Mostrar mensagens com a etiqueta estudo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta estudo. Mostrar todas as mensagens
sexta-feira, setembro 11, 2009
os números (que não os do governo)
2,6 milhões de jovens entre os 10 e os 24 anos morrem por ano no planeta. 1/4 por acidentes, suicídios e actos violentos
El País: ¿Por qué mueren los jóvenes?
Labels:
estudo,
facto do dia,
planeta
sexta-feira, abril 10, 2009
há muffin tops ao pé das calças
Quem não se lembra de ver o episódio dos muffin tops do Seinfeld, em que a Elaine inventou um negócio em que só se vendia a parte de cima do muffins... eu lembro-me bem. Os ingleses, pelos vistos, utilizam a mesma expressão para se referirem aos nossos "pneus". A gordura que fica ali acima das calças e que demonstra que estamos com o "muffin" a transbordar. A expressão é muito divertida e foi utilizada pelo jornal Telegraph, para explicar que metade das mulheres britânicas desenvolveram este "muffin top", isto tudo segundo um estudo, claro.

Half of women have 'muffin top' waistlines
Half of Britain's women have developed "muffin tops" - unsightly rolls of fat which bulge over their waistbands, according to research.
Half of women have 'muffin top' waistlines
Half of Britain's women have developed "muffin tops" - unsightly rolls of fat which bulge over their waistbands, according to research.
quarta-feira, agosto 29, 2007
será?
Estudo: Casamento torna os homens mais preguiçosos
Os homens casados colaboram menos nas tarefas domésticas do que os que vivem em união de facto, revela um estudo da Universidade George Mason, do estado americano da Virgínia, que analisou 17 mil pessoas em 28 países. O trabalho, publicado na edição de setembro do Journal of Family Issues e dirigido pela socióloga Shannon Davis, sugere que a instituição do matrimónio muda a divisão do trabalho em casa, mesmo entre os casais que se dizem a favor da igualdade entre os sexos.
Os homens casados colaboram menos nas tarefas domésticas do que os que vivem em união de facto, revela um estudo da Universidade George Mason, do estado americano da Virgínia, que analisou 17 mil pessoas em 28 países. O trabalho, publicado na edição de setembro do Journal of Family Issues e dirigido pela socióloga Shannon Davis, sugere que a instituição do matrimónio muda a divisão do trabalho em casa, mesmo entre os casais que se dizem a favor da igualdade entre os sexos.
domingo, agosto 26, 2007
epc no público
[O Público de hoje tem um destaque extenso sobre Eduardo Prado Coelho. O meu comentário sobre a morte do professor já foi feito aqui.]

As crónicas de EPC
Mais de uma centena de pessoas na despedida de Eduardo Prado Coelho
Mais de uma centena de pessoas assistiu esta manhã no funeral de Eduardo Prado Coelho, no Cemitério dos Prazeres, em Lisboa. O escritor e ensaísta português morreu ontem, aos 63 anos, e a despedida foi feita de livros, leituras, palmas e silêncios. Nas últimas décadas, elogiou a ministra da Cultura, Isabel Pires de Lima, "ele ajudou Portugal a pensar a contemporaneidade de uma forma muito acessível ao grande público" e "foi um grande divulgador da cultura portuguesa no estrangeiro".
O intelectual sedutor que era também uma estrela mediática
Isabel Coutinho e Lucinda Canelas
- Ai simplex!
- A última crónica
- Reacções
O último crítico
Pedro Mexia
"Um homem de esquerda com flutuações"
Catarina Gomes
Para além do horizonte
José Manuel Fernandes
Uma dimensão cultural em tudo o que escrevia
D. José Policarpo
Uma curiosidade ilimitada Guilherme d"Oliveira Martins
Em discurso directo
"O rasto de luz que os teus textos deixaram - e são - não se perderá tão cedo na celebrada desatenção pátria. Podem esperar."
