quinta-feira, julho 23, 2009
segunda-feira, junho 15, 2009
detroit o centro dos eléctricos?
quinta-feira, abril 23, 2009
um automóvel 100% eléctrico por lisboa
Mitsubishi i-MiEV
O futuro circula aqui
Pequeno, como um Mitsubishi Colt ou mesmo um Toyota Aygo. Silencioso como carro de golf eléctrico. Quase tão rápido quanto um Fiat 500 1.2. Ágil q.b., quase como um Opel Ágila. Com uma condução e manuseamento mais fácil do que a de um híbrido como o Honda Civic Hybrid ou o Toyota Prius.
Testámos o novo Mitsubishi i-Miev em Portugal (apesar de só estar à venda no Japão e chegar à Europa já em 2010) e para além de todas estas semelhanças com um veículo vulgar, trata-se de um automóvel incrivelmente singular. Estivemos na presença de um exemplo (ainda protótipo que tem um custo enquanto tal acima do 200 mil euros) impressionante, do futuro dos automóveis para massas e ficámos convencidos.
Os modelos que estiveram a semana passada em Portugal vieram directamente do Reino Unido, com volantes à direita, a propósito do Dia Mundial da Terra. Sem pensar nesse impacto curioso de andar nas estradas portuguesas com volante "ao contrário", o i-MiEV revelou uma condução muito fácil, pacífica e que até consegue ser entusiasmante. Tratando-se de um veículo 100% eléctrico, desde o momento em que se liga a chave, até ao momento em que saímos do veículo, não há o barulho alto que um motor a combustão tem.
Velocidade máxima de 130 km/h e autonomia estimada de 144 km, já segundo as normas europeias.
Aliás, parece que viajamos num silêncio profundo, onde se ouve todos os barulhos do andamento (é prejudicial na perspectiva dos peões não ouvirem a aproximação do veículo, mas poderá ter sons de sinalização na versão europeia).
Quando se pressiona o acelerador verifica-se algum som, muito suave, tal como uma pequena nave espacial, que demonstra o maior esforço da bateria eléctrica que move o i-Miev. Tanto no arranque, como nas recuperações ou nas ultrapassagens, o pressionar no acelerador consegue, parece-nos, prestações dignas de um motor 1.2 de 69 cv, como o do Fiat 500, por exemplo.
O i-Miev não tem conta rotações. No seu lugar existe um prático indicador da utilização que se está a fazer da bateria. O nível intermédio, verde, é mais comum e não consume muita energia, o branco indica quando o esforço é maior e dá-se facilmente em subidas, onde o i-MiEV cumpre, o nível azul é quando, em desaceleração, a bateria consegue recarregar-se, o que em percurso citadino é fácil de acontecer.
Estará ainda este ano à venda no Japão e em 2010 chega ao mercado europeu. Tem 64 cv de potência e 180 Nm de binário. Chegou com facilidade aos 50km/h em menos de 100 metros, aproximadamente.
Os poucos kms que fizemos com este veículo 100% eléctrico, permitiu perceber com facilidade que o i-MiEV é um carro perfeito para a cidade (e este é o futuro mais imediato dos eléctricos). Mostra-se ideal para as situações do pára-arranca citadino, porque armazena energia na desaceleração e gasta muito pouca nos arranques suaves em que se andam poucos metros. Em velocidade também cumpre, conseguimos atingir de forma expedita os 100km/h (atinge os 130).
Testámos a versão japonesa do i-MiEV, porque só em 2010 é lançada a versão europeia do modelo eléctrico, com proporções mais generosas
Para já, pode revolucionar os mantos de fumo e CO2 que qualquer rua principal de uma cidade emite e que prejudica não só o ambiente mas o bem estar imediato dos seres humanos, depois o barulho intenso do trânsito citadino pode deixar de existir com veículos deste tipo. Poluição sonora e gasosa pode, assim, passar facilmente a ser inexistente. Trata-se de uma verdadeira revolução para o modo como os automóveis afectam uma cidade e a forma como os encaramos e utilizamos nos dias de hoje.
