarta-feira, maio 19, 2004
Brad Pitt quer deixar cinema daqui a quatro anos
in DD
O actor norte-americano Brad Pitt, que actualmente interpreta o papel de Aquiles no filme «Tróia», quer deixar o cinema daqui a quatro anos.
Em entrevista à revista alemã TV Movie, o jovem galã afirmou que nos próximos anos pretende entrar em «bons filmes», mas que, depois disso, deixará «o caminho livre a uma nova geração, a novos heróis».
O actor confessou que está desejoso de ter filhos da actriz Jennifer Aniston, com quem está casado desde 2000. Outro dos sonhos de Brad Pitt é trabalhar como arquitecto, tendo inclusivamente sido já convidado por um grupo de artistas para modernizar Los Angeles.
19-05-2004 11:50:11
O actor norte-americano Brad Pitt, que actualmente interpreta o papel de Aquiles no filme «Tróia», quer deixar o cinema daqui a quatro anos.
Em entrevista à revista alemã TV Movie, o jovem galã afirmou que nos próximos anos pretende entrar em «bons filmes», mas que, depois disso, deixará «o caminho livre a uma nova geração, a novos heróis».
O actor confessou que está desejoso de ter filhos da actriz Jennifer Aniston, com quem está casado desde 2000. Outro dos sonhos de Brad Pitt é trabalhar como arquitecto, tendo inclusivamente sido já convidado por um grupo de artistas para modernizar Los Angeles.
19-05-2004 11:50:11
Trânsito solar de Vénus: um «fenómeno raro» a 8 de Junho
in DD
Ana de Oliveira Suspiro
Faltam 20 dias para Portugal observar «um fenómeno raro e único». Trata-se do trânsito solar de Vénus que poderá ser observado, no dia 8 de Junho em toda a Europa e que só se voltará a repetir em 2117, afirmou esta quarta-feira, Rui Agostinho, professor do Observatório Astronómico de Lisboa (OAL) da faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.
Durante a manhã do dia 8 de Junho, o planeta Vénus irá atravessar lentamente o disco solar, num processo que durará seis horas, explicou Rui Agostinho.
Segundo o responsável este fenómeno é «raro e único» na medida em que os últimos ocorreram em 1874 e 1882 o que se conclui «que já não existe ninguém vivo que possa ter testemunhado este acontecimento».
Para o professor, o trânsito solar de Vénus é um fenómeno a não perder uma vez que, o próximo só ocorrerá em 2012 e não será visível em Portugal e na Europa porque decorrerá durante a noite.
«Quem perder isto, só poderá observar em 2117. Isto para a Europa é mesmo um acontecimento único».
Numa explicação menos técnica, neste dia, o Sol, visto da Terra, vai ter o tamanho da Lua cheia e Vénus terá o tamanho de um ponto pequeno negro que passará à frente do astro-rei, durante seis horas.
Apesar deste trânsito ser visível directamente, Rui Agostinho alertou para o perigo da observação deste fenómeno.«A observação deste acontecimento a «olho nu» pode causar cegueira total», tal como num eclipse solar.
Segundo o professor serão precisos filtros solares para evitar que os raios infravermelhos e ultravioletas atinjam a nossa visão. «Radiografias, negativos ou óculos escuros não evitam esta radiação que pode queimar a retina», reforçou.
Neste sentido, a Direcção Geral de Saúde irá disponibilizar três milhões de filtros solares nas farmácias pelo preço de custo de 1,5 euros. «Juntamente com estes óculos serão distribuídos folhetos informativos», referiu Rui Agostinho.
Uma linha verde também vai estar disponível para esclarecimento desta situação.
O responsável explicou ainda que a utilização de binóculos ou telescópio mesmo com filtros solares acoplados não é recomendada, nem segura. «Acaba por acontecer o mesmo que uma lupa quando apontada para o sol e os filtros queimam-se».
19-05-2004 17:26:50
Ana de Oliveira Suspiro
Faltam 20 dias para Portugal observar «um fenómeno raro e único». Trata-se do trânsito solar de Vénus que poderá ser observado, no dia 8 de Junho em toda a Europa e que só se voltará a repetir em 2117, afirmou esta quarta-feira, Rui Agostinho, professor do Observatório Astronómico de Lisboa (OAL) da faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.
Durante a manhã do dia 8 de Junho, o planeta Vénus irá atravessar lentamente o disco solar, num processo que durará seis horas, explicou Rui Agostinho.
Segundo o responsável este fenómeno é «raro e único» na medida em que os últimos ocorreram em 1874 e 1882 o que se conclui «que já não existe ninguém vivo que possa ter testemunhado este acontecimento».
Para o professor, o trânsito solar de Vénus é um fenómeno a não perder uma vez que, o próximo só ocorrerá em 2012 e não será visível em Portugal e na Europa porque decorrerá durante a noite.
«Quem perder isto, só poderá observar em 2117. Isto para a Europa é mesmo um acontecimento único».
Numa explicação menos técnica, neste dia, o Sol, visto da Terra, vai ter o tamanho da Lua cheia e Vénus terá o tamanho de um ponto pequeno negro que passará à frente do astro-rei, durante seis horas.
Apesar deste trânsito ser visível directamente, Rui Agostinho alertou para o perigo da observação deste fenómeno.«A observação deste acontecimento a «olho nu» pode causar cegueira total», tal como num eclipse solar.
Segundo o professor serão precisos filtros solares para evitar que os raios infravermelhos e ultravioletas atinjam a nossa visão. «Radiografias, negativos ou óculos escuros não evitam esta radiação que pode queimar a retina», reforçou.
Neste sentido, a Direcção Geral de Saúde irá disponibilizar três milhões de filtros solares nas farmácias pelo preço de custo de 1,5 euros. «Juntamente com estes óculos serão distribuídos folhetos informativos», referiu Rui Agostinho.
Uma linha verde também vai estar disponível para esclarecimento desta situação.
O responsável explicou ainda que a utilização de binóculos ou telescópio mesmo com filtros solares acoplados não é recomendada, nem segura. «Acaba por acontecer o mesmo que uma lupa quando apontada para o sol e os filtros queimam-se».
19-05-2004 17:26:50
segunda-feira, maio 17, 2004
74ª edição da Feira do Livro de Lisboa dedicada à Europa
in DD
A «Europa é conhecimento» será motivo de vários debates multidisciplinares na 74ªedição da Feira do Livro de Lisboa, que arranca esta sexta-feira, no topo Norte do Parque Eduardo VII, em Lisboa, anunciou a organização, em conferência de imprensa realizada esta segunda-feira.
De 21 de Maio até 6 de Junho a Feira do Livro de Lisboa vai ser palco de várias actividades culturais que passam por leituras, espectáculos de teatro, concertos, entre outros.
O grande destaque vai para um conjunto de debates subordinados ao tema «Europa é conhecimento» que terá lugar no auditório 1 da feira.
«Serão abordados os vários aspectos sociais, políticos e religiosos da Europa», explicou Maria Manuel Pinto Barbosa, vereadora do Pelouro da Cultura da Câmara Municipal de Lisboa.
Este ciclo de debates vai contar com a participação de um conjunto de personalidades entre elas, José Pacheco Pereira, Francisco Louçã e Jaime Nogueira Pinto.
«Europa, Portugal e os Pós-Colonialismos» e «o ocidente e o Islão: história de uma relação» são alguns dos assuntos que serão abordados nos ciclo de debates.
Paula Moura Pinheiro, Helena Vasconcelos e Jorge Pires assumem a responsabilidade da programação cultural deste evento que privilegia o encontro de leitores e escritores.
Diariamente serão distribuídos folhetos informativos, com títulos de livros relacionados com os assuntos abordados em cada debate.
«Estes folhetos servirão de apoio, como guião, para os leitores poderem aprofundar mais os seus conhecimentos», explicou Paula Moura Pinheiro.
Outras das novidades na programação cultural da feira é a inclusão de um espaço dedicado à banda desenhada intitulado Bedeteca.
A Feira inclui ainda um pavilhão dedicado às bibliotecas de Lisboa e que visa «promover os objectivos das bibliotecas e arquivos enquanto ponto de encontro para a família». A promoção precoce dos hábitos de leitura e de aprendizagens não formais é outro dos objectivos.
A 74ª edição da feira do Livro é uma iniciativa da Câmara Municipal de Lisboa, Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (Apel) e União dos Editores (UEP).
17-05-2004 16:45:49
A «Europa é conhecimento» será motivo de vários debates multidisciplinares na 74ªedição da Feira do Livro de Lisboa, que arranca esta sexta-feira, no topo Norte do Parque Eduardo VII, em Lisboa, anunciou a organização, em conferência de imprensa realizada esta segunda-feira.
De 21 de Maio até 6 de Junho a Feira do Livro de Lisboa vai ser palco de várias actividades culturais que passam por leituras, espectáculos de teatro, concertos, entre outros.
O grande destaque vai para um conjunto de debates subordinados ao tema «Europa é conhecimento» que terá lugar no auditório 1 da feira.
«Serão abordados os vários aspectos sociais, políticos e religiosos da Europa», explicou Maria Manuel Pinto Barbosa, vereadora do Pelouro da Cultura da Câmara Municipal de Lisboa.
Este ciclo de debates vai contar com a participação de um conjunto de personalidades entre elas, José Pacheco Pereira, Francisco Louçã e Jaime Nogueira Pinto.
«Europa, Portugal e os Pós-Colonialismos» e «o ocidente e o Islão: história de uma relação» são alguns dos assuntos que serão abordados nos ciclo de debates.
Paula Moura Pinheiro, Helena Vasconcelos e Jorge Pires assumem a responsabilidade da programação cultural deste evento que privilegia o encontro de leitores e escritores.
Diariamente serão distribuídos folhetos informativos, com títulos de livros relacionados com os assuntos abordados em cada debate.
«Estes folhetos servirão de apoio, como guião, para os leitores poderem aprofundar mais os seus conhecimentos», explicou Paula Moura Pinheiro.
Outras das novidades na programação cultural da feira é a inclusão de um espaço dedicado à banda desenhada intitulado Bedeteca.
A Feira inclui ainda um pavilhão dedicado às bibliotecas de Lisboa e que visa «promover os objectivos das bibliotecas e arquivos enquanto ponto de encontro para a família». A promoção precoce dos hábitos de leitura e de aprendizagens não formais é outro dos objectivos.
A 74ª edição da feira do Livro é uma iniciativa da Câmara Municipal de Lisboa, Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (Apel) e União dos Editores (UEP).
17-05-2004 16:45:49
Mais de um quarto da costa nacional sofre com erosão
in DD
Mais de 25% da faixa costeira portuguesa sofre de erosão causada pelo Homem, revela um relatório da Comissão Europeia. De acordo com o documento, Portugal é o quinto país da Europa dos 25 mais afectado pelo problema. Até 5% da costa da Europa alargada está já severamente destruída.
Segundo o relatório Viver Com a Erosão Costeira na Europa, Portugal tem 28,5% da faixa costeira destruída pela erosão. No topo da lista do países mais afectados está a Polónia, com 55% da linha de costa afectada. Segue-se o Chipre – 37,8% - e a Letónia – 32,8%. A Grécia ocupa o quarto lugar, com 28,6%.
No pólo oposto está a Finlândia, com uma percentagem de apenas 0,04 da costa afectada. Um valor que a comissão europeia explica com o facto de a costa finlandesa ser constituída sobretudo por rocha, que se deteriora muito mais lentamente.
A erosão causada pelo Homem, através da extracção de areia para utilização na construção civil ou a edificação de barragens que impedem a livre circulação dos sedimentos, é um dos grandes problemas ambientais actuais na Europa, considera estudo. Em casos extremos, a costa tem recuado até 15 metros a cada ano, ainda que em média este valor se situe entre 0,5 e dois metros.
Para impedir que o problema se agrave ainda mais, o documento apresenta uma série de medidas que deveriam ser tomadas. Os dados do relatório e as propostas dos especialistas vão estar em discussão terça-feira, em Bruxelas, na conferência EUrosão – Sedimentos e Espaço para um Crescimento Sustentável.
17-05-2004 16:50:36
Mais de 25% da faixa costeira portuguesa sofre de erosão causada pelo Homem, revela um relatório da Comissão Europeia. De acordo com o documento, Portugal é o quinto país da Europa dos 25 mais afectado pelo problema. Até 5% da costa da Europa alargada está já severamente destruída.
Segundo o relatório Viver Com a Erosão Costeira na Europa, Portugal tem 28,5% da faixa costeira destruída pela erosão. No topo da lista do países mais afectados está a Polónia, com 55% da linha de costa afectada. Segue-se o Chipre – 37,8% - e a Letónia – 32,8%. A Grécia ocupa o quarto lugar, com 28,6%.
No pólo oposto está a Finlândia, com uma percentagem de apenas 0,04 da costa afectada. Um valor que a comissão europeia explica com o facto de a costa finlandesa ser constituída sobretudo por rocha, que se deteriora muito mais lentamente.
A erosão causada pelo Homem, através da extracção de areia para utilização na construção civil ou a edificação de barragens que impedem a livre circulação dos sedimentos, é um dos grandes problemas ambientais actuais na Europa, considera estudo. Em casos extremos, a costa tem recuado até 15 metros a cada ano, ainda que em média este valor se situe entre 0,5 e dois metros.
Para impedir que o problema se agrave ainda mais, o documento apresenta uma série de medidas que deveriam ser tomadas. Os dados do relatório e as propostas dos especialistas vão estar em discussão terça-feira, em Bruxelas, na conferência EUrosão – Sedimentos e Espaço para um Crescimento Sustentável.
17-05-2004 16:50:36
Ministro Propõe Bandeiras Verdes para Distinguir Cidades
in Público
Segunda-feira, 17 de Maio de 2004
Programa Polis está em condições de recomeçar
O ministro do Ambiente e das Cidades, Amílcar Theias, defendeu ontem a ideia de uma "bandeira verde" para as cidades, em função de critérios ambientais e de ordenamento, que condicionarão os financiamentos da administração central.
O governante, que esteve domingo no lançamento da primeira pedra do parque urbano de São João da Madeira, que envolve a requalificação ambiental das margens do Rio Antuã, disse que as relações entre o governo central e as cidades não podem ser vistas de uma forma unilateral e implicam também compromissos do poder local.
"A nova Lei das Finanças Locais deverá traduzir essa reciprocidade e as cidades serão avaliadas por critérios ambientais e de ordenamento do território", para efeitos de financiamento público.