Eduardo, por Eduardo Lourenço
As crónicas de EPC
Mais de uma centena de pessoas na despedida de Eduardo Prado Coelho
Mais de uma centena de pessoas assistiu esta manhã no funeral de Eduardo Prado Coelho, no Cemitério dos Prazeres, em Lisboa. O escritor e ensaísta português morreu ontem, aos 63 anos, e a despedida foi feita de livros, leituras, palmas e silêncios. Nas últimas décadas, elogiou a ministra da Cultura, Isabel Pires de Lima, "ele ajudou Portugal a pensar a contemporaneidade de uma forma muito acessível ao grande público" e "foi um grande divulgador da cultura portuguesa no estrangeiro".
O intelectual sedutor que era também uma estrela mediática
Isabel Coutinho e Lucinda Canelas
- Ai simplex!
- A última crónica
- Reacções
O último crítico
Pedro Mexia
"Um homem de esquerda com flutuações"
Catarina Gomes
Para além do horizonte
José Manuel Fernandes
Uma dimensão cultural em tudo o que escrevia
D. José Policarpo
Uma curiosidade ilimitada Guilherme d"Oliveira Martins
Em discurso directo
"O rasto de luz que os teus textos deixaram - e são - não se perderá tão cedo na celebrada desatenção pátria. Podem esperar."
Eduardo, por Eduardo Lourenço
Labels:
estudo,
literatura,
obito
sábado, agosto 25, 2007
choque :: prado coelho
[Já não bastava o autor deste blog sentir-se velho e triste com a morte da sua professora primária, agora foi um professor universitário. Uma notícia que chega como um choque para mim, embora fosse uma pessoa com uma saúde já um pouco débil (ainda há pouco tempo teve afastado das crónicas do Público por isso mesmo).
Era uma pessoa fora de consensos (suscitava amores e ódios) mas muito interessante, com um estilo peculiar e muito atento e curioso.
As suas aulas eram um grande reflexo da sua experiência pessoal, adorava falar dos seus tempos (e foram vários e em alturas diferentes) em Paris, em que foi na maior parte do tempo conselheiro-cultural da embaixada portuguesa. Como tinha histórias curiosas para contar, não se perdia nada nessas aulas que ganhavam um tom pessoal, mas que valiam bem a pena. O seu fascínio por Herberto Hélder também era transportado para as aulas, chegou a ler diversas vezes poemas do autor que adorava. Um homem positivo e encantado com livros, poemas e pessoas que "respirava" cultura. Até nas aulas notava-se que adorava mulheres, era a elas que mais queria convencer com o seu positivismo e experiência. Se havia sempre muitos alunos à sua volta, eram as alunas que mais o marcavam. Uma colega minha tornou-se amiga de EPC.]
As suas crónicas no Público fizeram história e derem-lhe uma visibilidade talvez maior, e sempre que se lia as opiniões variadas reconhecia-se sempre argumentos fortes e dignos, mesmo que nem sempre se concordasse com o que ele dizia. Quando deambulava em experiências culturais (desde a música ao cinema, passado pelos livros) ou experiências pessoais, era difícil não ficar surpreendido e encantado com o que se lia.
Um homem acima de tudo simpático e acessível de mentalidade aberta (o que é raro num homem com o seu estatuto), e que reflectia uma cultura do país, não toda, mas uma, sem dúvida.
As últimas vezes que contactei com EPC, após a faculdade, foi uma pequena entrevista por telefone há uns dois anos e vi-o num visionamento de um filme há cerca de um ano, em que ele encontrou por lá a filha, Alexandra Prado Coelho, jornalista do Público.]
Morreu Eduardo Prado Coelho
Faleceu hoje de manhã, na sua residência, vítima de doença súbita, Eduardo Prado Coelho. Tinha 63 anos. Professor, ensaísta e escritor, Eduardo Prado Coelho era colaborador do PÚBLICO desde o primeiro número, tendo mantido nos últimos dez anos uma coluna de segunda a sexta-feira, O Fio do Horizonte. O corpo de Eduardo Prado Coelho estará no Palácio Galveias hoje a partir das 18h00, de onde seguirá amanhã para o cemitério dos Prazeres, pelas 11h00.