Os olhares nas ruas lisboetas durante este passeio foram constantes. A maior parte das pessoas que passava e comentava, percebia que era um veículo diferente e inexistente por estas bandas, mas não compreendia que era um eléctrico e porque não fazia barulho.
Os i-MiEV partem amanhã de manhã para Inglaterra. Fui o último a conduzi-los por cá. Talvez em Dezembro voltem.
CARREGAMENTO
As baterias de iões de Lítio podem ser integralmente recarregadas em apenas seis horas, através de uma simples tomada de 220v que se liga ao i-MiEV na mesma zona onde coloca combustível nos veículos movidos a combustão. A Mitsubishi está a preparar para Portugal com a EDP um carregador rápido, já existente no Japão, que carrega 80% da capacidade total das baterias em 30 minutos.
Teste no i-MiEV das 16h20 às 17h20 de hoje, 23 de Abril.
Fotos e texto: João Tomé
Artigo sobre a história dos eléctricos, da TIME
domingo, setembro 21, 2008
eléctricos pela cidade
Lisboa está a apostar nos eléctricos, ainda bem, finalmente!! Devia pensar fazer o mesmo relativamente à motos eléctricas! Sobre o estacionamento gratuito de 30 minutos para veículos eléctricos, já existe em Londres esse sistema, amplamente noticiado, e que vai muito além dos 30 minutos. E em Londres os carros eléctricos (ainda de autonomia muito reduzida, longe do que se espera cheguem a Portugal em 2010/11) já são muitos...
Espero é que se aposte realmente nisto, com dinâmica e vontade, e não se procure apenas e só ganhos políticos.
Câmara ainda vai decidir que outros veículos serão abrangidos pelo desconto
Lisboa: carros "verdes" com benesse de 30 minutos no estacionamento
A Câmara Municipal de Lisboa vai fazer descontos no estacionamento aos carros menos poluentes, A ideia, que foi anunciada durante a Semana Europeia da Mobilidade que está a decorrer, passa por criar um dístico verde que atribua, pelo menos aos veículos a gás e eléctricos, 30 minutos de parqueamento grátis nos lugares tarifados à superfície.
EDP instala pontos carregamento veículos eléctricos em Lisboa
A EDP, em parceria com a Câmara Municipal de Lisboa e a Lisboa E-Nova, vai instalar, no âmbito da Semana da Mobilidade, pontos de carregamento para veículos eléctricos em vários locais da cidade de Lisboa.
Os pontos de carregamento dos veículos eléctricos WattDrive vão estar situados, nos dias 20, 21 e 22 de Setembro, nos Jerónimos, no Marquês de Pombal, na Rua dos Sapateiros, junto ao Rossio, na Praça de Londres, na Rua António Maria Cardoso, junto ao Chiado e na Rua Domingos Sequeira, na Estrela.
Os acessos aos pontos de carregamento são gratuitos e estarão abertos entre as 10h00 e as 19h00 horas, existindo no local uma equipa de apoio da EDP para esclarecer o condutor e ajudá-lo no carregamento do veículo. A iniciativa da EDP insere-se na Semana da Mobilidade, que este tem como tema Ar puro para todos
Governo prepara legislação
Carros eléctricos como incentivo ao desenvolvimento
Está a ser planeado um enquadramento fiscal de incentivo à compra dos inovadores veículos, que devem chegar ao mercado entre 2009 e 2010. Do lado das vantagens contam-se a redução de emissões de dióxido de carbono, a menor dependência externa do petróleo e os baixos custos de funcionamento.
terça-feira, agosto 19, 2008
a paixão automóvel
O artigo de Leno no Times sobre o BMW Hydrogen 7
As críticas de Jeremy Clarkson a automóveis de eleição
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O futuro dos combustíveis
Objectivo de J. Craig Venter: mudar a maneira como o mundo funciona do ponto de vista na energia. Em vez de procurar alternativas ao petróleo para reduzir as emissões de CO2, o que Venter pretende é "inventar" geneticamente um organismo capaz de se alimentar de CO2 (reduzindo assim a respectiva quantidade na atmosfera) e emitir metano ou outra forma de energia que possamos utilizar no nosso dia-a-dia.
sexta-feira, agosto 08, 2008
eléctrico em formato de um cubo
Este ainda não é a versão final de um dos carros eléctricos que irá deambular por Portugal em 2011 (ou até 2010). Trata-se de um protótipo (o Cubo) da Nissan que foi agora testado com a nova tecnologia eléctrica da marca.
