O mais famoso 'Nascer da Terra' foi fotografado há 50 anos na Apollo 8
segunda-feira, dezembro 31, 2018
e algumas das histórias que contei em 2018 foram...
O mais famoso 'Nascer da Terra' foi fotografado há 50 anos na Apollo 8
terça-feira, agosto 18, 2015
os queijinhos frescos
Ana Faria - 1982 Brincando aos Clássicos
Lado A
1-Luís (Adaptação da Ária "La Donna è Mobile" da Ópera Rigoletto de Verdi)-Ana Faria
2-Clara(Adaptação do "Hino à Alegria" da 9º Sinfonia de Beethoven)-Ana Faria
3-João(Adaptação da Abertura da Ópera Guilherme Tell de Rossini)-Ana Faria e João
4-Ana(Adaptação da 2ºcena do II Acto do Lago dos Cisnes de Tchaikovsky)-Ana Faria
5-Miguel(Adaptação da Marcha Turca de Mozart)-Ana Faria
6-Catarina(Adaptação do 4º andamento da 7º Sinfonia de Beethoven)-Ana Faria
Lado B
1-Nuno(Adaptação da "Dança das Horas" da Ópera Gioconda de Ponchielli)-Ana Faria e Nuno
2-Joana(Adaptação da "Barcarola" dos Contos de Hoffmann de Offenbach)-Ana Faria
3-Marta(Adaptação da "Habanera" da Zarzuela la Verbena de la Paloma de Breton)-Ana Faria
4-Pedro(Adaptação do Concerto Nº1 para piano de Tchaikovsky)-Ana Faria e Pedro Faria Gomes
5-Rita(Adaptação da Valsa Brilhante, op. 18 de Chopin)-Ana Faria
6-Zé(Adaptação da "Habanera" da Ópera Carmen de Bizet)-Ana Faria
7-Clara(Adaptação do "Hino à Alegria" da 9º Sinfonia de Beethoven)-Pedro Faria Gomes
Todas as letras são de Ana Faria
Arranjos, Adaptações e Direcção Musical de Ana Faria
Músicos:
Viola:Armindo Neves
Piano e Teclas:Jaime Oliveira
Baixo:Zé da Ponte
Oboé:António Serafim
Trompa:Adácio Pestana
Flauta:Pedro Teixeira
Harpa:Katherine Ann Bird
Guitarra:António Chainho
Percussão:Ana Faria
Produtor:Heduino Gomes
Som:Moreno Pinto
Estúdios:RT
Fotografia da capa original:Heduino Gomes
Desenhos:Ana Faria
Editora:Rádio Triunfo
Coro: Carla, João, Nuno, Paula, Pedro Faria Gomes, Pedro Hébil, Rita e Vera
*Vendas:Disco de Platina
*Teledisco:
*Reeditado em CD em 1992 e em 1998 pela Movieplay
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Álbum 2
2 - Carla
4 - Elisa
5 - Rui
7 - Ricardo
12 - Daniel
sexta-feira, junho 06, 2014
i can see clearly now the rain is gone
Os carros não têm só uma utilidade prática de nos levar de um sítio para o outro. Mesmo parados são também casulos que nos colocam no meio da realidade, menos visíveis e mais contemplativos.
Se estivermos a ouvir música no rádio ainda melhor para esta reflexão tão humana e tão moderna. Podemos estar no meio da cidade a olhar para os outros carros a passar a velocidade ou apenas a observar pessoas a fazerem a sua vida. Malta de pijama a levar o lixo à rua, idosas a passear, mães a levarem os filhos para o infantário ou jovens a irem de mochila para mais um dia recreio e escola.
Esta contemplação quase voyeur é melhor dentro de um carro. Temos a música a acompanhar o pensamento (ou vice versa). Estamos sentados e protegidos de vento, chuva ou de outros elementos e podemos meramente pensar e observar. O efeito reflexivo é semelhante se formos para uma falésia ou para o campo observar o mar ou a natureza no horizonte. Provavelmente a olhar a beleza da natureza vamos pensar mais em nós e no que fazemos aqui, já que com a natureza não temos o elemento humano a distrair-nos de nós próprios. A certa altura apetece-nos abrir a porta e entrar de novo no mundo, sentir o vento na cara e olhar sem casulos.