Manuel Alegre lembra que Eduardo Prado Coelho abriu caminho à mudança
Eduardo Prado Coelho tinha "escrita iluminante", afirmou a ministra da Cultura
José Sócrates: Eduardo Prado Coelho foi um dos maiores vultos da cultura portuguesa
A crónica de ontem de Eduardo Prado Coelho
Era uma pessoa fora de consensos (suscitava amores e ódios) mas muito interessante, com um estilo peculiar e muito atento e curioso.
As suas aulas eram um grande reflexo da sua experiência pessoal, adorava falar dos seus tempos (e foram vários e em alturas diferentes) em Paris, em que foi na maior parte do tempo conselheiro-cultural da embaixada portuguesa. Como tinha histórias curiosas para contar, não se perdia nada nessas aulas que ganhavam um tom pessoal, mas que valiam bem a pena. O seu fascínio por Herberto Hélder também era transportado para as aulas, chegou a ler diversas vezes poemas do autor que adorava. Um homem positivo e encantado com livros, poemas e pessoas que "respirava" cultura. Até nas aulas notava-se que adorava mulheres, era a elas que mais queria convencer com o seu positivismo e experiência. Se havia sempre muitos alunos à sua volta, eram as alunas que mais o marcavam. Uma colega minha tornou-se amiga de EPC.]
As suas crónicas no Público fizeram história e derem-lhe uma visibilidade talvez maior, e sempre que se lia as opiniões variadas reconhecia-se sempre argumentos fortes e dignos, mesmo que nem sempre se concordasse com o que ele dizia. Quando deambulava em experiências culturais (desde a música ao cinema, passado pelos livros) ou experiências pessoais, era difícil não ficar surpreendido e encantado com o que se lia.
Um homem acima de tudo simpático e acessível de mentalidade aberta (o que é raro num homem com o seu estatuto), e que reflectia uma cultura do país, não toda, mas uma, sem dúvida.
As últimas vezes que contactei com EPC, após a faculdade, foi uma pequena entrevista por telefone há uns dois anos e vi-o num visionamento de um filme há cerca de um ano, em que ele encontrou por lá a filha, Alexandra Prado Coelho, jornalista do Público.]
Morreu Eduardo Prado Coelho
Faleceu hoje de manhã, na sua residência, vítima de doença súbita, Eduardo Prado Coelho. Tinha 63 anos. Professor, ensaísta e escritor, Eduardo Prado Coelho era colaborador do PÚBLICO desde o primeiro número, tendo mantido nos últimos dez anos uma coluna de segunda a sexta-feira, O Fio do Horizonte. O corpo de Eduardo Prado Coelho estará no Palácio Galveias hoje a partir das 18h00, de onde seguirá amanhã para o cemitério dos Prazeres, pelas 11h00.
Manuel Alegre lembra que Eduardo Prado Coelho abriu caminho à mudança
Eduardo Prado Coelho tinha "escrita iluminante", afirmou a ministra da Cultura
José Sócrates: Eduardo Prado Coelho foi um dos maiores vultos da cultura portuguesa
A crónica de ontem de Eduardo Prado Coelho
quinta-feira, agosto 24, 2006
adeus plutão...
[Está uma pessoa a ler anos a fio pelos livros escolares que o Sistema Solar tem nove planetas e, agora, vêm dizer que são apenas apenas oito, com mais uns híbridos que perfaz uns doze planetas e quase planetas... até ao momento. Quem diria... que um dia...
O curioso é que até já se fizeram filmes com o tema/título de Plutão e faz parte da cultura humana...]
Plutão perde estatuto e sistema solar fica com oito planetas
O curioso é que até já se fizeram filmes com o tema/título de Plutão e faz parte da cultura humana...]