Nissan Shows Off Its Electric Car and New Hybrid
The electric Cube was pretty nimble on the test track, but the new hybrid raises as many questions as it answers
I just got back from driving Nissan's (NSANY) much hyped new electric car and hybrid. The press event, held in searing heat at an advanced technology showcase 90 minutes outside Tokyo, was the first chance that reporters have had to check out the Japanese automaker's new environmental techs. Most seemed pretty impressed at the electric vehicle, although it's hard to draw too many conclusions. The version we drove was an electric version of a Nissan Cube, a popular model in Japan. However, the company says its EV, which is scheduled for a 2010 launch in Japan and the U.S., will use the same electric system but look completely different from any of today's Nissans.
quinta-feira, agosto 07, 2008
eléctricos são o futuro
O seguinte texto que escrevi saiu no jornal Destak e reproduzo de seguida por achar pertinente.
ENERGIAS ALTERNATIVAS
O futuro mora nos eléctricos
15 07 2008 17.14H / João Tomé
O sonho é simples e recomenda-se. Os veículos eléctricos prometem mudar a forma como vivemos e estão prestes a chegar em força.
Já vimos algumas potencialidades dessa quase realidade no grande ecrã, em filmes como o Regresso ao Futuro III. Por lá, o extrovertido e incapaz de ouvir a palavra «medricas» Martin McFly passeia pela cidade de Hill Valley e há algo diferente para além dos cenários modernos e dos fatos e carros futuristas: não se ouve qualquer ruído dos transportes.
Quanto muito, há um som leve ao estilo das naves espaciais. Ora, o futuro próximo pode mesmo passar por aí mais cedo do que se possa pensar: cidades sem ruído constante e com zero de emissões de CO2.
Portugal colocou-se na linha da frente dos países que irão acolher os primeiros veículos eléctricos capazes de responder às exigências das massas (já existem carros eléctricos, mas muito limitados na autonomia e na velocidade).
A semana passada, o Governo português assinou um protocolo com a aliança Renault-Nissan para comercializar uma gama completa de veículos eléctricos de características semelhantes aos automóveis tradicionais em 2011.
O Governo compromete-se em criar infra-estruturas para carregamento dos novos veículos que ainda não existem (nem tão poucos protótipos) e a ajudar com ausência de imposto automóvel (o que pela actual legislação já é possível).
Prometidos estão 160 km de autonomia e um carregamento fácil: cinco minutos para trocar a bateria numa estação; 30 minutos para um carregamento rápido numa estação; seis horas para carga lenta e económica em casa. É garantido ainda conforto e velocidade ao nível dos automóveis actuais. Israel e Dinamarca têm um protocolo semelhante.
Marcas apostam no eléctrico
O Governo deixou a porta aberta para outras parcerias com outras marcas. Aliás, a corrida ao carro eléctrico começa a ser grande e comum a várias marcas. Um estudo do MIT (Instituto norte-americano) citado pelo presidente da Renault-Nissan, Carlos Ghosn, indica que em 2016 o mercado dos automóveis eléctricos deverá vender 12 milhões de unidades (num universo de 69 milhões).
i Miev na linha da frente
Os testes das baterias de iões de lítio de grande capacidade para veículos eléctricos são constantes em várias marcas. A Mitsubishi está na linha da frente nesta nova "batalha" com o seu eléctrico i Miev.
A marca nipónica anunciou recentemente que irá comercializar no mercado japonês o veículo no Verão de 2009 (bem mais cedo do que se esperava), podendo chegar ao mercado europeu pouco depois (os britânicos já mostraram interesse).