Para tal, explicou o ministro, serão sujeitas a auditoria que terá em conta aspectos como as áreas de zonas verdes e de lazer, a qualificação dos centros históricos, a planificação, a existência de circuitos pedonais e os níveis de poluição e de ruído, entre outros.
"É uma espécie de bandeira verde das cidades que tenham eficiência ecológica", disse Amílcar Theias, comparando com a bandeira azul das praias.
O ministro disse que a intenção do Governo é "estimular a concorrência entre os centros urbanos e gerar complementaridades entre as cidades médias" e considerou que "o desenvolvimento do país passa pelo aperfeiçoamento das actividades tradicionais de cada cidade, mas também por actividades terceárias superiores".
Amilcar Theias referiu-se também às "reprogramações do programa Polis", afirmando que, expurgado de "erros de concepção, está agora em condições de avançar, tendo sido recentemente lançados projectos no valor de 300 milhões de euros".
"São João da Madeira merecia ter tido o seu Pólis", referiu o ministro, considerando plenamente justificada e "merecida" a qualificação do Vale do Rio Antuã, em que se insere o novo parque urbano.
O Parque da Cidade de S. João da Madeira, cuja primeira pedra foi ontem colocada por Amílcar Theias, é financiado pelo Ministério do Ambiente em 2,7 milhões de euros, tendo sido aprovada uma comparticipação do programa FEDER de perto de 2,3 milhões de euros, no âmbito do Programa Operacional do Ambiente, na medida "Valorização e Protecção de Recursos Naturais".
O projecto do novo parque urbano é da autoria do arquitecto Sidónio Pardal, que já projectou o Parque da Cidade do Porto e terá uma área de cerca de 300 mil metros quadrados.
Vão ser plantadas no parque mais de 7.000 árvores de diversas espécies e a obra incluirá mesmo o desvio de uma parte do curso do rio, num troço de cerca de 300 metros, tendo hoje Amílcar Theias anunciado o apoio à terceira fase do projecto.
Segunda-feira, 17 de Maio de 2004
Programa Polis está em condições de recomeçar
O ministro do Ambiente e das Cidades, Amílcar Theias, defendeu ontem a ideia de uma "bandeira verde" para as cidades, em função de critérios ambientais e de ordenamento, que condicionarão os financiamentos da administração central.
O governante, que esteve domingo no lançamento da primeira pedra do parque urbano de São João da Madeira, que envolve a requalificação ambiental das margens do Rio Antuã, disse que as relações entre o governo central e as cidades não podem ser vistas de uma forma unilateral e implicam também compromissos do poder local.
"A nova Lei das Finanças Locais deverá traduzir essa reciprocidade e as cidades serão avaliadas por critérios ambientais e de ordenamento do território", para efeitos de financiamento público.
Para tal, explicou o ministro, serão sujeitas a auditoria que terá em conta aspectos como as áreas de zonas verdes e de lazer, a qualificação dos centros históricos, a planificação, a existência de circuitos pedonais e os níveis de poluição e de ruído, entre outros.
"É uma espécie de bandeira verde das cidades que tenham eficiência ecológica", disse Amílcar Theias, comparando com a bandeira azul das praias.
O ministro disse que a intenção do Governo é "estimular a concorrência entre os centros urbanos e gerar complementaridades entre as cidades médias" e considerou que "o desenvolvimento do país passa pelo aperfeiçoamento das actividades tradicionais de cada cidade, mas também por actividades terceárias superiores".
Amilcar Theias referiu-se também às "reprogramações do programa Polis", afirmando que, expurgado de "erros de concepção, está agora em condições de avançar, tendo sido recentemente lançados projectos no valor de 300 milhões de euros".
"São João da Madeira merecia ter tido o seu Pólis", referiu o ministro, considerando plenamente justificada e "merecida" a qualificação do Vale do Rio Antuã, em que se insere o novo parque urbano.
O Parque da Cidade de S. João da Madeira, cuja primeira pedra foi ontem colocada por Amílcar Theias, é financiado pelo Ministério do Ambiente em 2,7 milhões de euros, tendo sido aprovada uma comparticipação do programa FEDER de perto de 2,3 milhões de euros, no âmbito do Programa Operacional do Ambiente, na medida "Valorização e Protecção de Recursos Naturais".
O projecto do novo parque urbano é da autoria do arquitecto Sidónio Pardal, que já projectou o Parque da Cidade do Porto e terá uma área de cerca de 300 mil metros quadrados.
Vão ser plantadas no parque mais de 7.000 árvores de diversas espécies e a obra incluirá mesmo o desvio de uma parte do curso do rio, num troço de cerca de 300 metros, tendo hoje Amílcar Theias anunciado o apoio à terceira fase do projecto.
sábado, maio 15, 2004
EURO 2004: SNBPC testa comunicações este sábado
in DD
O Serviço Nacional de Bombeiros e Protecção Civil (SNBPC) realizará, este sábado, um exercício que terá como principal objectivo testar os sistemas de comunicação para o EURO´2004, noticia a Rádio Renascença.
De acordo com a emissora, esta é mais uma oportunidade para testar as comunicações entre os serviços oficiais de emergência e socorro com os radioamadores e com as redes de comunicação dos 10 estádios do Campeonato Europeu de Futebol.
Em declarações à emissora, o director dos Serviços Técnicos do SNBPC, Hélder Silva, explicou que a ideia é testar a resposta de todas as entidades e das suas equipas espalhadas pelo país aos cenários de emergência que serão lançados através da sede do Serviço em Carnaxide.
O papel dos radioamadores é fundamental neste processo, já que eles serão os únicos a conseguir comunicar, caso as redes oficiais sejam afectadas por qualquer incidente.
15-05-2004 13:52:19
O Serviço Nacional de Bombeiros e Protecção Civil (SNBPC) realizará, este sábado, um exercício que terá como principal objectivo testar os sistemas de comunicação para o EURO´2004, noticia a Rádio Renascença.
De acordo com a emissora, esta é mais uma oportunidade para testar as comunicações entre os serviços oficiais de emergência e socorro com os radioamadores e com as redes de comunicação dos 10 estádios do Campeonato Europeu de Futebol.
Em declarações à emissora, o director dos Serviços Técnicos do SNBPC, Hélder Silva, explicou que a ideia é testar a resposta de todas as entidades e das suas equipas espalhadas pelo país aos cenários de emergência que serão lançados através da sede do Serviço em Carnaxide.
O papel dos radioamadores é fundamental neste processo, já que eles serão os únicos a conseguir comunicar, caso as redes oficiais sejam afectadas por qualquer incidente.
15-05-2004 13:52:19
tamanho do pénis
Mamíferos: Tamanho do Pénis Varia Consoante a Latitude
Um estudo realizado em mamíferos de todos os cantos do mundo revelou que o tamanho do pénis depende dos lugares onde vivem os animais. Os que habitam em latitudes mais altas estão mais bem servidos do que as espécies de climas mais quentes, garantiram os canadianos Steven Ferguson e Serge Larivière, depois de reunirem informações sobre o tamanho do osso peniano, de 122 mamíferos carnívoros de todo o mundo. Isto deve-se provavelmente a diferentes estratégias de acasalamento que se observam em climas distintos, concluíram os cientistas no estudo publicado na revista "Oikos" e citado pelo serviço noticioso da "Nature" ( http://www.nature.com/nsu ).
in Público
Um estudo realizado em mamíferos de todos os cantos do mundo revelou que o tamanho do pénis depende dos lugares onde vivem os animais. Os que habitam em latitudes mais altas estão mais bem servidos do que as espécies de climas mais quentes, garantiram os canadianos Steven Ferguson e Serge Larivière, depois de reunirem informações sobre o tamanho do osso peniano, de 122 mamíferos carnívoros de todo o mundo. Isto deve-se provavelmente a diferentes estratégias de acasalamento que se observam em climas distintos, concluíram os cientistas no estudo publicado na revista "Oikos" e citado pelo serviço noticioso da "Nature" ( http://www.nature.com/nsu ).
in Público
Objectos avistados nos céus do México eram borbulhas de gás
Investigadores da Universidade Nacional Autónoma do México (UCAM) negaram que os objectos avistados pelos pilotos da força aérea mexicana eram ovnis, acrescentando que apenas se tratava de borbulhas de gás em iões.
Na passada segunda-feira, a televisão mexicana emitiu um vídeo gravado em Março deste ano, no qual aparecia uma série de 16 objectos que foi interpretada como a confirmação da existência de ovnis no espaço.
Contudo, estes investigadores vêm agora explicar que o que os pilotos viram foi um fenómeno meteorológico, uma espécie de faíscas, as quais se formam através da união de borbulhas de gás em iões.
Segundo Rafael Navarro, do instituto de Investigações Nucleares, «estas faíscas são uma esferas de gás em iões com baixa densidade de electrões e temperaturas superiores a 30 mil graus centígrados.
O especialista acrescentou ainda que estas se propagam de forma horizontal, através do ar, e se desintegram ao colidir com algum objecto.
15-05-2004 16:10:32
Na passada segunda-feira, a televisão mexicana emitiu um vídeo gravado em Março deste ano, no qual aparecia uma série de 16 objectos que foi interpretada como a confirmação da existência de ovnis no espaço.
Contudo, estes investigadores vêm agora explicar que o que os pilotos viram foi um fenómeno meteorológico, uma espécie de faíscas, as quais se formam através da união de borbulhas de gás em iões.
Segundo Rafael Navarro, do instituto de Investigações Nucleares, «estas faíscas são uma esferas de gás em iões com baixa densidade de electrões e temperaturas superiores a 30 mil graus centígrados.
O especialista acrescentou ainda que estas se propagam de forma horizontal, através do ar, e se desintegram ao colidir com algum objecto.
15-05-2004 16:10:32
Arqueólogos pensam ter encontrado a Biblioteca de Alexandria
in DD
Uma equipa internacional de arqueólogos anunciou este sábado ter descoberto aquilo que acreditam ser o que resta da Biblioteca de Alexandria, considera o berço da ciência ocidental. Especialistas polacos e egípcios escavaram na região de Bruchion, no Mediterrâneo e encontraram o que parecem ser salões de leitura, ou auditoria.
A Biblioteca foi o centro do saber ocidental no Mundo Antigo. Lá encontravam-se obras de Platão e Sócrates, e foi o local onde foram feitas as grandes descobertas que levaram ao desenvolvimento na cultura e ciência modernas. Pensa-se que o edifício foi destruído por um incêndio, quando Julio César tentou conquistar a cidade.
Este sábado, os líderes da equipa de arqueólogos anunciaram a sua descoberta numa conferência de imprensa na Universidade da Califórnia. Segundo Zahi Hawass, presidente do Conselho Supremo de Antiguidades do Egipto, foram encontrados 13 salas de leitura, onde poderiam sentar-se até cinco mil estudantes. No centro das salas, adiantou o cientista, havia uma espécie de pódio elevado onde estaria o leitor.
«É a primeira vez que salões de leitura tão complexos foram descobertos num sítio arqueológico greco-romano no Mediterrâneo», acrescentou. «É possivelmente a mais antiga Universidade do Mundo», defende.
15-05-2004 15:57:21
Uma equipa internacional de arqueólogos anunciou este sábado ter descoberto aquilo que acreditam ser o que resta da Biblioteca de Alexandria, considera o berço da ciência ocidental. Especialistas polacos e egípcios escavaram na região de Bruchion, no Mediterrâneo e encontraram o que parecem ser salões de leitura, ou auditoria.
A Biblioteca foi o centro do saber ocidental no Mundo Antigo. Lá encontravam-se obras de Platão e Sócrates, e foi o local onde foram feitas as grandes descobertas que levaram ao desenvolvimento na cultura e ciência modernas. Pensa-se que o edifício foi destruído por um incêndio, quando Julio César tentou conquistar a cidade.
Este sábado, os líderes da equipa de arqueólogos anunciaram a sua descoberta numa conferência de imprensa na Universidade da Califórnia. Segundo Zahi Hawass, presidente do Conselho Supremo de Antiguidades do Egipto, foram encontrados 13 salas de leitura, onde poderiam sentar-se até cinco mil estudantes. No centro das salas, adiantou o cientista, havia uma espécie de pódio elevado onde estaria o leitor.
«É a primeira vez que salões de leitura tão complexos foram descobertos num sítio arqueológico greco-romano no Mediterrâneo», acrescentou. «É possivelmente a mais antiga Universidade do Mundo», defende.
15-05-2004 15:57:21
sexta-feira, maio 14, 2004
Euro-2004: Durão Barroso confirma pedido de apoio à Nato
[ 2004/05/14 | 15:28 ] Redacção MaisFutebol
O primeiro-ministro Durão Barroso confirmou esta sexta-feira o pedido de apoio da Nato no âmbito dos preparativos de segurança para reduzir o risco de atentados terroristas em Portugal durante o Euro-2004.
«Estamos a fazer tudo o que está ao nosso alcance. Chegámos a recorrer a medidas fora do comum e até chegámos a pedir apoio à Nato. A Nato está, de certa forma, mobilizada para eventuais riscos», referiu o governante em reacção ao recente alerta feito pelos Estados Unidos.
O aviso do Departamento de Estado norte-americano adverte ainda para riscos de atentados no decorrer do festival Rock in Rio, previsto para finais de Maio e início de Junho. O primeiro-ministro lembrou que o alerta dos Estados Unidos também referem que as autoridades portuguesas «estão atentas» e «com o máximo de preparação» para reduzir riscos de eventuais atentados terroristas.
Desde o início do ano, os Estados Unidos já fizeram cerca de duzentos alertas sobre o risco de atentados, em relação a vários países.
O primeiro-ministro Durão Barroso confirmou esta sexta-feira o pedido de apoio da Nato no âmbito dos preparativos de segurança para reduzir o risco de atentados terroristas em Portugal durante o Euro-2004.
«Estamos a fazer tudo o que está ao nosso alcance. Chegámos a recorrer a medidas fora do comum e até chegámos a pedir apoio à Nato. A Nato está, de certa forma, mobilizada para eventuais riscos», referiu o governante em reacção ao recente alerta feito pelos Estados Unidos.
O aviso do Departamento de Estado norte-americano adverte ainda para riscos de atentados no decorrer do festival Rock in Rio, previsto para finais de Maio e início de Junho. O primeiro-ministro lembrou que o alerta dos Estados Unidos também referem que as autoridades portuguesas «estão atentas» e «com o máximo de preparação» para reduzir riscos de eventuais atentados terroristas.