Plutão perde estatuto e sistema solar fica com oito planetas
Labels:
astronomia,
estudo
domingo, junho 04, 2006
planeta à beira solar
[Os livros escolares voltam a estar desactualizados, bastante. Aí estão mais dados sobre as extinções na Terra. Mistérios de um planeta à beira solar...]
Equipa encontrou cratera na Antárctica
Cientistas dizem que colisão de cometa terá causado extinções há 250 milhões de anos
Uma equipa internacional de investigadores encontrou na Antárctica vestígios da colisão de um cometa gigante, o que diz ser a causa provável da maior extinção na história do planeta, que destruiu entre 70 a 90 por cento das espécies há 250 milhões de anos.
Os cientistas encontraram no subsolo da Antárctica vestígios do impacte de um cometa gigante que provocou uma cratera duas vezes maior do que a Suíça. Esta será a causa, dizem, da extinção da era geológica do Pérmico-Triássico, segundo um comunicado da Universidade de Ohio State.
Até ao momento, este cataclismo que provocou o desaparecimento de 90 por cento das espécies marinhas e 70 por cento das espécies terrestres, ainda não tem uma explicação definitiva.
Ao colidir com a Terra, o meteorito terá causado o desmembramento progressivo do Gonduana, um supercontinente que reunia a maior parte das terras actuais do Hemisfério Sul, entre elas a África, América do Sul e Austrália.
Segundo os cientistas, a cratera – agora escondida debaixo dos gelos da Antárctica – tem cerca de 1,6 quilómetros de profundidade e um diâmetro de 483 quilómetros.
mais in Publico
Equipa encontrou cratera na Antárctica
Cientistas dizem que colisão de cometa terá causado extinções há 250 milhões de anos
Uma equipa internacional de investigadores encontrou na Antárctica vestígios da colisão de um cometa gigante, o que diz ser a causa provável da maior extinção na história do planeta, que destruiu entre 70 a 90 por cento das espécies há 250 milhões de anos.
Os cientistas encontraram no subsolo da Antárctica vestígios do impacte de um cometa gigante que provocou uma cratera duas vezes maior do que a Suíça. Esta será a causa, dizem, da extinção da era geológica do Pérmico-Triássico, segundo um comunicado da Universidade de Ohio State.
Até ao momento, este cataclismo que provocou o desaparecimento de 90 por cento das espécies marinhas e 70 por cento das espécies terrestres, ainda não tem uma explicação definitiva.
Ao colidir com a Terra, o meteorito terá causado o desmembramento progressivo do Gonduana, um supercontinente que reunia a maior parte das terras actuais do Hemisfério Sul, entre elas a África, América do Sul e Austrália.
Segundo os cientistas, a cratera – agora escondida debaixo dos gelos da Antárctica – tem cerca de 1,6 quilómetros de profundidade e um diâmetro de 483 quilómetros.
mais in Publico
Labels:
astronomia,
estudo
segunda-feira, março 27, 2006
emigrar
Elas emigram por amor, eles por trabalho
Mais de um terço das mulheres europeias emigra por amor e para acompanhar a família e um em cada três homens por razões de trabalho, revela um estudo divulgado hoje em Bruxelas pela Comissão Europeia. Baseado em entrevistas a cinco mil europeus residentes fora do país natal nos cinco maiores Estados da Europa (França, Alemanha, Reino Unido, Itália e Espanha), o estudo evidencia as diferentes razões apontadas por homens e mulheres para terem abandonado o seu país. Metade dos inquiridos vive ou já viveu no estrangeiro, nomeadamente através da bolsa Erasmus, apesar dos estudos serem uma razão diminuta para ambos os sexos se deslocarem para o estrangeiro. Actualmente, apenas dois por cento dos cidadãos europeus vivem fora do seu país, a mesma percentagem de há 30 anos.