A Mitsubishi Portugal explicou ao Destak que, para já, não há planos para comercialização por cá, nem existem contactos para parcerias com o governo português, mas não é de excluir. O i Miev tem 160 km de autonomia e permite uma velocidade de 130 km/h.
Projectos de toda a parte
Surgem depois marcas como a Volkswagen que está a preparar um Golf eléctrico e onde o presidente da empresa admitiu mesmo: «sem dúvida que o futuro pertence aos carros eléctricos. (ver site incrível da marca sobre o futuro automóvel em www.volkswagen2028.com/)».
A Opel (através do inovador sistema E-Flex da General Motors) e a Toyota também têm na forja veículos eléctricos para o mercado e a BMW anunciou recentemente que irá testar 500 Minis com um sistema eléctrico.
Mas há mais projectos neste domínio e outros que englobam os veículos híbridos ou movidos a hidrogénio. Em breve as baterias e células de hidrogénio devem começar a fazer parte dos condutores e mecânicos de todo o mundo. O futuro parece não ter emissões de CO2 nem barulho de motor.
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Deixo de seguida exemplos de projectos deste género:
Chevrolet Volt (E-Flex - propulsão eléctrica com extensor de combustão);
Tesla Roadster (feito pela Lotus, já está no mercado e tem baterias de iões de lítio - pertence aos donos do Google);
Honda FCX Clarity (pilhas de combustível - hidrogénio);
Renault e Nissan (eléctrico só com baterias recarregáveis);
VW Golf Twin Drive (a testar, motor eléctrico para as cidades e motor TDI ou TSI para fora delas. A um passo do totalmente eléctrico);
Fisker Karma (berlina desportiva com sistema eléctrico como o E-Flex);
Mercedes A Fuel Cell (pilhas de combustível com 270 km de autonomia, para 2010 lança Classe B Fuel Cell com 400 km de autonomia);
Toyota Prius (Híbridos para continuar na toyota); Mini Eléctrico (estão a testar centenas de protótipos eléctricos.
Mitsubishi i-Miev (tem 160 km de autonomia e permite uma velocidade de 130 km/h, chega a alguns mercados em 2009)
quinta-feira, julho 10, 2008
automóveis :: hidrogénio ou eléctrico
O mundo automóvel português a ELECTRICIDADE
Carros eléctricos custarão o mesmo que os tradicionais
O Governo assinou ontem um protocolo com a aliança Renault-Nissan para garantir automóveis eléctricos em 2011 com performance, custos e qualidade ao nível dos automóveis tradicionais, mas com zero de emissões de CO2 para a atmosfera. Presidente da Renault-Nissan esteve em Portugal e citou estudo do MIT (prestigiado Instituto norte-americano) que indica que em 2016 devem ser vendidos 12 milhões de carros eléctricos, anualmente, no mundo (de um universo a rondar os 69 milhões. Ministro da Economia garante infra-estruturas de carregamento em todo o país para 2011 e que Portugal fica em vantagem para pode produzir componentes para os eléctricos e, eventualmente, exportá-los. José Sócrates explicou que os preços da gama de eléctricos que será disponibilizada vai rondar o preço do automóvel tradicional equivalente até porque o Governo irá reduzir o imposto automóvel para estes veículos abaixo do 30%.
João Tomé (texto e fotos) - versão alargada da que saiu no jornal Destak
A ideia é tão simples quanto revolucionária e apelativa: em 2011 será possível pegar num automóvel integralmente eléctrico, com as mesmas características do s automóveis tradicionais (incluindo o preço) e viajar de Norte a Sul do país.
É esse o compromisso da aliança Renault-Nissan e do Governo português, que ontem assinaram um protocolo pioneiro (só Dinamarca e Israel fizeram um semelhante) no Pavilhão de Portugal, Parque das Nações. Desde ontem e durante quatro meses irão ser planeados ao pormenor todos os passos a tomar até Portugal ser um país repleto de veículos eléctricos, com zero de emissões poluentes.
