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sexta-feira, abril 10, 2009

ir ao brasil em sintra

Aconselho vivamente:

Restaurante Orixás, em Sintra

Por lá, para além do ambiente onde se "respira" Brasil indío e onde se come num autêntico museu vivo, é possível experimentar verdadeiras delícias marisqueiras da terra de Vera Cruz (foi esse o nome que Pedro Álvares Cabral deu à primeira ilha daquilo que chamaram Brasil em 1500; mas não só os portugueses já conheciam a existência do Brasil antes, Vasco da Gama passou por lá a caminho da Índia, como os indígenas já viviam lá há muito tempo, pelo que descoberta foi só para os europeus). A variedade culinária não é muita, é certo, mas é suficiente para "mergulhar" numa parte do Brasil mais tradicional, entre o africano, o índio e o europeu. Experimentei moqueca e bobó de peixe e marisco. Depois deliciei-me com a sobremesa Manto Branco (um doce de coco e com uma ameixa incrível); ainda experimentei a Baba de coco, que curiosamente não sabe a coco e é extremamente doce mas muito bom.







sábado, setembro 20, 2008

sophia a cozinheira




A refeição preferida de Sophia Loren é a seguinte (também quero provar!):

Beringelas com tomate e queijo parmesão




o que é uma mezinha...



Recebi um e-mail curioso que visivelmente não era para mim (mas sim alguém do Brasil e com o mesmo apelido do que eu) e que dá a receita para uma espécie de mezinha. Passo a partilhá-la, nunca se sabe se dá resultado... para quê é que eu não sei, nem tão pouco sei como arranjar os ingredientes estranhos.




"1 saco de Marcela
1 saco de salva
1 saco de Maria Luisa
1 saco de Nevada
1 de Salsa Parrilha
1 de Erva de São Roberto
1 de Tomilho

Junta-se metade dos pacotes todos em litro e meio de água, depois do chá feito completar com água benta de uma igreja cujo o santo seja Masculino, (Ex: São pedro, São Paulo, etc). Beber durante nove dias um cálice uma hora antes das refeições, depois descansar nove dias, e voltar a tomar os nove dias."

domingo, setembro 07, 2008

the great american disaster






Chama-se The Great American Disaster (ver site) e é um restaurante no meio de Lisboa, com uma vista espectacular para o Marquês de Pombal, com decoração integralmente americana dos anos 50. Fica bem escondido e por isso não tem confusão. Os preços não são muito baixos, mas para o que é até é em conta (bem mais baratos do que o Hard Rock Cafe). Mal entrei senti estar a entrar no cenário do filme Regresso ao Futuro... a música é a condizer e tudo. Os hamburgueres são deliciosos, não tem é muita variedade, o que é pena. Bebi ainda um milkshake de chocolate, agradável mas sem deslumbrar, e comi para sobremesa uma tarte de maça com gelado incrível (pena ser um bocado cara). Uma descoberta lisboeta.



sexta-feira, novembro 30, 2007

memórias de itália

Il pasta.

Ir a Itália permite desmistificar-se alguns pré-conceitos. Faz parte da agenda turística comer todos os dias em restaurantes italianos tipícos, de preferência com forno de lenha. A minha experiência diz-me que as massas não são o prato principal, especialmente por serem demasiado parecidos com o que já se faz nos restaurantes portugueses. Il pizza, ora, isso sim! Com menos ingredientes disponíveis e com massa bem mais fina, o segredo, como disse Marco Bellini num anúncio antigo, parece, de facto, estar na massa. É suculenta e ao mesmo tempo estaladiça e leve. Na verdade, a pizza verdadeiramente italiana não tem um aspecto dos mais apetitosos, mas é no paladar que ela demonstra toda a sua riqueza degustativa. Uma preciosidade, my precious, atrevo-me a dizer. Posso dizer que os sete dias que passei em Itália, este Verão, foram os sete dias mais apetitosos, no que diz respeito ao paladar, pelos quais já passei em toda a minha vida. E, para um gajo poupado como eu, surpresa das surpresas, comeu-se sempre barato. Toda a lenga lenga que ouvi, antes de ir, que lá tudo é caro, incluindo a comida, acabou por não se verificar. Comi lá bem mais barato do que se come num restaurante em Lisboa. Sempre numa média de 11 a 13 euros por pessoa. E Vero.

terça-feira, novembro 20, 2007

comida & strip

Os restaurante originais estão na moda. Depois de ter visto um serviço de restauração que leva comida de bons restaurantes ao domícilio (No Menu), recebi no meu e-mail o Restaurante da Lingerie. Não, não se trata da venda de lingerie durante a degustação, mas antes um restaurante erótico. Comida e sexo sempre se ligaram bem, como vi no filme francês La Grande bouffe (1973). A localização é a norte, na Póvoa de Varzim e o prestigiado restaurante tem jantares low cost e para além de se especializar em despedidas de solteiro e solteira, tem agora um Jantar de Natal, talvez não seja apropriado para levar a famelga inteira... e daí até que teria a sua piada.