Mais de um terço das mulheres europeias emigra por amor e para acompanhar a família e um em cada três homens por razões de trabalho, revela um estudo divulgado hoje em Bruxelas pela Comissão Europeia. Baseado em entrevistas a cinco mil europeus residentes fora do país natal nos cinco maiores Estados da Europa (França, Alemanha, Reino Unido, Itália e Espanha), o estudo evidencia as diferentes razões apontadas por homens e mulheres para terem abandonado o seu país. Metade dos inquiridos vive ou já viveu no estrangeiro, nomeadamente através da bolsa Erasmus, apesar dos estudos serem uma razão diminuta para ambos os sexos se deslocarem para o estrangeiro. Actualmente, apenas dois por cento dos cidadãos europeus vivem fora do seu país, a mesma percentagem de há 30 anos.
Labels:
curiosidade,
estudo,
notícia do dia,
quem diria
quarta-feira, janeiro 25, 2006
será?
Portugueses e americanos são os que menos poupam
Os consumidores portugueses são os que menos poupanças fazem liderando uma lista de 42 mercados, de acordo com as conclusões de um estudo divulgado esta quarta-feira pela ACNielsen.
Os consumidores portugueses são os que menos poupanças fazem liderando uma lista de 42 mercados, de acordo com as conclusões de um estudo divulgado esta quarta-feira pela ACNielsen.
domingo, outubro 23, 2005
living on a ritual
[Living on the edge. Armados com os seus carros recentes, com a bebida desinibidora e parte integrante do ritual - que lhes vai correndo nas veias -, os jovens mais avenços ao ritual nocturno vão pavonear-se, como um qualquer macho, em busca de uma fêmea que lhes dê auto-estima, de bons momentos com os colegas da matinha, na busca de experiências e poder.]
Os homens morrem ao domingo
evitável. Por cada jovem que morre na estrada há seis que ficam com sequelas para o resto da vida. Sistema económico e social é afectado
Os jovens do sexo masculino morrem ao domingo. Um estudo desenvolvido pelo Observatório Nacional de Saúde (Onsa) do Instituto Ricardo Jorge chegou a resultados classificados como "surpreendentes". Os homens entre os 15 e os 24 anos morrem de sete em sete dias, ao domingo.
Ao contrário, a mortalidade feminina não apresenta qualquer tipo de periodicidade. Não é apenas semanal a sazonalidade da morte no masculino. É também semestral e anual. Os homens perecem mortalmente sobretudo nos meses de Junho, Julho e Agosto. Em Agosto de 1999 morreram mais de 100 jovens, no mesmo mês de 1993 perderam a vida mais de 200; o mesmo aconteceu em Junho de 1981.
Paulo Nogueira, um dos autores deste trabalho, destaca a periodicidade semanal destas sequências numa investigação que, com base nos dados de mortalidade do Instituto Nacional de Estatística, relativos a todas as causas de morte, avaliou o período entre 1980 e 2000. "Encontrámos algo sistemático, sobre- tudo a partir da segunda década", refere o investigador. O elemento comum foi a morte com dia marcado. No primeiro domingo de Junho de 1994 morreram 12 jovens, no segundo oito e no terceiro sete. Entretanto, a equipa do Onsa já começou a analisar os dados de 2001 e a tendência é ainda mais evidente. Os jovens do sexo masculino continuam a morrer, sobretudo, ao fim-de-semana.
mais in DN
Os homens morrem ao domingo
evitável. Por cada jovem que morre na estrada há seis que ficam com sequelas para o resto da vida. Sistema económico e social é afectado
Os jovens do sexo masculino morrem ao domingo. Um estudo desenvolvido pelo Observatório Nacional de Saúde (Onsa) do Instituto Ricardo Jorge chegou a resultados classificados como "surpreendentes". Os homens entre os 15 e os 24 anos morrem de sete em sete dias, ao domingo.
Ao contrário, a mortalidade feminina não apresenta qualquer tipo de periodicidade. Não é apenas semanal a sazonalidade da morte no masculino. É também semestral e anual. Os homens perecem mortalmente sobretudo nos meses de Junho, Julho e Agosto. Em Agosto de 1999 morreram mais de 100 jovens, no mesmo mês de 1993 perderam a vida mais de 200; o mesmo aconteceu em Junho de 1981.