Do lado da Renault-Nissan ficou a garantia que virá para Portugal, em 2011, uma gama variada de veículos eléctricos da Nissan com características iguais (no conforto, nas performances, no aspecto e no preço) aos automóveis tradicionais movidos a combustível. Para isso é fundamental o investimento feito em baterias de iões de lítio que resultam de uma parceria Nissan-NEC: «Têm níveis superiores de desempenho, segurança e custos. Bem melhores do que existe actualmente», explicou o vice-presidente da Nissan internacional, o português Carlos Tavares que ficou feliz por voltar ao seu país por este motivo.
Do lado do Governo português, representado por José Sócrates e pelos ministros do Ambiente e da Economia, ficou a garantia de ajudar a criar infra-estruturas de carregamento por todo o país. Para isso haverá a ajuda de «várias empresas nacionais que já estão empenhadas e onde se inclui a EDP [o presidente António Mexia esteve na cerimónia], redes de auto-estradas, de supermercados e instituições financeiras. Há um grande interesse porque nós somos o 3.º país a fazer esta aposta e isto permite-nos criar um modelo de negócio que será numa primeira fase bom para Portugal mas também para exportar para o estrangeiro», disse o Ministro da Economia, Manuel Pinho.
«Será criado um quadro fiscal ainda mais atraente ao actual», que já permitiria a «um carro eléctrico pagar apenas 30% do imposto automóvel» explicou ainda José Sócrates, falando no segundo compromisso do Governo. O objectivo é tornar o veículo eléctrico sem desvantagens para o consumidor, para que, na hora de comprar, se opte facilmente por um eléctrico.
A Câmara de Lisboa irá participar de forma activa neste protocolo e José Sócrates sonha após 2011 «poder entrar numa cidade sem ruído e sem emissões». O primeiro-ministro afirmou que esta é mais uma etapa para «maior autonomia energética, menor dependência do petróleo» porque «não vamos ficar parados com o 3º choque petrolífero», «não admitimos ficar dependentes do petróleo».
O Ministro da Economia deixou ainda em aberto a possibilidade de Portugal produzir componentes destes veículos e exportar, «até porque ninguém pensava que o iriamos fazer com as energias alternativas, mas fizemo-lo». Fica ainda em aberto (disse o Governo) parcerias com outras marcas que queiram produzir este tipo de veículos e implementá-los em Portugal, até porque a concorrência só será salutar para o mercado.
Ghosn acredita em 12 milhões de eléctricos em 2016
O presidente executivo da aliança Renault-Nissan, Carlos Ghosn aposta tudo nos automóveis eléctricos e citou um estudo do MIT (Instituto norte-americano) que aponta para serem 12 milhões dos 69 milhões de automóveis vendidos por ano no mundo em 2016 deverão ser eléctricos. Ghosn falou com entusiasmo no enorme esforço do grupo que controla em inovar na área e que «oito anos é já amanhã para esta indústria», pelo que o futuro mora perto. O mesmo fez Carlos Tavares, presidente da Nissan internacional, até porque «o eléctrico é a nossa grande aposta» já que «a melhor solução para o futuro será mesmo 0% de emissões». «O carro eléctrico vai mudar a face da indústria automóvel em pouco tempo e melhorar a qualidade de vida nas sociedades modernas, evitando o ruído e poluição nas cidades», explicou Carlos Tavares.
O ministro do Ambiente também foi claro: «este futuro não é para a próxima geração, este futuro é agora e é para a nossa geração».
As promessas estão feitas. Cumpri-las será fazer história não só da indústria automóvel mas das sociedades modernas tal como as conhecemos (dependentes do petróleo no que diz respeito ao principal meio de deslocação, o carro).
Dados do carro eléctrico em 2011
- Abastecimento:
5 minutos – tempo de trocar de bateria numa estação
30 minutos – para um carregamento rápido da bateria na estação
Uma noite (seis horas) – para carga lenta e mais económica feita numa tomada caseira
- 160 km de autonomia
- Velocidade igual ao superior aos automóveis actuais
- Preço final equivalente aos automóveis tradicionais
- Uma gama completa de veículos eléctricos
- Postos de carregamento por todo o país
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Toyota - está a preparar veículos híbridos e eléctricos para breve.
