sábado, fevereiro 28, 2015
placas portuguezas, concerteza
E que tal decorar as placas indicativas das várias localidades de Portugal, com pinturas ou artefactos da zona, dando um colorido e maior personalização local às placas feitas por uma empresa francesa desde há uns 10 anos?
O melhor seria ter placas mais identificadas com o estilo português, feitas por uma empresa portuguesa (até podiam ser de cortiça, por exemplo), mas já nem falo nisso só para não inflacionar os custos.
Até se podia fazer concursos pelas regiões para escolher o melhor trabalho e artista para cada zona.
sábado, setembro 20, 2008
strida é uma bicicleta
Ora aí está uma bicicleta (da marca Strida) arrojada no aspecto e prática no uso, ou melhor, no nível de arrumação. Para quê deixá-la na rua quando se pode levá-la para o escritório ou até para o restaurante.
Strida Folding Bike Update: Three New Models, New Colors for Spring 2009
It doesn't get much better than the folding bike for flexible, convenient two-wheeled human-powered transport, and the Strida 5.0 is near the top of the list for small-wheeled folding bikes. The diminutive, angular folder weighs less than 25 pounds, and can fold and unfold in 5 seconds flat, making it a great option for storage to street to transit and back again.
Now, Strida is getting some updates, to be officially unveiled at the upcoming Interbike Expo, September 24-26 in Las Vegas. The new "MAS Special" is the fastest Strida to date. Inventor Mark Sanders has stripped the bike down to its simplest, most elegant form while adding some slick high-performance technology. At the heart of MAS’s speed and agility is the Schlumpf 2 speed drive – a sophisticated Swiss engineered drive system that allows the rider to shift seamlessly between high and low gears with a simple tap of the heel. Keep reading to see more pics of the slick shifter, and the other new versions of the folding bike.
terça-feira, janeiro 30, 2007
a iniciativa
Produções Fictícias no seu melhor. Contra "monocultura estabelecida nos canais, sobretudo nos privados", segundo Nuno Artur Silva em declarações ao Público.
Como a notícia já não está disponível para não assinantes do Público, coloco aqui praticamente na integra:
Produções Fictícias com novo projecto para a ficção nacional
Contra a "monocultura estabelecida" nos canais televisivos, o insucesso comercial do cinema português e a "grande fragilidade da ficção portuguesa, que são os argumentos", as Produções Fictícias puseram um grupo de 16 guionistas em movimento. PF On the Move é uma iniciativa da empresa de criativos que está já em campo, a propor projectos de séries, filmes e aconselhamento junto das estações de televisão e das produtoras a operar em Portugal.
Para Nuno Artur Silva, das Produções Fictícias, a ideia-chave é recuperar a "diversidade" que nos últimos anos falta à ficção nacional, na televisão e no cinema. Questionado sobre se se trata de reagir à concorrência, devido ao espaço que outras empresas de escrita estão a ocupar nas televisões, Nuno Artur Silva frisa que as Produções Fictícias se posicionam contra "a lógica da ficção pastosa, entediante, conformista, previsível, que domina e empobrece o imaginário dos espectadores", e que se resume numa só palavra: telenovela. A "monocultura estabelecida nos canais, sobretudo nos privados", é não só o afunilamento da escrita para televisão para o universo das novelas, mas também uma "situação que se está a instalar, que é o facto de os canais entregarem tudo a uma só produtora" de conteúdos, denuncia Nuno Artur Silva.
O On The Move distingue-se da actividade natural da empresa pela concentração de esforços que permite "pensar de maneira integrada os filmes e as séries", com a finalidade de, "com um certo grau de provocação ao mercado, apresentar formas diferentes de fazer ficção".
Os argumentistas da equipa, entre os quais Virgílio Castelo, estão a dedicar-se não só à resposta a encomendas, como à apresentação de projectos originais, ao aconselhamento (doctoring) e preveêm a realização de workshops. A reacção do mercado está a ser positiva e já está a ser trabalhada uma série sobre o regicídio de 1908, ainda sem título, para a RTP. Nuno Artur Silva afiança ainda que já há interessados em garantir direitos de opção sobre ideias e propostas do grupo.
Quanto ao cinema, as Produções têm o ensejo de "fazer filmes que encontrem os seus públicos" e garantem poder resolver a eterna equação que separa o cinema independente do sucesso comercial. "É essa a síntese que falta fazer no cinema e na ficção televisiva portugueses", diz o responsável, que destaca o papel da regulamentação da Lei da Arte Cinematográfica e do Audiovisual nesse sentido. O diploma abre novas possibilidades de financiamento, nomeadamente pelo espaço dado a anunciantes, canais de televisão e distribuidores. A ideia é manter "um certo espírito indie que sempre caracterizou as Produções, nomeadamente no humor, que é a sua imagem de marca", mas associá-lo à sustentabilidade económica.
por Joana Amaral Cardoso