Paulo Nogueira, um dos autores deste trabalho, destaca a periodicidade semanal destas sequências numa investigação que, com base nos dados de mortalidade do Instituto Nacional de Estatística, relativos a todas as causas de morte, avaliou o período entre 1980 e 2000. "Encontrámos algo sistemático, sobre- tudo a partir da segunda década", refere o investigador. O elemento comum foi a morte com dia marcado. No primeiro domingo de Junho de 1994 morreram 12 jovens, no segundo oito e no terceiro sete. Entretanto, a equipa do Onsa já começou a analisar os dados de 2001 e a tendência é ainda mais evidente. Os jovens do sexo masculino continuam a morrer, sobretudo, ao fim-de-semana.
mais in DN
Labels:
estudo,
quem diria
quinta-feira, outubro 06, 2005
será?
Mulheres altas são mais ambiciosas
As mulheres mais altas são mais ambiciosas no trabalho e têm menos instinto maternal, revela um estudo científico realizado por duas investigadoras inglesas e cujos resultados foram divulgados ontem pelo jornal Times.
As psicólogas que estudam os comportamentos femininos, Denis Deady e Miriam Smith, concluíram que "a altura da mulher permite prever a sua tendência maternal, e a sua orientação profissional".
O estudo já recebeu o aval da comunidade científica e vai ser publicado numa revista da especialidade. Baseou-se em entrevistas feitas a 1220 mulheres, 679 com idades entre os 20 e os 25 anos, e as restantes com mais de 45 anos. No universo de mulheres mais novas, as mais altas deram menos importância às crianças, desejando ter menos filhos e indicando uma idade mais alta como a altura certa para a primeira gravidez.
As mulheres mais altas são mais ambiciosas no trabalho e têm menos instinto maternal, revela um estudo científico realizado por duas investigadoras inglesas e cujos resultados foram divulgados ontem pelo jornal Times.
As psicólogas que estudam os comportamentos femininos, Denis Deady e Miriam Smith, concluíram que "a altura da mulher permite prever a sua tendência maternal, e a sua orientação profissional".
O estudo já recebeu o aval da comunidade científica e vai ser publicado numa revista da especialidade. Baseou-se em entrevistas feitas a 1220 mulheres, 679 com idades entre os 20 e os 25 anos, e as restantes com mais de 45 anos. No universo de mulheres mais novas, as mais altas deram menos importância às crianças, desejando ter menos filhos e indicando uma idade mais alta como a altura certa para a primeira gravidez.
sexta-feira, setembro 30, 2005
quem diria
Estudo: cérebro dos mentirosos é diferente
O cérebro dos mentirosos é diferente do das pessoas honestas, revela um estudo de uma equipa da University of Southern California. Os cientistas concluíram que aqueles classificados como mentirosos compulsivos têm até 26% mais matéria branca no cérebro do que outros indivíduos.
O cérebro dos mentirosos é diferente do das pessoas honestas, revela um estudo de uma equipa da University of Southern California. Os cientistas concluíram que aqueles classificados como mentirosos compulsivos têm até 26% mais matéria branca no cérebro do que outros indivíduos.
Labels:
estudo,
quem diria
sexta-feira, maio 13, 2005
mais vale mal acompanhado do que só
Portugal é dos países europeus com menos a viver sós
Portugal é um dos países da Europa dos 15 com o menor número de pessoas a viver sozinhas (440.849), enquanto a maioria continua a optar por uma vida ao lado de um/a companheiro/a (5.476.994).
Os dados do Estudo Comparativo das Políticas Familiares na Europa dos 15 entre 1990/2004 são uma previsão para 2005 e demonstram aquilo que já é uma tendência com mais de uma década.
A previsão do total de pessoas a viver sozinhas no espaço da Europa dos 15 aponta para um aumento de 78.925 indivíduos entre 2000 e 2005. A França, os Países Baixos, a Grécia e Portugal são os países que registam uma maior subida neste campo.