Desde o início do ano, os Estados Unidos já fizeram cerca de duzentos alertas sobre o risco de atentados, em relação a vários países.
Governo anuncia reposição das fronteiras
[ 2004/05/12 | 18:49 ] Redacção MaisFutebol
O ministro da Administração Interna, Figueiredo Lopes, anunciou esta quarta-feira que o Governo português vai repor o controlo das fonteiras (abertas à livre circulação de cidadãos europeus pelo Tratado de Schengen) entre 26 de Maio e 4 de Julho, período que engloba o Euro 2004 e os festival Rock in Rio.
«A reposição do controlo nas fronteiras irá incidir, em particular, na entrada de pessoas e de grupos de cidadãos referenciados nos nossos ficheiros como habituais provocadores de distúrbios», afirmou Figueiredo Lopes a respeito das medidas de segurança interna que controlarão a entrada de pessoas no território português.
O ministro da Administração Interna, Figueiredo Lopes, anunciou esta quarta-feira que o Governo português vai repor o controlo das fonteiras (abertas à livre circulação de cidadãos europeus pelo Tratado de Schengen) entre 26 de Maio e 4 de Julho, período que engloba o Euro 2004 e os festival Rock in Rio.
«A reposição do controlo nas fronteiras irá incidir, em particular, na entrada de pessoas e de grupos de cidadãos referenciados nos nossos ficheiros como habituais provocadores de distúrbios», afirmou Figueiredo Lopes a respeito das medidas de segurança interna que controlarão a entrada de pessoas no território português.
quarta-feira, maio 12, 2004
O Maior Laboratório de Portugal
in Público
Por LUÍS MIGUEL VIANA
Quarta-feira, 12 de Maio de 2004
Os longos pisos cheios de gente a trabalhar, tão propícios ao ruído e à agitação, na Siemens Portugal não parecem produzir qualquer efeito. Há mais de 700 engenheiros, a esmagadora maioria portugueses, a dedicarem-se quase em silêncio à investigação e ao desenvolvimento (I&D) de tecnologias de informação e comunicações. É um centro de inovação de nível mundial. Compete com vantagem com o que de melhor se faz no Japão e nos Estados Unidos da América, produzindo "software" e sistemas para os mais exigentes operadores de telecomunicações. Funciona em Alfragide, nos arredores de Lisboa.
Têm dezenas de projectos em marcha. Todos os problemas que surgem aos operadores europeus equipados com Siemens (casos da PT, da Deutsch Telecom ou da France Telecom) são resolvidos em Alfragide, o que sempre dá que fazer. E há projectos especiais, como o que estão neste momento a desenvolver para um cliente americano: um equipamento óptico nuclear que aumentará dramaticamente a capacidade da rede. Na mesma fibra óptica, em vez de se utilizar um só canal, poderão ser utilizados uns 40, recorrendo a vários "tons de luz" ou, dito de outra maneira, a diferentes comprimentos de onda. É um trabalho que está a ser feito com "know-how" 100 por cento português, com um grau de exigência extraordinário, envolvendo os melhores quadros da empresa. Os tais que trabalham quase em silêncio.
Não se trata somente de um "centro de competências" na malha mundial da marca alemã - o que já não seria pouco. Com a vinda de um dos maiores laboratórios ópticos do mundo (1300 m2), inaugurado em 2003 por Jorge Sampaio, e do novíssimo laboratório multimédia estreado numa cerimónia "íntima" dos quadros da empresa à meia-noite do último 30 de Abril, a Siemens Portugal passou a ser um "centro de I&D" onde se realiza o trabalho puro de concepção, de "design" e de desenvolvimento dos produtos que conquistarão o mercado dentro de três, quatro ou cinco anos.
"Para as pessoas perceberem o que distingue um centro de competências de um centro de I&D, eu gosto de dar o exemplo da indústria farmacêutica", explica João Picoito, o CEO do Grupo Operacional de Informação e Comunicação da Siemens Portugal (ver entrevista). "É a diferença entre ter um laboratório em Portugal que replica as moléculas que outros laboratórios criam e ter um laboratório com capacidade para criar novas moléculas. É outra dimensão."
Da "Visão 2005" à "Visão 2015"
Esta dimensão começou há nove anos, quando a Siemens (juntamente com outras empresas) estava a concluir a digitalização da rede telefónica portuguesa. O negócio aproximava-se do fim e era necessário redefinir as funções e os objectivos da empresa em Portugal. Em 1995, Melo Ribeiro, presidente da empresa, quis que fosse feita uma visão a dez anos das telecomunicações em Portugal e, mais genericamente, dos temas de informação e comunicações por todo o mundo. Reuniu um grupo grande, composto por quase todos os directores de telecomunicações, e escolheu para o coordenar um quadro com uma "patente" inferior à dos outros: João Picoito, então com 30 anos, um mero chefe de divisão responsável pelo "marketing" técnico. Foi ele que redigiu o texto que viria a ser baptizado como "Visão 2005", o qual, para além de perspectivar a forma como o mercado iria evoluir, propunha à Siemens uma nova forma de se posicionar no mercado das telecomunicações.
Em Portugal, a proposta passava por substituir uma estrutura centrada na produção e na comercialização dos produtos por um centro de competências que desenvolvesse as tecnologias ligadas à fibra óptica e à banda larga. É óbvio que apostar em I&D em Portugal não era muito habitual em 1995, o país não era propriamente conhecido por ser "high-tech" ou por estar na vanguarda das telecomunicações. "Sentíamo-nos confortáveis, no entanto, em termos técnicos e de competências", recorda Leonor Almeida, actual responsável pela I&D das tecnologias móveis e multimédia. "E na casa-mãe na Alemanha tinham boa impressão a nosso respeito."
Em 1997, dá-se a instalação de um centro internacional de formação para redes fixas e móveis e para a tecnologia IP (Internet Protocol) da Juniper. Em 1999, já trabalhavam em Alfragide 200 engenheiros dedicados à investigação. Em 2002 cria-se um centro de suporte remoto para prestar serviço 24 horas por dia a operadores de 45 países da Europa e Norte de África, instalando-se também um centro da Juniper que fornecerá suporte a nível mundial.
"Não houve uma decisão administrativa da Siemens mundial para abrir em Portugal um centro de I&D", adverte Hélder Castro, que dirige hoje a investigação de mais de 500 engenheiros nas tecnologias da rede fixa. "O que houve foi uma batalha diária, feita passo a passo, conquistando com mérito vitórias atrás de vitórias." O ritmo de investimento da Siemens em pessoas e equipamentos foi desde 1995 muito forte, mas em 2003 deu-se uma viragem: com a decisão de avançar para os centros de inovação na área óptica e multimédia, a admissão de colaboradores cresceu exponencialmente. E a ligação às universidades também: a Siemens Portugal financia neste momento, directamente e cedendo os seus laboratórios, todos os projectos de mestrado, doutoramento ou pós-doutoramento que considere interessantes (ver quadro).
E agora? "Agora quero consolidar estes dois centros de inovação: este modelo de desenvolvimento é válido pelo menos até 2010", afirma João Picoito. "Mas a Siemens vai fazer 100 anos em Portugal em 2005: gostava de apresentar nessa altura a nossa visão para os próximos dez anos, não só do nosso envolvimento a nível mundial, mas também do mercado português."
Por LUÍS MIGUEL VIANA
Quarta-feira, 12 de Maio de 2004
Os longos pisos cheios de gente a trabalhar, tão propícios ao ruído e à agitação, na Siemens Portugal não parecem produzir qualquer efeito. Há mais de 700 engenheiros, a esmagadora maioria portugueses, a dedicarem-se quase em silêncio à investigação e ao desenvolvimento (I&D) de tecnologias de informação e comunicações. É um centro de inovação de nível mundial. Compete com vantagem com o que de melhor se faz no Japão e nos Estados Unidos da América, produzindo "software" e sistemas para os mais exigentes operadores de telecomunicações. Funciona em Alfragide, nos arredores de Lisboa.
Têm dezenas de projectos em marcha. Todos os problemas que surgem aos operadores europeus equipados com Siemens (casos da PT, da Deutsch Telecom ou da France Telecom) são resolvidos em Alfragide, o que sempre dá que fazer. E há projectos especiais, como o que estão neste momento a desenvolver para um cliente americano: um equipamento óptico nuclear que aumentará dramaticamente a capacidade da rede. Na mesma fibra óptica, em vez de se utilizar um só canal, poderão ser utilizados uns 40, recorrendo a vários "tons de luz" ou, dito de outra maneira, a diferentes comprimentos de onda. É um trabalho que está a ser feito com "know-how" 100 por cento português, com um grau de exigência extraordinário, envolvendo os melhores quadros da empresa. Os tais que trabalham quase em silêncio.
Não se trata somente de um "centro de competências" na malha mundial da marca alemã - o que já não seria pouco. Com a vinda de um dos maiores laboratórios ópticos do mundo (1300 m2), inaugurado em 2003 por Jorge Sampaio, e do novíssimo laboratório multimédia estreado numa cerimónia "íntima" dos quadros da empresa à meia-noite do último 30 de Abril, a Siemens Portugal passou a ser um "centro de I&D" onde se realiza o trabalho puro de concepção, de "design" e de desenvolvimento dos produtos que conquistarão o mercado dentro de três, quatro ou cinco anos.
"Para as pessoas perceberem o que distingue um centro de competências de um centro de I&D, eu gosto de dar o exemplo da indústria farmacêutica", explica João Picoito, o CEO do Grupo Operacional de Informação e Comunicação da Siemens Portugal (ver entrevista). "É a diferença entre ter um laboratório em Portugal que replica as moléculas que outros laboratórios criam e ter um laboratório com capacidade para criar novas moléculas. É outra dimensão."
Da "Visão 2005" à "Visão 2015"
Esta dimensão começou há nove anos, quando a Siemens (juntamente com outras empresas) estava a concluir a digitalização da rede telefónica portuguesa. O negócio aproximava-se do fim e era necessário redefinir as funções e os objectivos da empresa em Portugal. Em 1995, Melo Ribeiro, presidente da empresa, quis que fosse feita uma visão a dez anos das telecomunicações em Portugal e, mais genericamente, dos temas de informação e comunicações por todo o mundo. Reuniu um grupo grande, composto por quase todos os directores de telecomunicações, e escolheu para o coordenar um quadro com uma "patente" inferior à dos outros: João Picoito, então com 30 anos, um mero chefe de divisão responsável pelo "marketing" técnico. Foi ele que redigiu o texto que viria a ser baptizado como "Visão 2005", o qual, para além de perspectivar a forma como o mercado iria evoluir, propunha à Siemens uma nova forma de se posicionar no mercado das telecomunicações.
Em Portugal, a proposta passava por substituir uma estrutura centrada na produção e na comercialização dos produtos por um centro de competências que desenvolvesse as tecnologias ligadas à fibra óptica e à banda larga. É óbvio que apostar em I&D em Portugal não era muito habitual em 1995, o país não era propriamente conhecido por ser "high-tech" ou por estar na vanguarda das telecomunicações. "Sentíamo-nos confortáveis, no entanto, em termos técnicos e de competências", recorda Leonor Almeida, actual responsável pela I&D das tecnologias móveis e multimédia. "E na casa-mãe na Alemanha tinham boa impressão a nosso respeito."
Em 1997, dá-se a instalação de um centro internacional de formação para redes fixas e móveis e para a tecnologia IP (Internet Protocol) da Juniper. Em 1999, já trabalhavam em Alfragide 200 engenheiros dedicados à investigação. Em 2002 cria-se um centro de suporte remoto para prestar serviço 24 horas por dia a operadores de 45 países da Europa e Norte de África, instalando-se também um centro da Juniper que fornecerá suporte a nível mundial.
"Não houve uma decisão administrativa da Siemens mundial para abrir em Portugal um centro de I&D", adverte Hélder Castro, que dirige hoje a investigação de mais de 500 engenheiros nas tecnologias da rede fixa. "O que houve foi uma batalha diária, feita passo a passo, conquistando com mérito vitórias atrás de vitórias." O ritmo de investimento da Siemens em pessoas e equipamentos foi desde 1995 muito forte, mas em 2003 deu-se uma viragem: com a decisão de avançar para os centros de inovação na área óptica e multimédia, a admissão de colaboradores cresceu exponencialmente. E a ligação às universidades também: a Siemens Portugal financia neste momento, directamente e cedendo os seus laboratórios, todos os projectos de mestrado, doutoramento ou pós-doutoramento que considere interessantes (ver quadro).
E agora? "Agora quero consolidar estes dois centros de inovação: este modelo de desenvolvimento é válido pelo menos até 2010", afirma João Picoito. "Mas a Siemens vai fazer 100 anos em Portugal em 2005: gostava de apresentar nessa altura a nossa visão para os próximos dez anos, não só do nosso envolvimento a nível mundial, mas também do mercado português."
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Nova direcção d´A Capital toma posse na quinta-feira
A nova direcção do jornal A Capital, liderada por Luís Osório, entra em funções na próxima quinta-feira, dando início a uma nova fase da publicação, noticia esta quarta-feira o Diário de Notícias.
Segundo Luís Osório, a nova equipa, composta ainda pelo director adjunto Rogério Rodrigues, pela subdirectora Fernanda Mira e pelo editor-geral João Nascimento, vai apostar nas «histórias que os outros não têm», dedicando uma especial atenção à área de Lisboa.
Luís Osório acrescentou ainda que «o jornalismo de faca e alguidar da Mouraria» vai ser conciliado com as «histórias da Lisboa cosmopolita e do poder». Contudo, as alterações de conteúdo d´A capital só serão conhecidas a partir de dia 31.
12-05-2004 8:58:51
Segundo Luís Osório, a nova equipa, composta ainda pelo director adjunto Rogério Rodrigues, pela subdirectora Fernanda Mira e pelo editor-geral João Nascimento, vai apostar nas «histórias que os outros não têm», dedicando uma especial atenção à área de Lisboa.
Luís Osório acrescentou ainda que «o jornalismo de faca e alguidar da Mouraria» vai ser conciliado com as «histórias da Lisboa cosmopolita e do poder». Contudo, as alterações de conteúdo d´A capital só serão conhecidas a partir de dia 31.