Volkswagen - está a começar a preparar um Golf eléctrico (o presidente da empresa diz mesmo: o futuro pertence aos carros eléctricos). Para já prepara um Golf que gaste 3 a 4 litros de gasolina aos 100 km. A Volkswagen tem ainda um projecto de design que procura mostrar como serão os carros em 2028: www.Volkswagen2028.com
BMW - anunciou já estar a preparar um automóvel eléctrico: BMW vai lançar citadino eléctrico
Ferrari - desenvolve veículo híbrido
Suzuki - desenvolve SX4-FCV
Honda e Toyota - Toyota RAV4-EV and Honda EV+ (honda ev plus) Electric Car
E há mais!
Há dois anos surgiu um documentário norte-americano muito curioso sobre Quem Matou o Carro Eléctrico? (Who Killed the Electric Car?). Falam na General Motors, Toyota e outra empresas que foram pressionadas para "matar" as pesquisas que já iam avançados dos carros eléctricos evitando o seu desenvolvimento (terão sido desprediçados anos de pesquisa).
Artigo curioso que pega nessa ideia: Why did Toyota kill the electric car?
O documentário: Who Killed the Electric Car? - Wikipedia
O mundo a HIDROGÉNIO
Em Inglaterra o hidrogénio parece estar na moda. Uma empresa chamada ITM tem um sistema de abastecimento de hidrogénio inovador. Consegue ser muito mais barato (de 2 mil libras para 164) e permitir carregadores de hidrogénio mais em conta. A ideia passa até por colocar estes carregadores em caso. Claro que a tecnologia está no início. Carregar um veículo deste modo só permite 40 km de autonomia. Espera-se poder aumentar a autonomia, mas fala-se que chegar lá será um processo longo.
Entretanto, na Califórnia e Japão vão existir uns exemplares do novo Honda FCX Clarity, de que já falei por aqui. Já existe um BMW Hydrogen 7, também ainda em testes.
2008 Roush ITM Hydrogen Vehicles Car Review and Specs
ITM Power has announced a collaboration agreement with Roush Technologies Limited in a unique project to realise hydrogen-powered, emission-free vehicles on UK roads. ITM will provide the breakthrough refuelling solution by enabling vehicle operators to generate their own hydrogen fuel. Using a patented electrolyser, due to enter production at ITM’s special facility in Sheffield later this year, it is possible to make hydrogen fuel wherever there is a source of electricity and water. The advances in electrolysis technology that ITM has achieved elegantly address the hydrogen infrastructure issue by using the already developed electricity and water distribution network. The electrolyser can produce hydrogen from water and any source of electricity including off-peak or renewable energy – electricity generated by wind, wave or solar power. Unlike petrol or diesel, when hydrogen burns, it releases no CO2, merely water vapour.
Site oficial ITM Power
Mayor Ken buys hydrogen buses for London The Register
London Mayor Ken Livingstone has placed a £10m order for 10 hydrogen-fuelled red buses to run on the capital's streets.
London Hydrogen Partnership
The London Hydrogen Partnership is working to bring this technology forward in the capital so as to improve energy security and air quality.
quinta-feira, junho 26, 2008
o mundo eléctrico ainda por descobrir
Os carros eléctricos de pequeno porte estão cada vez mais na moda. Um sinal da mudança da tecnologia! O carro da foto de cima é um Mega City. Custa 14 957 euros no Reino Unido. Atinge os 64 km/h (é mesmo só para dentro da cidade), tem autonomia de 64 km. Ainda há muito para a tecnologia evoluir, mas já há propostas disponíveis.
Para conhecer veículos eléctricos diversos (motos, carros, etc) é visitar o site http://www.nicecarcompany.co.uk/. O futuro anda aí.
Nas Scooters, a amarela da foto em baixo chama-se e-Max, é a mais pequena, e custa 3598 euros no Reino Unido. Consegue atingir os 48 km/h. As baterias (que a marca anuncia que nunca precisam que qualquer manutenção) permitem uma autonomia de 88 a 96 km percorridos.