O número de pessoas a viver sozinhas em Portugal cresceu entre 2000 e 2005, havendo agora mais 8.712 pessoas nesta situação, segundo o estudo.
Quanto aos que vivem com companheiro (em Portugal) os dados apontam para um crescimento de 469.230 pessoas.
in DD
Portugal é um dos países da Europa dos 15 com o menor número de pessoas a viver sozinhas (440.849), enquanto a maioria continua a optar por uma vida ao lado de um/a companheiro/a (5.476.994).
Os dados do Estudo Comparativo das Políticas Familiares na Europa dos 15 entre 1990/2004 são uma previsão para 2005 e demonstram aquilo que já é uma tendência com mais de uma década.
A previsão do total de pessoas a viver sozinhas no espaço da Europa dos 15 aponta para um aumento de 78.925 indivíduos entre 2000 e 2005. A França, os Países Baixos, a Grécia e Portugal são os países que registam uma maior subida neste campo.
O número de pessoas a viver sozinhas em Portugal cresceu entre 2000 e 2005, havendo agora mais 8.712 pessoas nesta situação, segundo o estudo.
Quanto aos que vivem com companheiro (em Portugal) os dados apontam para um crescimento de 469.230 pessoas.
in DD
quarta-feira, abril 13, 2005
fumar ou não fumar
Fumadores alegam stresse
Um estudo a divulgar hoje em Lisboa revela que a esmagadora maioria dos portugueses com profissões de elevados níveis de stresse fuma no local de trabalho. O hábito é justificado como uma forma de gerir a ansiedade.
Da responsabilidade da Sociedade Portuguesa de Pneumologia (SPP) e Iniciativa Global para a Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (GOLD), o estudo nacional «Hábitos tabágicos em profissões com elevados níveis de stresse» apurou que 86,5 por cento dos portugueses com profissões de elevados níveis de stresse fuma no local de trabalho. A maioria (52%) dos fumadores inquiridos justifica este comportamento como «forma de gerir o stresse» ou como uma «estratégia de relaxamento» (36,3%).
A investigação, apoiada por dois laboratórios, apurou ainda que 78,5 por cento dos profissionais abordados neste estudo desconhece a doença pulmonar obstrutiva crónica, uma patologia do foro respiratório agravada pelo consumo de tabaco e que é a sexta causa de morte em Portugal. Os especialistas prevêem que a doença venha a constituir a terceira causa de morte nos países desenvolvidos em 2020.
O estudo visou conhecer as profissões com elevados níveis de stresse, as razões pelas quais estes profissionais fumam e as patologias associadas a hábitos tabágicos.
in Expresso
Um estudo a divulgar hoje em Lisboa revela que a esmagadora maioria dos portugueses com profissões de elevados níveis de stresse fuma no local de trabalho. O hábito é justificado como uma forma de gerir a ansiedade.
Da responsabilidade da Sociedade Portuguesa de Pneumologia (SPP) e Iniciativa Global para a Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (GOLD), o estudo nacional «Hábitos tabágicos em profissões com elevados níveis de stresse» apurou que 86,5 por cento dos portugueses com profissões de elevados níveis de stresse fuma no local de trabalho. A maioria (52%) dos fumadores inquiridos justifica este comportamento como «forma de gerir o stresse» ou como uma «estratégia de relaxamento» (36,3%).
A investigação, apoiada por dois laboratórios, apurou ainda que 78,5 por cento dos profissionais abordados neste estudo desconhece a doença pulmonar obstrutiva crónica, uma patologia do foro respiratório agravada pelo consumo de tabaco e que é a sexta causa de morte em Portugal. Os especialistas prevêem que a doença venha a constituir a terceira causa de morte nos países desenvolvidos em 2020.
O estudo visou conhecer as profissões com elevados níveis de stresse, as razões pelas quais estes profissionais fumam e as patologias associadas a hábitos tabágicos.
in Expresso
Subscrever:
Mensagens (Atom)