12-05-2004 8:58:51
Claques em análise: Jovens estudantes ou assalariados são maioria
in DD
Jovens, estudantes ou com empregos precários, e com uma tendência para eternizar a adolescência. É este o perfil habitual dos elementos das claques, de acordo com o antropólogo Daniel Seabra, e que o será apresentado no seminário Futebol, Ciências Sociais e Imagem, a decorrer no Instituto Superior das Ciências do trabalho e da Empresa (ISCTE) de quinta-feira a sábado.
A partir de uma análise da claque Super Dragões, do Futebol Clube do Porto, o antropólogo traça um quadro explicativo do que envolve estes grupos. Este é sobretudo um fenómeno geracional, já que se trata de pessoas que, sendo «fisiologicamente adultos, não o são socialmente» adianta Seabra. Ou seja, são jovens que ainda não têm o tipo de responsabilidades normalmente atribuído à idade adulta, como o casamento, os filhos, um emprego estável, assumidas tendencialmente tarde.
A adesão à claque tem a ver com um sentimento de entrega ao clube e à sua defesa. Um fenómeno que se insere no Movimento Ultra – movimento radical surgido em Itália no fim da década de 60, relacionado com conflitos sociais e políticos. Na linha desta ideologia, os elementos da claque caracterizam-se pelo seu alto grau de militância, «apoiando o clube acima de tudo, em qualquer circunstância», explica Daniel Seabra.
O elemento da claque é sujeito a uma «aprendizagem», a uma «socialização» às normas e aos valores do grupo. No caso, o principal valor a apreender é a exaltação do clube, das suas exibições e dos seus jogadores. Directamente ligada a isto está a «depreciação do adversário, a negação de qualquer valor que este possa ter». Ao mesmo tempo, o adepto deve solidariedade com os outros membros da claque, e deve participar em todas as actividades que o grupo desenvolva.
A violência normalmente atribuída às claques, sublinha Daniel Seabra, tem a ver exactamente com esta exaltação do clube. O confronto entre rivais surge quando há um excesso da defesa do valor da equipa. Por outro lado, o próprio contexto do futebol, «quase que a encenação de uma batalha», é extremamente importante no exacerbar das emoções e dos impulsos. Fenómenos de violência sem confronto, como a destruição de áreas de serviço, por exemplo, são atribuíveis a alguns elementos do grupo e aos valores que estas pessoas incluem «no seu próprio quotidiano».
O antropólogo admite que paralelamente existe um fenómeno de violência planeada, que surge como consequência da vontade das pessoas, e assume os contornos do hooliganismo. Este é, no entanto, um «efeito perverso que ocorre menos vezes». Daí que, considera, a mediatização da violência destes grupos seja uma «visão parcial» do fenómeno.
Daniel Seabra dedicou-se ao estudo das claques no âmbito do seu trabalho de doutoramento. No ISCTE, o antropólogo do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa vai apresentar esta sexta-feira o estudo Por ti Porto Campeão – A Claque Super Dragões no Contexto Local e Nacional.
12-05-2004 17:26:01
Jovens, estudantes ou com empregos precários, e com uma tendência para eternizar a adolescência. É este o perfil habitual dos elementos das claques, de acordo com o antropólogo Daniel Seabra, e que o será apresentado no seminário Futebol, Ciências Sociais e Imagem, a decorrer no Instituto Superior das Ciências do trabalho e da Empresa (ISCTE) de quinta-feira a sábado.
A partir de uma análise da claque Super Dragões, do Futebol Clube do Porto, o antropólogo traça um quadro explicativo do que envolve estes grupos. Este é sobretudo um fenómeno geracional, já que se trata de pessoas que, sendo «fisiologicamente adultos, não o são socialmente» adianta Seabra. Ou seja, são jovens que ainda não têm o tipo de responsabilidades normalmente atribuído à idade adulta, como o casamento, os filhos, um emprego estável, assumidas tendencialmente tarde.
A adesão à claque tem a ver com um sentimento de entrega ao clube e à sua defesa. Um fenómeno que se insere no Movimento Ultra – movimento radical surgido em Itália no fim da década de 60, relacionado com conflitos sociais e políticos. Na linha desta ideologia, os elementos da claque caracterizam-se pelo seu alto grau de militância, «apoiando o clube acima de tudo, em qualquer circunstância», explica Daniel Seabra.
O elemento da claque é sujeito a uma «aprendizagem», a uma «socialização» às normas e aos valores do grupo. No caso, o principal valor a apreender é a exaltação do clube, das suas exibições e dos seus jogadores. Directamente ligada a isto está a «depreciação do adversário, a negação de qualquer valor que este possa ter». Ao mesmo tempo, o adepto deve solidariedade com os outros membros da claque, e deve participar em todas as actividades que o grupo desenvolva.
A violência normalmente atribuída às claques, sublinha Daniel Seabra, tem a ver exactamente com esta exaltação do clube. O confronto entre rivais surge quando há um excesso da defesa do valor da equipa. Por outro lado, o próprio contexto do futebol, «quase que a encenação de uma batalha», é extremamente importante no exacerbar das emoções e dos impulsos. Fenómenos de violência sem confronto, como a destruição de áreas de serviço, por exemplo, são atribuíveis a alguns elementos do grupo e aos valores que estas pessoas incluem «no seu próprio quotidiano».
O antropólogo admite que paralelamente existe um fenómeno de violência planeada, que surge como consequência da vontade das pessoas, e assume os contornos do hooliganismo. Este é, no entanto, um «efeito perverso que ocorre menos vezes». Daí que, considera, a mediatização da violência destes grupos seja uma «visão parcial» do fenómeno.
Daniel Seabra dedicou-se ao estudo das claques no âmbito do seu trabalho de doutoramento. No ISCTE, o antropólogo do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa vai apresentar esta sexta-feira o estudo Por ti Porto Campeão – A Claque Super Dragões no Contexto Local e Nacional.
12-05-2004 17:26:01
Governo repõe fronteiras entre 26 de Maio e 4 de Julho
in DD
O Governo aprovou esta quarta-feira em Conselho de Ministros a reposição do controlo de fronteiras entre 26 de Maio e 4 de Julho. Este período abrange a realização de dois grandes eventos: o Rock in Rio – Lisboa e o EURO 2004.
Desta forma, Portugal irá suspender o acordo Shengen, que prevê a livre circulação entre os países da União Europeia.
O Governo sustenta esta decisão com a necessidade de «garantir a segurança interna», prevenindo a imigração illegal e a entrada no país de «cidadãos ou grupos referenciados como habituais causadores de conflitos ou graves desordens públicas».
12-05-2004 16:09:39
O Governo aprovou esta quarta-feira em Conselho de Ministros a reposição do controlo de fronteiras entre 26 de Maio e 4 de Julho. Este período abrange a realização de dois grandes eventos: o Rock in Rio – Lisboa e o EURO 2004.
Desta forma, Portugal irá suspender o acordo Shengen, que prevê a livre circulação entre os países da União Europeia.
O Governo sustenta esta decisão com a necessidade de «garantir a segurança interna», prevenindo a imigração illegal e a entrada no país de «cidadãos ou grupos referenciados como habituais causadores de conflitos ou graves desordens públicas».
12-05-2004 16:09:39
Novos agentes da PSP com formação para Euro 2004
in DD
Os novos 780 agentes da PSP que sairão da Escola Prática de Polícia, em Torres Novas, na sexta-feira, receberam formação específica para o Euro 2004, incluindo manutenção e reposição da ordem pública.
De acordo com um comunicado divulgado na quarta-feira pela PSP, os novos agentes receberam um total de 75 horas de formação nesta disciplina.
Além do Euro 2004, foram introduzidas no curso novas matérias como, por exemplo, técnicas de intervenção policial e novas metodologias de investigação criminal e informações policiais.
O 10º Curso de Formação de Agentes contou com 4364 candidatos, dos quais 894 foram convocados para prestarem provas. Deste número, 70% tinham habilitações superiores os iguais ao 12º ano de escolaridade.
A cerimónia do compromisso de honra dos novos agente será presidida pelo Ministro da Administração Interna, Figueiredo Lopes.
12-05-2004 13:28:21
Os novos 780 agentes da PSP que sairão da Escola Prática de Polícia, em Torres Novas, na sexta-feira, receberam formação específica para o Euro 2004, incluindo manutenção e reposição da ordem pública.
De acordo com um comunicado divulgado na quarta-feira pela PSP, os novos agentes receberam um total de 75 horas de formação nesta disciplina.
Além do Euro 2004, foram introduzidas no curso novas matérias como, por exemplo, técnicas de intervenção policial e novas metodologias de investigação criminal e informações policiais.
O 10º Curso de Formação de Agentes contou com 4364 candidatos, dos quais 894 foram convocados para prestarem provas. Deste número, 70% tinham habilitações superiores os iguais ao 12º ano de escolaridade.
A cerimónia do compromisso de honra dos novos agente será presidida pelo Ministro da Administração Interna, Figueiredo Lopes.
12-05-2004 13:28:21
terça-feira, maio 11, 2004
Barcelona é capital mundial da Internet por cinco dias
in DD
A cidade de Barcelona recebe a partir desta segunda-feira e durante cinco dias, o Internet Global Congress (IGC), tornando-se assim na capital mundial da Internet.
Nesta iniciativa deverão participar 2.600 profissionais para discutirem assuntos sobre a rede.
O congresso, com o titulo de «Construindo uma Internet aberta e de confiança», vai contar com directores de companhias relacionada com as novas tecnologias, como a Hewlett Packard, a Nokia, a IBM e a Microsoft, entre outras, e especialistas internacionais, como o presidente da associação que promove o desenvolvimento da Internet 2, Douglas van Houweling.
10-05-2004 12:49:51
A cidade de Barcelona recebe a partir desta segunda-feira e durante cinco dias, o Internet Global Congress (IGC), tornando-se assim na capital mundial da Internet.
Nesta iniciativa deverão participar 2.600 profissionais para discutirem assuntos sobre a rede.
O congresso, com o titulo de «Construindo uma Internet aberta e de confiança», vai contar com directores de companhias relacionada com as novas tecnologias, como a Hewlett Packard, a Nokia, a IBM e a Microsoft, entre outras, e especialistas internacionais, como o presidente da associação que promove o desenvolvimento da Internet 2, Douglas van Houweling.
10-05-2004 12:49:51
Publicada nova lei de prevenção e punição da violência nos estádios
A tempo de ser aplicada no Euro 2004
Lusa
A nova lei sobre prevenção e punição de actos de violência nos recintos desportivos foi hoje publicada em Diário da República, entrando em vigor já durante o Euro 2004.
A lei 16/2004 pretende "prevenir" e "punir exemplarmente" actos de violência associados a espectáculos desportivos, com a responsabilização de organizadores e promotores e a criminalização dos infractores.
Segundo a nova lei, os autores de actos de violência ficarão sujeitos, em caso de condenação, a medidas de coacção como "a interdição de acesso a recintos desportivos da modalidade em que ocorreram os factos durante um período de um a cinco anos".
Se os tumultos resultarem da actuação de um grupo que atente contra a integridade física de terceiros, a punição vai "de uma pena de prisão de seis meses a três anos ou pena de multa não inferior a 500 dias".
Caso se registe uma invasão do recinto desportivo — à semelhança do que aconteceu no último jogo Sporting-Benfica — os infractores passam a ser punidos com "pena de prisão até um ano ou com pena de multa".
Também o arremesso de objectos para dentro do recinto desportivo está contemplado no novo diploma, sendo este punido com pena de prisão até um ano ou com multa.
Para que a nova lei possa ser cumprida, o Instituto do Desporto de Portugal deverá elaborar uma base de dados com o registo das pessoas objecto destas sanções.
A lei prevê ainda a possibilidade de revista aos espectadores por parte dos assistentes de recintos desportivos ("stewards"), uma competência exclusiva até agora das forças de segurança, embora, na prática, esta tarefa esteja já a ser dividida entre agentes e "stweards".
O novo diploma abrange também a actividade das claques desportivas, que a partir de agora terão de se constituir em associações "nos termos gerais de Direito", sob pena de serem suspensas pelo Conselho Nacional Contra a Violência no Desporto (CNVD) e de perderem o apoio dos clubes.
Também os organizadores (federações e ligas) e promotores (clubes) ficarão obrigados a adoptar um "regulamento desportivo de prevenção e controlo da violência" e outro "de segurança e utilização de espaços de acesso público".
Estes regulamentos terão de ser registados no CNVD, organismo que terá a responsabilidade de promover e coordenar a adopção de medidas de combate a situações de violência associadas a eventos desportivos, bem como avaliar a sua execução.
A separação física dos adeptos, o controlo de venda de ingressos e da lotação dos recintos, o acompanhamento e vigilância de grupos de adeptos, a proibição de venda de bebidas alcoólicas, o reforço dos sistemas de vídeo-vigilância e a elaboração do plano de emergência interna são os principais pontos do plano de segurança a adoptar pelos promotores.
Lusa
A nova lei sobre prevenção e punição de actos de violência nos recintos desportivos foi hoje publicada em Diário da República, entrando em vigor já durante o Euro 2004.
A lei 16/2004 pretende "prevenir" e "punir exemplarmente" actos de violência associados a espectáculos desportivos, com a responsabilização de organizadores e promotores e a criminalização dos infractores.
Segundo a nova lei, os autores de actos de violência ficarão sujeitos, em caso de condenação, a medidas de coacção como "a interdição de acesso a recintos desportivos da modalidade em que ocorreram os factos durante um período de um a cinco anos".
Se os tumultos resultarem da actuação de um grupo que atente contra a integridade física de terceiros, a punição vai "de uma pena de prisão de seis meses a três anos ou pena de multa não inferior a 500 dias".
Caso se registe uma invasão do recinto desportivo — à semelhança do que aconteceu no último jogo Sporting-Benfica — os infractores passam a ser punidos com "pena de prisão até um ano ou com pena de multa".
Também o arremesso de objectos para dentro do recinto desportivo está contemplado no novo diploma, sendo este punido com pena de prisão até um ano ou com multa.
Para que a nova lei possa ser cumprida, o Instituto do Desporto de Portugal deverá elaborar uma base de dados com o registo das pessoas objecto destas sanções.
A lei prevê ainda a possibilidade de revista aos espectadores por parte dos assistentes de recintos desportivos ("stewards"), uma competência exclusiva até agora das forças de segurança, embora, na prática, esta tarefa esteja já a ser dividida entre agentes e "stweards".
O novo diploma abrange também a actividade das claques desportivas, que a partir de agora terão de se constituir em associações "nos termos gerais de Direito", sob pena de serem suspensas pelo Conselho Nacional Contra a Violência no Desporto (CNVD) e de perderem o apoio dos clubes.