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Para quem queira trabalhar nesta bela indústria os ordenados vêm descriminados. O empregado de mesa que faz strip é quem ganha mais, 60 euros por noite. Existem ainda comissões de 40% em todos os extras eróticos (Lap Dance, Table Dance, Sobremesas Eróticas e Champagne). Faz sentido.


quinta-feira, fevereiro 01, 2007

bifes do outro mundo

Bifes a 800 euros em Nova Iorque
O bife com batatas fritas voltou a estar na moda em Nova Iorque. Mas o seu preço pode chegar aos 800 euros para quem for um apreciador incondicional. Fora de moda estão as steakhouses, tradicionais estabelecimentos onde os pratos são servidos sobre grossas toalhas brancas. Deram agora lugar aos steak-lounges, onde os bifes se degustam num ambiente moderno, com luz suave, no qual se pode provar o Rolls Royce da carne de vaca: o waygu.No país da carne e do barbecue, é uma raça japonesa que veio renovar o prato nacional. Depois de os EUA tornarem a autorizar as importações do Japão, no final de 2005, o waygu, ou "bife de Kobe", ornamenta os menus, quando não é ele próprio o tema do restaurante. O entusiasmo é tal que o Nello, restaurante italiano da Madison Avenue, pode levar 600 euros por um prato com 450 g de way- gu, acompanhado por "batatas fritas italianas". A versão com trufas brancas ultrapassa os 800 euros.

quarta-feira, janeiro 11, 2006

galheteiros forever

[Adeus galheteiros. O que é que esta gente tem contra esse produto tradicional que são os galheteiros. Tenho muitas recordações dos galheteiros durante a minha infância. Davam um certo encanto à coisa. Tudo bem, é por questões sanitárias, mas qualquer dia até a comida vem em embalagens invioláveis e se calhar, mesmo assim, ainda encontraremos um cabelo ou coisa que o valha dentro da embalagem...]

Azeite
Nova lei só permite galheteiros invioláveis nos restaurantes
A gordura tem de ser, a partir de hoje, servida em embalagens invioláveis por motivos de higiene e de segurança alimentar.
in Público

sexta-feira, outubro 28, 2005

bicas para todos

Quatro milhões de bicas por dia - Delta
4 milhões de bicas
- É o número de cafés vendidos pela Delta, por dia, nos cafés e restaurantes. Este valor corresponde a 25 toneladas de café.

150 toneladas por dia - A Fábrica da Delta, situada em Campo Maior, tem uma capacidade máxima de produção de 150 toneladas por dia. Actualmente, a unidade está a produzir diariamente cerca de 80 toneladas.

3 milhões de saquetas - São consumidas por dia cerca de três milhões de saquetas de açúcar Delta, que mudam a publicidade impressa a cada duas semanas. A publicidade é sempre oferecida a campanhas de solidariedade.

35% de quota - A quota de mercado da Delta, de acordo com os dados da empresa, supera os 35% no canal horeca, que abrange os restaurantes, bares e cafés.

domingo, abril 17, 2005

sabores e paladares

para quem quer conhecer restaurantes novos e interessantes:
http://www.acime.gov.pt/saboresdomundo

domingo, abril 10, 2005

há vinho no mundo



Bordéus recebe o mundo
De dois em dois anos, todo o mundo do vinho converge para Bordéus. Produtores, enólogos, escanções, lojistas e comerciantes, donos de restaurantes, cozinheiros e, é claro, jornalistas vêm dos quatro cantos do globo para participar, ao longo de quatro dias extenuantes, na Vinexpo, considerada a maior exposição internacional de vinhos.

A próxima Vinexpo vai decorrer de 19 a 23 de Junho e ocupará 41 mil metros quadrados do Parque de Exposições da cidade. Estarão representados 40 países, incluindo Portugal, do Velho e do Novo Mundo. Além dos mais evidentes (a excepção é a Nova Zelândia, que não está representada), estarão lá também países como a Moldávia, China, Tailândia e, numa primeira participação, a Jordânia.

Acompanhando a explosão do consumo e produção do vinho ocorrida nos últimos anos a nível internacional, a Vinexpo, criada em 1981, não tem parado de crescer e este ano são esperados 45 mil visitantes de mais de 140 países. Não espanta, portanto, que a organização tenha criado mais um hall, com 12 mil metros quadrados, que vem substituir uma antiga estrutura provisória. E que haja, também pela primeira vez, autocarros gratuitos para que a circulação dos visitantes seja menos cansativa.

O programa é extensíssimo e quem lá for terá de fazer opções dolorosas, tal o número de eventos apetecíveis que decorrem em simultâneo. O melhor é não se perder, fazendo uma escolha prévia através do site, onde está o programa completo.
Há ainda um programa gastronómico importante, em que estão a Slow Food e chefes conhecidos. --- in DN

sábado, fevereiro 19, 2005

jantar à luz da nudez


[Nos bares mais na moda mulheres deslumbrantes passeiam-se com pouca roupa a mostrar grande parte do corpo. Neste restaurante pessoas comuns, gordas, feias, velhas, entre outras, alimentam os seus corpos nus. Uma coisa parece certa, o ar condicionado tem de ser bom.]

NEW YORK (Reuters) - The diners arrived at a nice Manhattan restaurant on a cold February night and stripped off coats, hats, gloves and scarves. They didn't stop there. Skirts, shirts, pants, underwear and stockings all ended up stashed in plastic bags by the bar as the patrons got naked for the monthly "Clothing Optional Dinner."

"It's exciting to be in a restaurant nude," said George Keyes, 65, a retired junior high school English teacher. Nude yes, but not unadorned.

Around 30 people arrived for the buffet dinner -- no hot soup on the menu -- most of them middle-aged, several married couples, some singles, the youngest perhaps in their 30s. Health regulations mean staff must remain clothed even if they wanted to join in. And diners must bring something to sit on -- a towel or, for discerning women, an elegant silk scarf. REUTERS/Mike Segar