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domingo, julho 19, 2009

modernizar locais antigos

Existem alguns casos de aproveitamento de zonas/fábricas em decadência em zonas de arte, actividade e beleza.

Um desses casos é nas Caldas da Rainha, essa bela localidade, junto ao Hospital e ao mítico Chafariz das Cinco Bicas. Pegaram em entulho, pedaços de edifícios antigos e afins e transformaram tudo aquilo numa zona agradável, com lago e boas vistas.







Outro caso é o Lx Factory. Uma fábrica grande, abandonada e antiga foi transformada em pólo dinamizador de designers, artistas, lojas peculiares (o Clube Fashion é por lá) e zona de aeróbica/ioga, etc. Um pólo curioso.

Fábrica da Oliva transformada em arte contemporânea.


terça-feira, maio 12, 2009

mau urbanismo, com parvoíce se paga

Um parque de estacionamento em Benfica (Auto Silo – Benfica) parece ter a polícia no "bolso", como nos filmes de gangsters dos anos 50. Ao que parece "contratou" a polícia de trânsito para multar numa zona puramente residencial os residentes em três ou quatro ruas à volta do parque, isto porque o negócio não era famoso.

A reportagem do jornalista Jorge Flores (que acertou na muche) do Automotor explica tudo, bem explicadinho.


Multas por encomenda
O Presidente da Junta de Freguesia de Benfica acusa a PSP de multar e bloquear veículos em pacatos bairros residenciais por “encomenda” . De quem? Da empresa que gere o parque de estacionamento local. Parece uma “acção comercial”, lamenta o autarca local
Um condutor criticar a PSP depois de esta lhe ter multado e/ou bloqueado o automóvel é uma situação apenas corriqueira no agitado quotidiano das grandes cidades. Mais raro (e preocupante?) é quando o dedo acusatório é apontado por um responsável autárquico. Mas foi justamente isso que aconteceu na localidade de Benfica, em Lisboa.

Há poucas semanas, o presidente desta junta de freguesia, Domingues Alves Pires, viu-se confrontado com a fúria da população local, reunida às portas da autarquia. Qual o motivo? Simples: segundo gritavam, teria sido ele o mandatário dos autênticos raides que a Divisão de Trânsito da PSP havia feito, nos últimos dias, multando e bloqueando em pacatas zonas residenciais (a saber: Av. Gomes Pereira, Rua Dr. João de Barros, Rua Maria Pimentel Montenegro, Rua Coronel Santos Pedroso e Rua República Peruana).

Todos eles bairros onde a população estacionava “há mais de trinta anos sem quaisquer tipos de problemas”. Antes de mais, o autarca exigiu que lhe respondessem a uma pergunta: porque seria ele o responsável? De acordo com a resposta dos queixosos, o seu nome fora avançado pelos agentes da PSP, porventura para acalmar os ânimos, enquanto decorria a ofensiva bloqueadora...


“Caça à multa”, diz ele
Irritado com a difamação e também com a medida, que classifica de “caça à multa”, Domingues Alves Pires tratou de colar inúmeros “avisos” nas zonas em questão, onde explica, preto no branco, que estava contra esta iniciativa. E, depois, seguiu no encalço das explicações da PSP para o sucedido: “Tomei a iniciativa de entrar em contacto com as autoridades porque achei uma brincadeira de muito mau gosto desculparem-se com o meu nome. E também porque considero que teria sido muito mais útil uma acção de sensibilização junto destes moradores, avisando-os de que, a partir de determinada data, passariam a multar. Até porque o estacionamento ali é inofensivo. Estamos a falar de espaços com sete metros de largura que não incomodam ninguém. Eu próprio deixava lá o meu carro, antigamente. As pessoas nunca haviam passado por isto. É uma acção desproporcionada”, referiu-nos o responsável pela freguesia de Benfica. Teve direito a resposta. Mas o que se segue não deixa de ser um retrato alarmante do país...

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