Também os organizadores (federações e ligas) e promotores (clubes) ficarão obrigados a adoptar um "regulamento desportivo de prevenção e controlo da violência" e outro "de segurança e utilização de espaços de acesso público".
Estes regulamentos terão de ser registados no CNVD, organismo que terá a responsabilidade de promover e coordenar a adopção de medidas de combate a situações de violência associadas a eventos desportivos, bem como avaliar a sua execução.
A separação física dos adeptos, o controlo de venda de ingressos e da lotação dos recintos, o acompanhamento e vigilância de grupos de adeptos, a proibição de venda de bebidas alcoólicas, o reforço dos sistemas de vídeo-vigilância e a elaboração do plano de emergência interna são os principais pontos do plano de segurança a adoptar pelos promotores.
Ingleses Reforçam Segurança em Casa
in Público
Terça-feira, 11 de Maio de 2004
Enquanto procuram impedir os "hooligans" referenciados como mais perigosos de viajar até Portugal em Junho, as autoridades inglesas também estão já a preparar operações para conter eventuais distúrbios que eles possam causar durante o Euro 2004 na própria Inglaterra.
A primeira operação a arrancar, segundo os jornais do fim-de-semana, foi no Leicestershire, onde já estão prontos os planos para chamar reforços no período de três semanas que o torneio dura. O reforço do policiamento no centro das cidades e junto dos pubs está já decidido.
A decisão de aumentar a segurança "doméstica" foi tomada depois de no Mundial de 2002, na Coreia-Japão, grupos de "hooligans" e adeptos embriagados terem provocado distúrbios em várias cidades. No caso do Leicestershire, houve uma localidade, Hinckley, onde a polícia foi chamada para acudir a 26 incidentes só num fim-de-semana.
A polícia inglesa espera conseguir impedir que os 2.500 "hooligans" apontados como mais perigosos façam a viagem até Portugal.
Terça-feira, 11 de Maio de 2004
Enquanto procuram impedir os "hooligans" referenciados como mais perigosos de viajar até Portugal em Junho, as autoridades inglesas também estão já a preparar operações para conter eventuais distúrbios que eles possam causar durante o Euro 2004 na própria Inglaterra.
A primeira operação a arrancar, segundo os jornais do fim-de-semana, foi no Leicestershire, onde já estão prontos os planos para chamar reforços no período de três semanas que o torneio dura. O reforço do policiamento no centro das cidades e junto dos pubs está já decidido.
A decisão de aumentar a segurança "doméstica" foi tomada depois de no Mundial de 2002, na Coreia-Japão, grupos de "hooligans" e adeptos embriagados terem provocado distúrbios em várias cidades. No caso do Leicestershire, houve uma localidade, Hinckley, onde a polícia foi chamada para acudir a 26 incidentes só num fim-de-semana.
A polícia inglesa espera conseguir impedir que os 2.500 "hooligans" apontados como mais perigosos façam a viagem até Portugal.
O NÚMERO
in Público
Terça-feira, 11 de Maio de 2004
954.000.000
Foram os bilhetes de cinema vendidos em 2003 nos 25 países da União Europeia, menos 45 milhões do que em 2002, o que representa uma baixa de 4,4 por cento. Os dados do Observatório Europeu do Audiovisual, em Estrasburgo, mostram ainda que os filmes europeus obtêm bons resultados nos seus países de origem, mas têm poucos espectadores além-fronteiras.
Terça-feira, 11 de Maio de 2004
954.000.000
Foram os bilhetes de cinema vendidos em 2003 nos 25 países da União Europeia, menos 45 milhões do que em 2002, o que representa uma baixa de 4,4 por cento. Os dados do Observatório Europeu do Audiovisual, em Estrasburgo, mostram ainda que os filmes europeus obtêm bons resultados nos seus países de origem, mas têm poucos espectadores além-fronteiras.
Estádios entregues ao Euro na quinta-feira
Final da SuperLiga
PÚBLICO
Com o final da SuperLiga, os dez estádios que vão receber jogos do Euro 2004 vão ser quinta-feira entregues à Sociedade Euro 2004 pelos seus proprietários, uma data que ficou estabelecida contratualmente.
Os recintos irão sofrer agora algumas adaptações essencialmente no domínio das instalações para a comunicação social, embora alguns, como confirmou ao PÚBLICO o director do torneio António Laranjo, já têm obras em andamento. "A maior parte já está em obras e alguns vão entrar agora. São essencialmente adaptações na área de imprensa e televisão", afirmou Laranjo, frisando que não há nenhum recinto que mereça obras mais profundas.
PÚBLICO
Com o final da SuperLiga, os dez estádios que vão receber jogos do Euro 2004 vão ser quinta-feira entregues à Sociedade Euro 2004 pelos seus proprietários, uma data que ficou estabelecida contratualmente.
Os recintos irão sofrer agora algumas adaptações essencialmente no domínio das instalações para a comunicação social, embora alguns, como confirmou ao PÚBLICO o director do torneio António Laranjo, já têm obras em andamento. "A maior parte já está em obras e alguns vão entrar agora. São essencialmente adaptações na área de imprensa e televisão", afirmou Laranjo, frisando que não há nenhum recinto que mereça obras mais profundas.
Biblioteca virtual de livros portugueses
in DN
O governo brasileiro assinou um acordo com o portal e-livro que vai permitir o acesso em português a mais de 20 mil títulos, fortalecendo o intercâmbio de informações entre os países de língua portuguesa, foi ontem divulgado. O acordo, firmado com o apoio da UNESCO no Brasil, será anunciado hoje, na sede da organização, em Paris, pelo ministro brasileiro da Ciência e Tecnologia, Eduardo Campos, numa cerimónia que contará com a presença de diplomatas de todas as nações de língua portuguesa.
O e-livro, disponibilizado em www.e-livro.com, funciona como uma biblioteca virtual. Os utilizadores podem ter acesso a publicações de cerca de 150 editoras mundialmente prestigiadas, em inglês, espanhol e agora também em português. Os pesquisadores de todos os países de língua portuguesa, além de contarem com o conteúdo em português da produção científica mundial, poderão publicar os seus artigos no portal . O objectivo é criar a médio prazo uma rede de intercâmbio de conhecimento entre os países lusófonos.
O site beneficiará especialmente os Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP).
O governo brasileiro assinou um acordo com o portal e-livro que vai permitir o acesso em português a mais de 20 mil títulos, fortalecendo o intercâmbio de informações entre os países de língua portuguesa, foi ontem divulgado. O acordo, firmado com o apoio da UNESCO no Brasil, será anunciado hoje, na sede da organização, em Paris, pelo ministro brasileiro da Ciência e Tecnologia, Eduardo Campos, numa cerimónia que contará com a presença de diplomatas de todas as nações de língua portuguesa.
O e-livro, disponibilizado em www.e-livro.com, funciona como uma biblioteca virtual. Os utilizadores podem ter acesso a publicações de cerca de 150 editoras mundialmente prestigiadas, em inglês, espanhol e agora também em português. Os pesquisadores de todos os países de língua portuguesa, além de contarem com o conteúdo em português da produção científica mundial, poderão publicar os seus artigos no portal . O objectivo é criar a médio prazo uma rede de intercâmbio de conhecimento entre os países lusófonos.
O site beneficiará especialmente os Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP).
TV Cabo quer colocar AXN entre os 10 canais mais vistos
in DD
A TV Cabo quer colocar o canal AXN, que no próximo dia 19 irá substituir o canal 43 daquele operador, entre os 10 canais mais vistos na rede de televisão por cabo e satélite, adianta a edição desta sexta-feira do Público.
De acordo com o presidente da PT Multimédia, empresa que controla o operador, Zeinal Bava, o objectivo deverá ser cumprido «no espaço de seis meses a um ano, conquistando um «share» de 2 a 3% do total».
Com o início da distribuição na rede da TV Cabo, o canal de séries, filmes e desporto-aventura da Sony Pictures vai passar a ser visto em 1,8 milhões de lares em Portugal. Aos cerca de 600 mil lares subscritores da Cabovisão e TV Tel, onde o AXN está disponível desde há ano e meio, vão juntar-se os subscritores do pacote clássico da TV Cabo.
Zeinal anunciou ainda o «lançamento agressivo de novos canais em breve» e confirmou o arranque para Outubro de uma parceria com a TVI que deverá abranger canais temáticos na área da economia e da música.
A posição na grelha destinada ao AXN vai ser libertada pelo TVI Eventos, o canal codificado criado em 2001 para transmitir o programa Big Brother. Desde que acabou o concurso, o canal tem passado programas como o Academia de Estrelas, jogos interactivos, séries e outras produções. O canal AXN transmite 24 horas por dia e é dirigido a uma audiência urbana com idades compreendidas entre os 18 e os 35 anos de idade. Séries como A Vingadora, Serviço de Urgência ou Os Homens do Presidente e filmes como A Máscara de Zorro, Homem Aranha e Godzilla serão emitidos na versão original e legendados em português.
07-05-2004 8:42:12
A TV Cabo quer colocar o canal AXN, que no próximo dia 19 irá substituir o canal 43 daquele operador, entre os 10 canais mais vistos na rede de televisão por cabo e satélite, adianta a edição desta sexta-feira do Público.
De acordo com o presidente da PT Multimédia, empresa que controla o operador, Zeinal Bava, o objectivo deverá ser cumprido «no espaço de seis meses a um ano, conquistando um «share» de 2 a 3% do total».
Com o início da distribuição na rede da TV Cabo, o canal de séries, filmes e desporto-aventura da Sony Pictures vai passar a ser visto em 1,8 milhões de lares em Portugal. Aos cerca de 600 mil lares subscritores da Cabovisão e TV Tel, onde o AXN está disponível desde há ano e meio, vão juntar-se os subscritores do pacote clássico da TV Cabo.
Zeinal anunciou ainda o «lançamento agressivo de novos canais em breve» e confirmou o arranque para Outubro de uma parceria com a TVI que deverá abranger canais temáticos na área da economia e da música.
A posição na grelha destinada ao AXN vai ser libertada pelo TVI Eventos, o canal codificado criado em 2001 para transmitir o programa Big Brother. Desde que acabou o concurso, o canal tem passado programas como o Academia de Estrelas, jogos interactivos, séries e outras produções. O canal AXN transmite 24 horas por dia e é dirigido a uma audiência urbana com idades compreendidas entre os 18 e os 35 anos de idade. Séries como A Vingadora, Serviço de Urgência ou Os Homens do Presidente e filmes como A Máscara de Zorro, Homem Aranha e Godzilla serão emitidos na versão original e legendados em português.
07-05-2004 8:42:12
Aceite o desafio, visite os nossos museus! (LUA)
in Público e lua.weblog.com.pt
Museus vão ter horário alargado durante o Euro 2004
Os museus do Instituto Português de Museus (IPM) nas principais cidades onde decorrem jogos do Euro vão ter horário alargado durante o torneio.
Este é um dos aspectos da campanha que o IPM anunciará sexta-feira, sob o lema "Aceite o desafio, visite os nossos museus" e que pretende aproveitar o campeonato para cativar mais visitantes.
A campanha irá ainda divulgar "imagens apelativas" que relacionem o património cultural dos museus do IPM aos "principais ícones do futebol".
Museus vão ter horário alargado durante o Euro 2004
Os museus do Instituto Português de Museus (IPM) nas principais cidades onde decorrem jogos do Euro vão ter horário alargado durante o torneio.
Este é um dos aspectos da campanha que o IPM anunciará sexta-feira, sob o lema "Aceite o desafio, visite os nossos museus" e que pretende aproveitar o campeonato para cativar mais visitantes.
A campanha irá ainda divulgar "imagens apelativas" que relacionem o património cultural dos museus do IPM aos "principais ícones do futebol".
Investigadores querem criar supercomputador
in DN
Construir o maior e mais poderoso computador de investigação científica português, inscrevendo-o na lista dos 500 maiores supercomputadores mundiais, é o principal objectivo dos responsáveis do Centopeia, um projecto que surge da associação de diversos laboratórios no Instituto de Investigação Interdisciplinar da Universidade de Coimbra.
Para instalar o futuro «cluster» de computadores, os investigadores Carlos Fiolhais e Pedro Alberto, que lideram aquele laboratório, aguardam a aprovação da candidatura de financiamento da Fundação para a Ciência e Tecnologia. Actualmente existe já um supercomputador, com 89 unidades, existente no Laboratório de Computação Avançada da Universidade de Coimbra (UC). A meta é, agora construir um megacomputador, com 286 aparelhos em paralelo.
O Centopeia, em funcionamento desde 1998, está prestes a atingir as 100 unidades. Inicialmente com 24 computadores, este «cluster» conta já com a 89.ª unidade.
Carlos Fiolhais, director do Centro de Física Computacional da UC, espera agora a verba da candidatura, orçada em 600 mil euros. No caso de apenas receber uma parte, haverá uma mudança de planos, ficando o aparelho a construir com apenas 128 computadores.
É com o conhecimento adquirido na construção do Centopeia que os responsáveis pelo laboratório pretendem criar «o novo ferrari da computação em Portugal», diz Carlos Fiolhais. Além de ser utilizado pelos investigadores da UC, o Centopeia está a servir de ferramenta para as universidades de Aveiro, Porto, Vila Real, Covilhã e Braga. As potencialidades de cálculo são usadas à distância, via Internet, e de forma gratuita.
O melhor computador português para cálculo científico está já a servir uma empresa de tecnologia de ponta de Coimbra, a Critical Software, que executa serviços para a NASA. Segundo Carlos Fiolhais, o Centopeia vai ser utilizado em breve pelo IPO de Coimbra para testar níveis de radiação a aplicar sobre os tumores. «Ao contrário do que acontece em Portugal, onde a ciência vive de pequenas capelinhas, nós tentamos partilhar meios e conhecimento», defende.
O físico acrescenta que este é «um computador multiusos», ao contrário do primeiro aparelho a nível mundial, instalado no Japão - que simula alterações climáticas. E ainda daquele que está cotado em segundo lugar, o americano, utilizado em armamento.
Até agora, o Centopeia, que congrega 18 académicos e 15 estudantes, já efectuou trabalhos em dobragem de proteínas - responsáveis pela Doença dos Pezinhos-, estudo de novos materiais e ainda na área da física de partículas.