Há ainda a maxi scooter que tem o nome de Vectrix. Anunciada pela marca como o veículo de duas rodas eléctrico de maior performance (world's first high-performance electric two-wheel vehicle to offer all the benefits of a traditional gasoline-powered scooter but without the pollution, expensive maintenance and frequent re-fuelling.) Atinge os 100 km/h, tem uma aceleração rápida e autonomia de 112 km. O pior é o preço: 6753 euros. Mas dada a poupança considerável em combustível, poderá compensar.
Eléctricos com sucesso "excessivo" em Londres
A locomoção eléctrica está a ganhar terreno por via das pequenas marcas de automóveis. A receptividade dos consumidores chega a ser surpreendente na cidade de Londres. A cidade de Londres prepara-se para acabar com o estacionamento gratuito para veículos eléctricos, alegando que a iniciativa teve 'demasiado' sucesso. Consta que os utilizadores das viaturas da marca concessionária, a NICE, são tantos que a edilidade começa a ver esta adesão como um problema.
quarta-feira, maio 21, 2008
hibridos a caminho
A Honda terá este híbrido no mercado mundial em 2009. Volta a juntar um motor eléctrico e a gasolina, de preferência mais eficiente que o Honda Civic Hybrid (o híbrido mais vendido em Portugal, bem mais que o Prius - diferença de 3400 para 1000 dos Prius). A Toyota também promete novidades em 2009 sobre híbridos. Neste caso trata-se de um carro mais pequeno e mais barato do que o Civic (que é actualmente o híbrido mais barato em Portugal, por 23 mil euros).
Honda plans to introduce an entry-level hybrid in 2009
Hot on the heels of Toyota's announcement that they'll be streamlining hybrid production and offering every vehicle in its lineup with the gas-electric option, a Honda sales exec has confirmed that beginning in mid-2009, a new hybrid will be launched. Production is expected to be around 200,000 per year, which is a substantial sum considering that Toyota's popular Prius sold 186,000 units across the globe in 2006. The pricing of the yet-to-be-named Honda hybrid is planned to be below the current Civic hybrid and styling will supposedly be heavily influenced by the Remix concept that debuted in LA last November.
sábado, abril 12, 2008
boas ideias para portugual :: eco-vila
Óbidos: proposta de autocarros eléctricos para turistas
O transporte em autocarros eléctricos de turistas instalados em hotéis junto às praias para o centro histórico de Óbidos foi uma das propostas apresentadas por investigadores que estudaram formas de transformar Óbidos numa eco-vila. "Uma das ideias passa por ter um minibus eléctrico para trazer as pessoas dos hotéis e dos resorts, junto às praias, para o centro histórico, local onde se encontra a maior parte das estruturas patrimoniais e de cultura", defenderam hoje os investigadores.
"Óbidos pode ter toda a sua rede de transportes eléctrica. É mais limpo e mais silencioso", informou a autarquia citando o grupo de trabalho. As propostas foram elaboradas por jovens investigadores de vários países no âmbito do curso StaR que decorreu durante esta semana em Óbidos. O programa STaR City reúne jovens investigadores e tem por objectivo encontrar soluções para as questões ambientais da Europa.
domingo, março 02, 2008
vep é eléctrico e português
o VEP é um Veículo Eléctrico Puro, produzido pela Escola Superior de Tecnologia de Viseu e que recebeu já homologação para andar na estrada. O veículo alterado é um Volvo que será o carro de serviço da Escola.
O VEP atinge os 70 km/h com a segunda velocidade engrenada, tem uma autonomia esperada de 50 quilómetros, que corresponde a uma descarga de 40% da bateria. A carga da bateria pode ser alimentada numa tomada vulgar em duas horas. Para percorrer 100 quilómetros, o carro necessitará de 10 kWh (quilowatt hora), o que corresponde ao gasto de um euro.
Mais informações aqui e no site oficial da ESTV.
terça-feira, fevereiro 05, 2008
trev um eléctrico esquisito mas de respeito

segunda-feira, janeiro 28, 2008
scooters eléctricas em portugal
Existem assim duas opções, a mais equipada dá 65 km/h e tem uma autonomia de 60 km. Parece-me pouco.