Construir o maior e mais poderoso computador de investigação científica português, inscrevendo-o na lista dos 500 maiores supercomputadores mundiais, é o principal objectivo dos responsáveis do Centopeia, um projecto que surge da associação de diversos laboratórios no Instituto de Investigação Interdisciplinar da Universidade de Coimbra.
Para instalar o futuro «cluster» de computadores, os investigadores Carlos Fiolhais e Pedro Alberto, que lideram aquele laboratório, aguardam a aprovação da candidatura de financiamento da Fundação para a Ciência e Tecnologia. Actualmente existe já um supercomputador, com 89 unidades, existente no Laboratório de Computação Avançada da Universidade de Coimbra (UC). A meta é, agora construir um megacomputador, com 286 aparelhos em paralelo.
O Centopeia, em funcionamento desde 1998, está prestes a atingir as 100 unidades. Inicialmente com 24 computadores, este «cluster» conta já com a 89.ª unidade.
Carlos Fiolhais, director do Centro de Física Computacional da UC, espera agora a verba da candidatura, orçada em 600 mil euros. No caso de apenas receber uma parte, haverá uma mudança de planos, ficando o aparelho a construir com apenas 128 computadores.
É com o conhecimento adquirido na construção do Centopeia que os responsáveis pelo laboratório pretendem criar «o novo ferrari da computação em Portugal», diz Carlos Fiolhais. Além de ser utilizado pelos investigadores da UC, o Centopeia está a servir de ferramenta para as universidades de Aveiro, Porto, Vila Real, Covilhã e Braga. As potencialidades de cálculo são usadas à distância, via Internet, e de forma gratuita.
O melhor computador português para cálculo científico está já a servir uma empresa de tecnologia de ponta de Coimbra, a Critical Software, que executa serviços para a NASA. Segundo Carlos Fiolhais, o Centopeia vai ser utilizado em breve pelo IPO de Coimbra para testar níveis de radiação a aplicar sobre os tumores. «Ao contrário do que acontece em Portugal, onde a ciência vive de pequenas capelinhas, nós tentamos partilhar meios e conhecimento», defende.
O físico acrescenta que este é «um computador multiusos», ao contrário do primeiro aparelho a nível mundial, instalado no Japão - que simula alterações climáticas. E ainda daquele que está cotado em segundo lugar, o americano, utilizado em armamento.
Até agora, o Centopeia, que congrega 18 académicos e 15 estudantes, já efectuou trabalhos em dobragem de proteínas - responsáveis pela Doença dos Pezinhos-, estudo de novos materiais e ainda na área da física de partículas.
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ciência
Publicidade na TV é barata, diz especialista
in DD
O espaço de publicidade televisiva em Portugal «é muito barato, quando comparado, por exemplo, com a imprensa», afirma Vera Nobre da Costa, chairman da McCann Erickson, numa entrevista publicada esta segunda-feira no Diário de Notícias.
A especialista portuguesa do mercado publicitário, entrevistada por jornalistas da rádio TSF e do DN, afirma ainda que «s preços de tabela não existem, ninguém os respeita, há descontos dos 40% aos 70%».
«Depende da época do ano, de a estação de televisão estar aflita nesse mês com falta de publicidade, do volume investido, etc». Segundo Vera Nobre da Costa, a televisão consegue - qualquer que seja o nível de investimento global - manter sempre 50% a 55%.
Os outros (meios) é conforme, «mas é evidente que televisão tem um problema: o custo de produção de material publicitário é muito elevado».
A presidente da McCann salientou ainda que, em Portugal, «falta muito profissionalismo, muito trabalho, (falta) um risco por parte dos clientes para aprovarem ideias que não tenham sido já utilizadas» no mercado.
10-05-2004 7:56:34
O espaço de publicidade televisiva em Portugal «é muito barato, quando comparado, por exemplo, com a imprensa», afirma Vera Nobre da Costa, chairman da McCann Erickson, numa entrevista publicada esta segunda-feira no Diário de Notícias.
A especialista portuguesa do mercado publicitário, entrevistada por jornalistas da rádio TSF e do DN, afirma ainda que «s preços de tabela não existem, ninguém os respeita, há descontos dos 40% aos 70%».
«Depende da época do ano, de a estação de televisão estar aflita nesse mês com falta de publicidade, do volume investido, etc». Segundo Vera Nobre da Costa, a televisão consegue - qualquer que seja o nível de investimento global - manter sempre 50% a 55%.
Os outros (meios) é conforme, «mas é evidente que televisão tem um problema: o custo de produção de material publicitário é muito elevado».
A presidente da McCann salientou ainda que, em Portugal, «falta muito profissionalismo, muito trabalho, (falta) um risco por parte dos clientes para aprovarem ideias que não tenham sido já utilizadas» no mercado.
10-05-2004 7:56:34
segunda-feira, maio 10, 2004
Fórum Universal das Culturas arranca em Barcelona
in DD
O Fórum Universal das Culturas encontra-se a decorrer em Barcelona (Espanha) até Setembro. Durante cinco meses, este evento vai promover centenas de espectáculos de artistas como Sting, Norah Jones, Lenny Kravitz, Cesária Évora e Mariza.
Com o objectivo de aproximar culturas através do diálogo entre os vários povos, o Fórum Universal das Culturas irá promover, sob os lemas diversidade cultural, desenvolvimento sustentado e condições para a paz, várias iniciativas culturais.
Exposições exclusivas, debates, concertos, espectáculos de teatro, dança e circo são algumas de actividades que Barcelona irá receber.
Na música destaca-se os concertos de Pat Travers, Sting, Norah Jones, Lenny Kravitz, Bob Dylan, Alejandro Sanz, Carlinhos Brown, B.B. King, Cesária Évora.
A participação nacional é assegurada por Mariza, The Gift e Cool Hipnoise.
A organização estima receber mais de cinco milhões de visitantes.
10-05-2004 12:32:17
O Fórum Universal das Culturas encontra-se a decorrer em Barcelona (Espanha) até Setembro. Durante cinco meses, este evento vai promover centenas de espectáculos de artistas como Sting, Norah Jones, Lenny Kravitz, Cesária Évora e Mariza.
Com o objectivo de aproximar culturas através do diálogo entre os vários povos, o Fórum Universal das Culturas irá promover, sob os lemas diversidade cultural, desenvolvimento sustentado e condições para a paz, várias iniciativas culturais.
Exposições exclusivas, debates, concertos, espectáculos de teatro, dança e circo são algumas de actividades que Barcelona irá receber.
Na música destaca-se os concertos de Pat Travers, Sting, Norah Jones, Lenny Kravitz, Bob Dylan, Alejandro Sanz, Carlinhos Brown, B.B. King, Cesária Évora.
A participação nacional é assegurada por Mariza, The Gift e Cool Hipnoise.
A organização estima receber mais de cinco milhões de visitantes.
10-05-2004 12:32:17
Extreme Sports no Serviço Digital
in Público
Por C.T.
Segunda-feira, 10 de Maio de 2004
A TV Cabo está a ponderar a oferta de novos canais temáticos na área dos desportos radicais e das séries infantis. A seguir ao lançamento do AXN, o canal de séries e filmes estrangeiros que vai arrancar no dia 19, a empresa tem em preparação a oferta do canal Extreme Sports, dedicado aos adeptos dos desportos radicais como o skate, surf, snowboard, motos, bicicletas todo-o-terreno, etc. O arranque do canal deverá coincidir com a realização no bairro lisboeta de Alfama de uma prova de bicicletas todo-o-terreno.
Este canal, de concepção europeia, destina-se ao segmento jovem a que é também dedicado o canal de música MTV, mas irá ser disponibilizado apenas no serviço digital da TV Cabo, acessível aos cerca de 200 mil utilizadores que dispõem de uma "power box".
Na área infantil, estão em curso contactos com diversos canais estrangeiros que possam aumentar a oferta da TV Cabo nessa área. O canal norte-americano Fox Kids é um dos visados.
Por C.T.
Segunda-feira, 10 de Maio de 2004
A TV Cabo está a ponderar a oferta de novos canais temáticos na área dos desportos radicais e das séries infantis. A seguir ao lançamento do AXN, o canal de séries e filmes estrangeiros que vai arrancar no dia 19, a empresa tem em preparação a oferta do canal Extreme Sports, dedicado aos adeptos dos desportos radicais como o skate, surf, snowboard, motos, bicicletas todo-o-terreno, etc. O arranque do canal deverá coincidir com a realização no bairro lisboeta de Alfama de uma prova de bicicletas todo-o-terreno.
Este canal, de concepção europeia, destina-se ao segmento jovem a que é também dedicado o canal de música MTV, mas irá ser disponibilizado apenas no serviço digital da TV Cabo, acessível aos cerca de 200 mil utilizadores que dispõem de uma "power box".
Na área infantil, estão em curso contactos com diversos canais estrangeiros que possam aumentar a oferta da TV Cabo nessa área. O canal norte-americano Fox Kids é um dos visados.
Barcelona é capital mundial da Internet por cinco dias
in Diario Digital
A cidade de Barcelona recebe a partir desta segunda-feira e durante cinco dias, o Internet Global Congress (IGC), tornando-se assim na capital mundial da Internet.
Nesta iniciativa deverão participar 2.600 profissionais para discutirem assuntos sobre a rede.
O congresso, com o titulo de «Construindo uma Internet aberta e de confiança», vai contar com directores de companhias relacionada com as novas tecnologias, como a Hewlett Packard, a Nokia, a IBM e a Microsoft, entre outras, e especialistas internacionais, como o presidente da associação que promove o desenvolvimento da Internet 2, Douglas van Houweling.
10-05-2004 12:49:51
A cidade de Barcelona recebe a partir desta segunda-feira e durante cinco dias, o Internet Global Congress (IGC), tornando-se assim na capital mundial da Internet.
Nesta iniciativa deverão participar 2.600 profissionais para discutirem assuntos sobre a rede.
O congresso, com o titulo de «Construindo uma Internet aberta e de confiança», vai contar com directores de companhias relacionada com as novas tecnologias, como a Hewlett Packard, a Nokia, a IBM e a Microsoft, entre outras, e especialistas internacionais, como o presidente da associação que promove o desenvolvimento da Internet 2, Douglas van Houweling.
10-05-2004 12:49:51
PT lança serviço pré-pago para banda larga
A Portugal Telecom (PT) anunciou na segunda-feira o lançamento do ZZT, o primeiro serviço pré-pago de acesso à Internet em banda larga.
A novidade foi anunciada por Miguel Horta e Costa, presidente da PT, em conferência de imprensa da PT Multimedia realizada em Lisboa.
Zeinal Bava, responsável da PTM, disse que o serviço custará 22,5 euros a pagar em 60 em 60 dias, sem mensalidade garantida e um processo simples de recarregamento, bastando uma chamada para o call center.
A novidade foi anunciada por Miguel Horta e Costa, presidente da PT, em conferência de imprensa da PT Multimedia realizada em Lisboa.
Zeinal Bava, responsável da PTM, disse que o serviço custará 22,5 euros a pagar em 60 em 60 dias, sem mensalidade garantida e um processo simples de recarregamento, bastando uma chamada para o call center.
sábado, maio 08, 2004
The Day After Tomorrow, mais uma polémica
Filme-catástrofe Sobre Os Efeitos do Aquecimento Global Causa Polémica nos EUA
Por ANDREW BRIDGES, AP
Sexta-feira, 07 de Maio de 2004
Uma mega tempestade envolve o planeta, provocando tornados que varrem Los Angeles.Tóquio é arrasada por bolas de granizo do tamanho de toranjas, e Nova Deli é soterrada por neve. Após décadas a lidar com vulcões, extraterrestres, tremores de terra, asteróides e todos as catástrofes imagináveis, Hollywood voltou a atenção para um dos mais quentes assuntos científicos e políticos na ordem do dia: as alterações climáticas.
Não se pense que o filme "The Day After Tomorrow", brevemente nas salas de cinema, conta uma história plausível. No filme, que custou 125 milhões de dólares, o aquecimento global provoca uma sequência de acontecimentos que congelam o planeta num abrir e fechar de olhos.
Ninguém acredita que isto pudesse passar-se com a velocidade que acontece no filme, e muito menos os produtores da 20th Century Fox. "É muito cinematográfico escolher o cenário mais trágico, e foi o que nós fizemos", afirmou o co-autor do guião, Jeffrey Nachmanoff.
De qualquer modo, os cientistas estão a aceitar o filme - o que é fora do comum, dado que os investigadores trabalham com factos.
"A minha primeira reacção foi 'Meu Deus, isto é um desastre porque é uma enorme distorção da ciência. De certeza que vai provocar reacções adversas", disse Dan Schrag, um paleoclimatológo da Universidade de Harvard. "Mas acalmei-me, porque acho que o público é suficientemente sensato para distinguir Hollywood do mundo real."
Dan Schrag espera que o filme leve as pessoas a interessar-se pelo fenómeno do aquecimento global, assim como "Jurassic Park" despertou o interesse do público pelos dinossauros.
No filme, programado para ser exibido nos Estados Unidos no fim deste mês, o aquecimento global derrete as calotes polares, enviando torrentes de água fria para os oceanos. Essas cheias arrefecem a corrente do Atlântico Norte e desencadeiam uma nova idade do gelo, a nível planetário.
No filme, dirigido por Roland Emmerich (de "Independence Day"), surgem todo o tipo de fenómenos meteorológicos violentos. Muitos foram inseridos como uma justificação para utilizar modernos efeitos especiais, disse Nachmanoff.
Vários cientistas que viram o filme mostram-se tolerantes, fechando até os olhos à rapidez com que os acontecimentos se vão sucedendo. "A ciência é má, mas talvez esta seja uma oportunidade para intensificar o diálogo sobre o papel dos seres humanos nas alterações climáticas", disse William Patzert, investigador oceanográfico da NASA.
Muitas pessoas, incluindo os produtores, reconheceram que o tempo tinha que ser comprimido, para manter o interesse da audiência. Quando os cientistas que estudam o clima falam sobre alterações bruscas, estão a referir-se a centenas de milhares de anos. "A Fox não vai produzir um filme que se prolonga por 10 mil anos", comentou Patzert.
Tim Barnett, físico marinho do Instituto de Oceanografia Scripps, viu um "trailer" mais extensa do filme, e diz que mesmo alterações mais lentas podem causar estragos maciços. Mudanças subtis nos padrões de precipitação podem ter efeitos drásticos para as civilizações que não se consigam adaptar ou deslocar, de armas e bagagens, para outro ponto do globo.