ACT 29-01-2008: questionei por e-mail a empresa que me respondeu o seguinda:
"A Bereco custa 1990€ e a Emax 90s 3200€ (valores com IVA incluido)"
Gostava era que viesse para Portugal a ENV movida a hidrogénio.
Sites nacionais a ter em conta:
Portal das Energias Renováveis
APVE - Associação Portuguesa do Veículo Eléctrico
Outros:
Green Car Congress.com
http://www.vectrix.com/
ACT 01-04-2008: Segundo um leitor deste blog este site espanhol também é perito em scooters eléctricas.
domingo, agosto 26, 2007
a resposta nas scooters!
Itália é um exemplo fantástico em como as scooters podem ser uma bela solução. Quando estive em Roma e Milão, este Verão (rimou), vi mais scooters que carros e diversos parques de scooters pelas cidades.]
Are scooters the answer to NYC jams?
On the corner of a slightly run-down street in the Meatpacking District of New York, a row of 30 shiny, colourful scooters stands out like a coloured umbrella on a rainy day.
Every Wednesday, at about 1900, these Vespas, Stellas or Lambrettas show up and are parked in front of the Brass Monkey bar, the meeting point for the New York Scooter Club.
With a drink in hand, two-wheel aficionados discuss their latest acquisitions, look out for vintage models or try out their friends' scooters.
Scooter riders say the small but sometimes noisy vehicles are the best answer to a dreary subway commute or, even better, to the traffic congestion that chokes New York streets.
"Think of the money I'm saving by riding this - to fill it up costs $5 and it lasts for a month"
Scooter rider Graham Fowler
O cozinheiro inglês Jamie Oliver (que a minha mãe aprecia bastante) é um grande fã das scooters na cidade.
sábado, setembro 10, 2005
motas do mundo
Tóquio, Japão. A Honda desenvolveu para a sua mota Gold Wing - embora esteja prevista abranger depois outros modelos - o primeiro air bag para motas do mundo.
Aqui podemos ver os preços desta grande mota. A mais barata custa 18.599 dólares - 14.997 euros
Associação Gold Wing
quinta-feira, outubro 28, 2004
Honda já vendeu 500 híbridos IMA em Portugal
Este é o Honda Civic IMA, um carro híbrido. À venda em Portugal por 21 mil euros.
[Porque é que não se aposta mais neste tipo de carros?!? Gasolina para aqui, preços para acoli, que tal um governo (não apenas no nosso país) que faça seriamente algo como com que haja carros deste hibridos a rondar os 10 mil euros e criar postos de carregamento de electricidade gratuitos pelas cidades... só uma sugestão para o ar.]
> A Honda Automóvel de Portugal anunciou, na quarta-feira, a venda da 500.ª unidade do Civic IMA, um dos dois únicos veículos híbridos à venda no mercado português. Comparativamente, a Toyota, que comercializa o rival Prius, vendeu, até ao momento, 21 unidades.
A explicação para esta diferença poderá estar na diferença de preços entre os dois modelos, já que, embora beneficiando ambos da redução de 40% no Imposto Automóvel para os veículos híbridos, o modelo da Honda é mais barato, custando apenas 21.495,00 Euros.
Quanto ao Toyota, em comercialização desde Abril de 2004 e o único a dispor de duas versões – a base e a High-Tech, mais equipada -, começa nos 28.250,00 Euros, ao passo que a versão mais equipada, a mais procurada, chega aos 32.550,00 Euros.
As diferenças surgem também na motorização, uma vez que o Honda Civic IMA apresenta, para além do motor eléctrico, um propulsor a gasolina de 1.3 litros e 90 cavalos, com um consumo médio de 4,9 l/100km e uma emissão de CO2 de apenas 116g/km.
Já o Toyota Prius, surge equipado com um propulsor a gasolina de 1.5 litros e 77 cavalos de potência, o qual garante um consumo combinado de 4,3 l/100km e uma emissão de poluentes 89% inferior à de um automóvel normal.
in DD