Vários cientistas concordam que as alterações climáticas estão a acontecer, e que a actividade humana, sobretudo a queima de combustíveis fósseis, tem efeitos nessas mudanças. Mas o debate prossegue entre os políticos, sobretudo nos EUA.
No início, a NASA reagiu ao filme, ordenando aos cientistas que não o discutissem com os meios de comunicação. Mais tarde, a agência espacial clarificou as instruções, dizendo que não tencionava silenciar os cientistas. Alguns afirmaram que se estava a tentar limitar a discussão acerca do aquecimento global.
No filme, a actividade humana ajuda a desencadear a sequência de acontecimentos climáticos. As consequências são ilustradas pelos refugiados que, numa irónica inversão dos padrões de imigração correntes, escapam ao gelo dirigindo-se para o sul, ao longo da fronteira dos EUA com o México. "O que vai acontecer vai ser francamente pior do que aquilo que o filme mostra. A nossa forma de vida vai sofrer pressões enormes, e vão ocorrer conflitos intensos", disse Barnett.
O filme também mobilizou os activistas, que estão a aproveitar a ocasião para fomentar a discussão pública sobre um assunto que sentem que está a receber pouca atenção por parte do público e dos políticos. Lembram o que aconteceu com "The Day After", um filme de 1983 feito para televisão e que retratava o pós-guerra nuclear, e gerou um grande debate.
Por ANDREW BRIDGES, AP
Sexta-feira, 07 de Maio de 2004
Uma mega tempestade envolve o planeta, provocando tornados que varrem Los Angeles.Tóquio é arrasada por bolas de granizo do tamanho de toranjas, e Nova Deli é soterrada por neve. Após décadas a lidar com vulcões, extraterrestres, tremores de terra, asteróides e todos as catástrofes imagináveis, Hollywood voltou a atenção para um dos mais quentes assuntos científicos e políticos na ordem do dia: as alterações climáticas.
Não se pense que o filme "The Day After Tomorrow", brevemente nas salas de cinema, conta uma história plausível. No filme, que custou 125 milhões de dólares, o aquecimento global provoca uma sequência de acontecimentos que congelam o planeta num abrir e fechar de olhos.
Ninguém acredita que isto pudesse passar-se com a velocidade que acontece no filme, e muito menos os produtores da 20th Century Fox. "É muito cinematográfico escolher o cenário mais trágico, e foi o que nós fizemos", afirmou o co-autor do guião, Jeffrey Nachmanoff.
De qualquer modo, os cientistas estão a aceitar o filme - o que é fora do comum, dado que os investigadores trabalham com factos.
"A minha primeira reacção foi 'Meu Deus, isto é um desastre porque é uma enorme distorção da ciência. De certeza que vai provocar reacções adversas", disse Dan Schrag, um paleoclimatológo da Universidade de Harvard. "Mas acalmei-me, porque acho que o público é suficientemente sensato para distinguir Hollywood do mundo real."
Dan Schrag espera que o filme leve as pessoas a interessar-se pelo fenómeno do aquecimento global, assim como "Jurassic Park" despertou o interesse do público pelos dinossauros.
No filme, programado para ser exibido nos Estados Unidos no fim deste mês, o aquecimento global derrete as calotes polares, enviando torrentes de água fria para os oceanos. Essas cheias arrefecem a corrente do Atlântico Norte e desencadeiam uma nova idade do gelo, a nível planetário.
No filme, dirigido por Roland Emmerich (de "Independence Day"), surgem todo o tipo de fenómenos meteorológicos violentos. Muitos foram inseridos como uma justificação para utilizar modernos efeitos especiais, disse Nachmanoff.
Vários cientistas que viram o filme mostram-se tolerantes, fechando até os olhos à rapidez com que os acontecimentos se vão sucedendo. "A ciência é má, mas talvez esta seja uma oportunidade para intensificar o diálogo sobre o papel dos seres humanos nas alterações climáticas", disse William Patzert, investigador oceanográfico da NASA.
Muitas pessoas, incluindo os produtores, reconheceram que o tempo tinha que ser comprimido, para manter o interesse da audiência. Quando os cientistas que estudam o clima falam sobre alterações bruscas, estão a referir-se a centenas de milhares de anos. "A Fox não vai produzir um filme que se prolonga por 10 mil anos", comentou Patzert.
Tim Barnett, físico marinho do Instituto de Oceanografia Scripps, viu um "trailer" mais extensa do filme, e diz que mesmo alterações mais lentas podem causar estragos maciços. Mudanças subtis nos padrões de precipitação podem ter efeitos drásticos para as civilizações que não se consigam adaptar ou deslocar, de armas e bagagens, para outro ponto do globo.
Vários cientistas concordam que as alterações climáticas estão a acontecer, e que a actividade humana, sobretudo a queima de combustíveis fósseis, tem efeitos nessas mudanças. Mas o debate prossegue entre os políticos, sobretudo nos EUA.
No início, a NASA reagiu ao filme, ordenando aos cientistas que não o discutissem com os meios de comunicação. Mais tarde, a agência espacial clarificou as instruções, dizendo que não tencionava silenciar os cientistas. Alguns afirmaram que se estava a tentar limitar a discussão acerca do aquecimento global.
No filme, a actividade humana ajuda a desencadear a sequência de acontecimentos climáticos. As consequências são ilustradas pelos refugiados que, numa irónica inversão dos padrões de imigração correntes, escapam ao gelo dirigindo-se para o sul, ao longo da fronteira dos EUA com o México. "O que vai acontecer vai ser francamente pior do que aquilo que o filme mostra. A nossa forma de vida vai sofrer pressões enormes, e vão ocorrer conflitos intensos", disse Barnett.
O filme também mobilizou os activistas, que estão a aproveitar a ocasião para fomentar a discussão pública sobre um assunto que sentem que está a receber pouca atenção por parte do público e dos políticos. Lembram o que aconteceu com "The Day After", um filme de 1983 feito para televisão e que retratava o pós-guerra nuclear, e gerou um grande debate.
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Mamíferos: Tamanho do Pénis Varia Consoante a Latitude
in Público
Sexta-feira, 07 de Maio de 2004
Um estudo realizado em mamíferos de todos os cantos do mundo revelou que o tamanho do pénis depende dos lugares onde vivem os animais. Os que habitam em latitudes mais altas estão mais bem servidos do que as espécies de climas mais quentes, garantiram os canadianos Steven Ferguson e Serge Larivière, depois de reunirem informações sobre o tamanho do osso peniano, de 122 mamíferos carnívoros de todo o mundo. Isto deve-se provavelmente a diferentes estratégias de acasalamento que se observam em climas distintos, concluíram os cientistas no estudo publicado na revista "Oikos" e citado pelo serviço noticioso da "Nature" ( http://www.nature.com/nsu ). Um animal como o elefante-marinho, por exemplo, vive em grandes colónias e tem de lutar por uma fêmea, por isso os machos chegam a pesar 2300 quilos, mas têm ossos penianos relativamente pequenos. As morsas, por outro lado, que habitam no Árctico, pesam menos mas o osso peniano que pode atingir os 60 centímetros em comprimento. Aqui os encontros sexuais são menos frequentes e por isso um órgão sexual mais longo pode melhorar as hipóteses de inseminação da parceira, já que o esperma é inserido mais próximo do ovócito.
Sexta-feira, 07 de Maio de 2004
Um estudo realizado em mamíferos de todos os cantos do mundo revelou que o tamanho do pénis depende dos lugares onde vivem os animais. Os que habitam em latitudes mais altas estão mais bem servidos do que as espécies de climas mais quentes, garantiram os canadianos Steven Ferguson e Serge Larivière, depois de reunirem informações sobre o tamanho do osso peniano, de 122 mamíferos carnívoros de todo o mundo. Isto deve-se provavelmente a diferentes estratégias de acasalamento que se observam em climas distintos, concluíram os cientistas no estudo publicado na revista "Oikos" e citado pelo serviço noticioso da "Nature" ( http://www.nature.com/nsu ). Um animal como o elefante-marinho, por exemplo, vive em grandes colónias e tem de lutar por uma fêmea, por isso os machos chegam a pesar 2300 quilos, mas têm ossos penianos relativamente pequenos. As morsas, por outro lado, que habitam no Árctico, pesam menos mas o osso peniano que pode atingir os 60 centímetros em comprimento. Aqui os encontros sexuais são menos frequentes e por isso um órgão sexual mais longo pode melhorar as hipóteses de inseminação da parceira, já que o esperma é inserido mais próximo do ovócito.
sexta-feira, maio 07, 2004
Director da Sábado diz que não há lugar para quatro
Impressionante. Esta nova revista é uma imitação da Visão. Em tudo. Quando digo em tudo, é mesmo em tudo. É feita para imitar... impressiona nesse sentido. Tem algumas coisas interessantes. Acaba por ser uma concorrente forte, só é pena tanta imitação...
in Público
Neste contexto, o principal investimento monetário para o lançamento da "Sábado" foi no "marketing", que tem um orçamento previsto de três milhões de euros. O principal alvo são as classes sociais mais elevadas (A, B, C1), pretendendo a revista atrair leitores urbanos entre os 25 e os 54 anos.
Com 148 páginas e vendida ao preço de 2,70 euros, a nova revista surge para concorrer com outras publicações que se situam já no mesmo segmento: "Visão", líder de mercado, "Focus" e "Tempo". A tiragem média inicial vai ser, de acordo com dados da própria publicação, de 110 mil exemplares.
A "newsmagazine" quer apostar sobretudo nas áreas de política, economia, segurança e sociedade, afirmou à Lusa o director, João Gobern. "Em princípio a aposta é dentro das áreas de política, economia, segurança e sociedade, nas quais queremos ter sempre belas histórias", referiu, admitindo que "o destaque pode ser dado a qualquer secção consoante a relevância do artigo". A nova revista irá também apostar "na grande reportagem e no jornalismo de investigação", sublinhou.
Gobern afirmou acreditar que a revista irá liderar o segmento, admitindo poder provocar a extinção de alguns dos títulos do sector. "Queremos chegar à liderança", disse, ressalvando que "esse objectivo não deverá ser alcançado num prazo inferior a cinco anos". "Ninguém espera que, em dez meses, a 'Sábado' consiga destronar" a "Visão", afirmou.
Para o director da nova revista, que já trabalhou tanto na "Visão" como na "Focus", o mercado português não tem capacidade para manter quatro publicações deste tipo. No futuro "só poderão sobreviver duas 'newsmagazines' no mercado português", esperando o jornalista que elas sejam a "Sábado" e a "Visão".
in Público
Neste contexto, o principal investimento monetário para o lançamento da "Sábado" foi no "marketing", que tem um orçamento previsto de três milhões de euros. O principal alvo são as classes sociais mais elevadas (A, B, C1), pretendendo a revista atrair leitores urbanos entre os 25 e os 54 anos.
Com 148 páginas e vendida ao preço de 2,70 euros, a nova revista surge para concorrer com outras publicações que se situam já no mesmo segmento: "Visão", líder de mercado, "Focus" e "Tempo". A tiragem média inicial vai ser, de acordo com dados da própria publicação, de 110 mil exemplares.
A "newsmagazine" quer apostar sobretudo nas áreas de política, economia, segurança e sociedade, afirmou à Lusa o director, João Gobern. "Em princípio a aposta é dentro das áreas de política, economia, segurança e sociedade, nas quais queremos ter sempre belas histórias", referiu, admitindo que "o destaque pode ser dado a qualquer secção consoante a relevância do artigo". A nova revista irá também apostar "na grande reportagem e no jornalismo de investigação", sublinhou.
Gobern afirmou acreditar que a revista irá liderar o segmento, admitindo poder provocar a extinção de alguns dos títulos do sector. "Queremos chegar à liderança", disse, ressalvando que "esse objectivo não deverá ser alcançado num prazo inferior a cinco anos". "Ninguém espera que, em dez meses, a 'Sábado' consiga destronar" a "Visão", afirmou.
Para o director da nova revista, que já trabalhou tanto na "Visão" como na "Focus", o mercado português não tem capacidade para manter quatro publicações deste tipo. No futuro "só poderão sobreviver duas 'newsmagazines' no mercado português", esperando o jornalista que elas sejam a "Sábado" e a "Visão".
Lançamento da nova revista Sábado (newsmagazine da Cofina)
«As histórias do primeiro número vão surpreender»
A revista Sábado, que amanhã chega às bancas, quer «ocupar um espaço particular» no mercado das revistas de informação geral (newsmagazines). Partindo «de propostas que consideramos muito originais, queremos fazer melhor do que os projectos que já existem», disse ao DN João Gobern, o director da nova publicação.No momento em que, finalmente, o projecto está pronto para ser oferecido aos leitores, o director afirma que «o sucesso significa o vingar da personalidade própria» da publicação que «a médio prazo quer ser o padrão» neste segmento editorial.
A existência de outras revistas idênticas no mercado nacional não preocupa João Gobern: «A concorrência é que tem de nos temer. Apreciamos o trabalho dos outros, respeitamos esse 'porta-aviões' que é a Visão e estamos atentos à Focus. Mas também consideramos que somos uma óptima alternativa, com uma personalidade própria.»
A Sábado «aposta nas boas histórias e nas boas notícias» e em «marcar a agenda». Nesse sentido, o director revela que «as histórias que temos no primeiro número, vão surpreender as pessoas».
A opinião será um dos espaços mais importantes da revista, que promete uma boa estreia com o confronto entre José Sócrates e Pedro Santana Lopes. Para além dos comentários de José Pacheco Pereira.
O director da Sábado salienta, igualmente, os exclusivos da revista internacionalThe Economist, do jornal espanhol El Mundo e da brasileira Isto É. SINTONIA João Gobern, jornalista com uma vasta carreira, refere com orgulho que este «é o segundo projecto» que ajuda «a lançar». Da direcção da revista fazem ainda parte João Marcelino, Filomena Martins e Martim Avillez Figueiredo.
O chefe de redacção é André Macedo e o redactor prinicipal é Ferreira Fernandes. As áreas da família, segurança e União Europeia merecem uma atenção especial da Sábado, que terá ainda um espaço privilegiado para a informação desportiva. Os assuntos de sociedade e internacionais também serão abordados. Nesta nova aventura, o director sublinha que a «sintonia de ideias entre os jornalistas, fotógrafos, gráficos, publicitários» e «a utilização das sinergias do grupo», são factores que vão contribuir para o êxito da Sábado.
O projecto tem o aliciante de estabelecer «uma linha de equilíbrio entre uma revista mensal e o ritmo frenético de um jornal diário», nas palavras de João Gobern. Na véspera da saída, João Gobern manifestou a sua «confiança e esperança» no êxito da publicação, que oferece 148 páginas por 2,70 euros.
A revista Sábado, que amanhã chega às bancas, quer «ocupar um espaço particular» no mercado das revistas de informação geral (newsmagazines). Partindo «de propostas que consideramos muito originais, queremos fazer melhor do que os projectos que já existem», disse ao DN João Gobern, o director da nova publicação.No momento em que, finalmente, o projecto está pronto para ser oferecido aos leitores, o director afirma que «o sucesso significa o vingar da personalidade própria» da publicação que «a médio prazo quer ser o padrão» neste segmento editorial.
A existência de outras revistas idênticas no mercado nacional não preocupa João Gobern: «A concorrência é que tem de nos temer. Apreciamos o trabalho dos outros, respeitamos esse 'porta-aviões' que é a Visão e estamos atentos à Focus. Mas também consideramos que somos uma óptima alternativa, com uma personalidade própria.»
A Sábado «aposta nas boas histórias e nas boas notícias» e em «marcar a agenda». Nesse sentido, o director revela que «as histórias que temos no primeiro número, vão surpreender as pessoas».
A opinião será um dos espaços mais importantes da revista, que promete uma boa estreia com o confronto entre José Sócrates e Pedro Santana Lopes. Para além dos comentários de José Pacheco Pereira.
O director da Sábado salienta, igualmente, os exclusivos da revista internacionalThe Economist, do jornal espanhol El Mundo e da brasileira Isto É. SINTONIA João Gobern, jornalista com uma vasta carreira, refere com orgulho que este «é o segundo projecto» que ajuda «a lançar». Da direcção da revista fazem ainda parte João Marcelino, Filomena Martins e Martim Avillez Figueiredo.
O chefe de redacção é André Macedo e o redactor prinicipal é Ferreira Fernandes. As áreas da família, segurança e União Europeia merecem uma atenção especial da Sábado, que terá ainda um espaço privilegiado para a informação desportiva. Os assuntos de sociedade e internacionais também serão abordados. Nesta nova aventura, o director sublinha que a «sintonia de ideias entre os jornalistas, fotógrafos, gráficos, publicitários» e «a utilização das sinergias do grupo», são factores que vão contribuir para o êxito da Sábado.
O projecto tem o aliciante de estabelecer «uma linha de equilíbrio entre uma revista mensal e o ritmo frenético de um jornal diário», nas palavras de João Gobern. Na véspera da saída, João Gobern manifestou a sua «confiança e esperança» no êxito da publicação, que oferece 148 páginas por 2,70 euros.
quinta-feira, maio 06, 2004
Shell aumenta preço dos combustíveis
Petróleo atinge sucessivos máximos dos últimos 13 anos
[Combustíveis já aumentaram 10% desde o inicio do ano; BP e Shell na frente da corrida - era interessante ver um boicote generalizado a estas multinacionais saciosas por dinheiro. O consumidor também tem poder nas suas mãos, porque não usá-lo? Talvez resulte melhor do que as constantes manifs contra o Governo. (não custa tentar...)]
Lusa
A petrolífera Shell, terceira operadora no mercado português, voltou hoje a aumentar o preço dos combustíveis, mantendo-se a pressão para a subida com a escalada do preço do petróleo nos mercados internacionais.
O preço do petróleo atingiu hoje um novo recorde dos últimos 13 anos, tanto na Europa, como nos Estados Unidos, com os valores neste mercado a chegaram quase os 40 dólares (33,13 euros) por cada barril (191 litros).
Esse parece ser o motivo para a Shell alterar de novo a sua política de preços ao consumidor final.
O gasóleo aumentou pouco mais de um cêntimo, para 0,779 euros por litro; a gasolina sem chumbo 95 octanas custa agora 1,029 euros; e a sem chumbo 98 sobe para 1,089 euros.
A BP antecipou-se à nova subida dos preços do petróleo e na terça-feira aumentou os seus produtos para valores iguais aos da Shell.
[Combustíveis já aumentaram 10% desde o inicio do ano; BP e Shell na frente da corrida - era interessante ver um boicote generalizado a estas multinacionais saciosas por dinheiro. O consumidor também tem poder nas suas mãos, porque não usá-lo? Talvez resulte melhor do que as constantes manifs contra o Governo. (não custa tentar...)]
Lusa
A petrolífera Shell, terceira operadora no mercado português, voltou hoje a aumentar o preço dos combustíveis, mantendo-se a pressão para a subida com a escalada do preço do petróleo nos mercados internacionais.
O preço do petróleo atingiu hoje um novo recorde dos últimos 13 anos, tanto na Europa, como nos Estados Unidos, com os valores neste mercado a chegaram quase os 40 dólares (33,13 euros) por cada barril (191 litros).
Esse parece ser o motivo para a Shell alterar de novo a sua política de preços ao consumidor final.
O gasóleo aumentou pouco mais de um cêntimo, para 0,779 euros por litro; a gasolina sem chumbo 95 octanas custa agora 1,029 euros; e a sem chumbo 98 sobe para 1,089 euros.
A BP antecipou-se à nova subida dos preços do petróleo e na terça-feira aumentou os seus produtos para valores iguais aos da Shell.
Combustíveis: Revendedores ameaçam encerrar postos durante três dias
Associações de transportes exigem compensações - aumentos e mais aumentos
[Será isto normal? Que tal usar outro tipo de recursos, que não a gasolina... era melhor solução.]
Lusa
Os revendedores de combustíveis ameaçam encerrar os postos de abastecimento durante dois ou três dias,se o Governo não intervir no mercado para acabar com o que chamam de "falsa liberalização".
A disponibilidade para avançar com medidas de luta "mais duras" foi manifestada na assembleia geral da Associação Nacional dos Revendedores de Combustíveis (ANAREC), realizada ontem, e contou com o apoio de cerca de 90 por cento dos dois mil sócios da associação, anunciou o seu presidente, António Saleiro.
Associações de transportes ameaçam com aumento dos tarifários
A constante subida do preço dos combustíveis, desde a liberalização a 1 de Janeiro, tem sido contestada também pelas associações de transportes. A Federação Portuguesa de Transportadores Rodoviários, reunida hoje em Lisboa, calcula que até ao final do ano o sector somará 54 milhões de euros de prejuízos.
Para evitar este cenário, Associação Nacional de Transportadores Rodoviários em Automóveis Ligeiros (ANTRAL) e a Associação Nacional de Transportadores Rodoviários de Pesados de Passageiros (ANTROP) exigem compensações do Governo. Caso contrário, ameaçam com uma subida do tarifário em três por cento.
Ainda assim, no encontro realizado hoje — que contou também com a presença da Associação Nacional de Transportadores Rodoviários de Mercadorias (ANTRAM) — foi decidido não avançar com medidas de protesto antes da reunião com o secretário de Estado dos Transportes, agendada para 26 de Maio.
Posição diferente tem a Federação Portuguesa do Táxi (FPT), para quem o aumento intercalar das tarifas só irá contribuir para diminuir a procura. "O sector vive uma grande crise, a procura continua a diminuir, pelo que a subida das tarifas dos táxis não só seria injusta como agudizaria esta situação", afirmou Carlos Ramos, presidente da FPT.
[Será isto normal? Que tal usar outro tipo de recursos, que não a gasolina... era melhor solução.]
Lusa
Os revendedores de combustíveis ameaçam encerrar os postos de abastecimento durante dois ou três dias,se o Governo não intervir no mercado para acabar com o que chamam de "falsa liberalização".
A disponibilidade para avançar com medidas de luta "mais duras" foi manifestada na assembleia geral da Associação Nacional dos Revendedores de Combustíveis (ANAREC), realizada ontem, e contou com o apoio de cerca de 90 por cento dos dois mil sócios da associação, anunciou o seu presidente, António Saleiro.
Associações de transportes ameaçam com aumento dos tarifários
A constante subida do preço dos combustíveis, desde a liberalização a 1 de Janeiro, tem sido contestada também pelas associações de transportes. A Federação Portuguesa de Transportadores Rodoviários, reunida hoje em Lisboa, calcula que até ao final do ano o sector somará 54 milhões de euros de prejuízos.
Para evitar este cenário, Associação Nacional de Transportadores Rodoviários em Automóveis Ligeiros (ANTRAL) e a Associação Nacional de Transportadores Rodoviários de Pesados de Passageiros (ANTROP) exigem compensações do Governo. Caso contrário, ameaçam com uma subida do tarifário em três por cento.
Ainda assim, no encontro realizado hoje — que contou também com a presença da Associação Nacional de Transportadores Rodoviários de Mercadorias (ANTRAM) — foi decidido não avançar com medidas de protesto antes da reunião com o secretário de Estado dos Transportes, agendada para 26 de Maio.
Posição diferente tem a Federação Portuguesa do Táxi (FPT), para quem o aumento intercalar das tarifas só irá contribuir para diminuir a procura. "O sector vive uma grande crise, a procura continua a diminuir, pelo que a subida das tarifas dos táxis não só seria injusta como agudizaria esta situação", afirmou Carlos Ramos, presidente da FPT.
Casa da Imprensa projecta construção de uma Casa do Jornalista
O presidente do Conselho de Administração da Casa da Imprensa - Associação Mutualista, Fialho de Oliveira, enviou aos associados com mais de 50 anos um inquérito sobre o projecto de construção de uma Casa do Jornalista.
A administração da Casa da Imprensa quer agora conhecer, com máximo rigor possível, qual a receptividade que os associados hoje com mais de 50 anos de idade terão face à criação de uma Casa do Jornalista.
No documento, a Casa da Imprensa refere ainda que as futuras instalações se destinam aos mais idosos ou necessitados e suas famílias e deverão incluir um sector de acompanhamento permanente de médicos, enfermeiros e pessoal técnico.
Até agora a associação mutualista dos jornalista já criou um grupo de trabalho conjunto com autarquias, fez levantamento do número de jornalistas por idades, comparou iniciativas similares, estudou a natureza jurídica do projecto e as fontes possíveis de financiamento.
Empenhados na iniciativa estão, além da Casa da Imprensa, o Sindicato dos Jornalistas e o Clube de Jornalistas.
A Casa da Imprensa, que no próximo ano comemora cem anos, tem presentemente cerca 1700 associados.
Portugueses Defendem Apoios Parciais à Imprensa Regional
Por LUSA, com PÚBLICO
Quinta-feira, 06 de Maio de 2004
Os portugueses defendem apoios governamentais parciais à imprensa regional no âmbito do porte-pago, segundo um estudo apresentado pelo secretário de Estado adjunto do ministro da Presidência, na sessão de encerramento do X Congresso de Imprensa, promovido esta semana pela Associação Portuguesa de Imprensa em Porto Seguro, no Brasil.
"Quase metade dos inquiridos (47 por cento) considerou que os apoios do Governo à imprensa regional deviam ser parciais, sendo que 28 por cento defendeu apoios totais", referiu Feliciano Barreiras Duarte, citado pela Lusa.
De acordo com o secretário de Estado, a análise foi elaborada pelo Instituto de Pesquisa de Opinião e Mercado (IPOM) e reuniu uma amostra de cerca de 800 pessoas. O estudo ajudará o governo a completar o diagnóstico do sector da comunicação social regional, que irá brevemente sofrer uma reforma.
De acordo com o estudo, a quase totalidade dos entrevistados (cerca de 93 por cento) considera que a imprensa regional assume um papel determinante para o desenvolvimento regional e na promoção local das regiões. Público
Controverso Severino Antinori
O controverso ginecologista italiano Severino Antinori, célebre por ter viabilizado partos em mulheres na menopausa, afirma que há três bebés no mundo nascidos graças à técnica da clonagem, noticiou hoje a imprensa italiana.
Em declarações aos jornalistas sobre o Congresso da Associação Mundial de Reprodução Assistida (WARM), que hoje se inicia em Roma, Antinori disse que esses bebés nasceram graças à "técnica da transferência nuclear", expressão que prefere utilizar devido à "conotação demasiado negativa" da clonagem.
O médico não quis precisar quando ou onde nasceram as crianças, nem deu pormenores sobre o seu estado de saúde actual.
"A clonagem é uma coisa que já foi realizada", disse Antinori. "Funciona e é um resultado que era impensável há apenas três anos", acrescentou, referindo-se a trabalhos de investigadores sul-coreanos recentemente divulgados pela revista "Science".
Esses investigadores conseguiram produzir pela primeira vez por clonagem um embrião humano e retirar dele células estaminais embrionárias geneticamente idênticas às da pessoa clonada.
Personagem polémica, este cientista disse em 2002 que tinha conhecimento de mulheres que estariam grávidas de bebés clonados, mas nunca mais voltou a falar no assunto.
Ao apresentar o congresso da WARM, a que preside, Antinori disse que investigadores de 25 países fariam nele um ponto de situação sobre as actuais técnicas de reprodução assistida.
Ginecologista italiano garante que já nasceram três bebés clonados
O controverso ginecologista italiano Severino Antinori, célebre por ter viabilizado partos em mulheres na menopausa, afirma que há três bebés no mundo nascidos graças à técnica da clonagem, noticiou hoje a imprensa italiana.
Em declarações aos jornalistas sobre o Congresso da Associação Mundial de Reprodução Assistida (WARM), que hoje se inicia em Roma, Antinori disse que esses bebés nasceram graças à "técnica da transferência nuclear", expressão que prefere utilizar devido à "conotação demasiado negativa" da clonagem.
O médico não quis precisar quando ou onde nasceram as crianças, nem deu pormenores sobre o seu estado de saúde actual.
"A clonagem é uma coisa que já foi realizada", disse Antinori. "Funciona e é um resultado que era impensável há apenas três anos", acrescentou, referindo-se a trabalhos de investigadores sul-coreanos recentemente divulgados pela revista "Science".
Esses investigadores conseguiram produzir pela primeira vez por clonagem um embrião humano e retirar dele células estaminais embrionárias geneticamente idênticas às da pessoa clonada.
Personagem polémica, este cientista disse em 2002 que tinha conhecimento de mulheres que estariam grávidas de bebés clonados, mas nunca mais voltou a falar no assunto.
Ao apresentar o congresso da WARM, a que preside, Antinori disse que investigadores de 25 países fariam nele um ponto de situação sobre as actuais técnicas de reprodução assistida.
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