Tudo isto faz-me lembrar este anúncio aqui por baixo da Nescafé, com esta música maravilhosa de Johnny Nash. Desde que era miúdo que me lembro de ver este anúncio. Parava tudo o que estava a fazer para ver aquela miúda gira no carro a olhar o horizonte. Estava-se a passar alguma coisa especial ali. Não era um mero anúncio. Para mim nunca foi.
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PS: Ter auscultadores e ouvir música (no iPhone, iPod e afins) pelo meio da multidão ou da natureza cria efeitos semelhantes. Mas de carro estamos mais protegidos de tudo, num perfeito casulo só nosso. E podemos ser mais observadores passivos, de outros humanos ou da natureza.
quarta-feira, maio 21, 2014
a love letter to my portuguese West
Aqui ficam memórias caldenses.
Sair da escola e passear pela rua das Montras, ver as babes, ir à Praça da Fruta, passar pelo Parque (onde se jogava ping pong ou se apanhava molha em passeios de barco agitados no Verão).0
Iir à Upacal e comer um salame, ou passar pelas lojas do Parque, levar uns deliciosos Beijinhos. Ou, no Verão, ir experimentar os sabores novos na gelataria Puzzle (e ainda ver as novas figuras com pénis XXL prontos a sair de fora ao mero puxar de um cordel).
No Verão, a malta ia quase todos os dias de bicicleta até à praia: o Alto do Nobre era a subida de montanha da viagem; a fonte dos Namorados era o ponto de paragem obrigatório para esperar pelos lentos e beber água, no caminho até à Foz do Arelho - 15 quilómetros para cada lado que envolviam uma corrida diária entre os presentes, claro.
Nesses mesmos verões, sempre que queríamos fazer mais uns quilómetros de bicla, metíamo-nos pelo verde Nadadouro, com vista para a Lagoa de Óbidos, ou pelos caminhos menos conhecidos (de subidas complicadas) até ao meio da Estrada Atlântica (entre São Martinho do Porto e a Foz).
Certos dias íamos no autocarro saltitante estilo "mar alto" das Caldas até à Foz, onde havia sempre gente conhecida e o Ricardão não perdia oportunidade de assustar alguma miúda com o seu olhar fixo pseudo-sensual.
Na Foz - onde o ponto de encontro era sempre "junto à Bandeira" - jogava-se à bola umas horas, via-se as babes, dava-se mergulhos criativos (por vezes dolorosos) na Lagoa e combatia-se as ondas rebeldes durante horas no 'mar'. Muitas vezes (já sem o Lipinho na praia) só saíamos com o pôr do sol - lembras-te, Robert Charruadas?
Aos fins-de-semana podíamos ir de carro até Peniche, apanhar o barco até às Berlengas (fiz isso vezes a menos!).
Mais frequente foi: ir em famelga e de farta merenda na carrinha do meu Tio Zé almoçar no pinhal do Outro Lado da Foz. Depois do almoço que envolvia frisbees, cartas e afins, a tarde era passada na gigante Praia Del Rei, onde haviam nudistas lá ao fundo e o areal (com riachos com ligação ao mar pelo meio) parecia não ter fim. Por lá lembro-me de jogar aos Gladiadores Americanos ou aos penáltis com o Nuno Vinhais, de jogar raquetes até cair para o lado com o primão André Ramalho ou o daddy e de ficar vermelho, estilo Índio, como um pimento.
Quando havia vontade de fazer mais do que 20 quilómetros e ir para a confusão, íamos ao Baleal aproveitar aquele mar perfeito (entre o calmo e o ondulado o suficiente para o surf) e areal delicioso.
Mais tarde, já andava na faculdade em Lisboa, comecei a frequentar com a malta aos fins-de-semana ou nas férias Supertubos. Passou a ser a praia de eleição no Oeste, mais calma, com boas ondas e relativamente perto.
Voltando atrás, aos tempos de Secundário: em Agosto, nos verões em que não ia aprender a trabalhar com o meu Tio Júlio, ou descansava na loja do meu avô a fazer descontos a clientes, a ler as edições desde 1970 da TV Guia ou os desportivos sobre os milhares de reforços do Benfas, ou em alternativa juntava-me à (fictícia) Associação Sindical do Apanhadores de Pêra Rocha Universitários do Oeste.
Na Pêra, em plena aldeia da Sobrena, os dias começavam pelas 8h em ponto - a viagem começava pelas 7h20 a partir das Caldas, no Fiesta preto do Sérgio, com tudo ensonado.
Depois de boas histórias partilhadas, muita pêra comida, apanhada e atirada violentamente para os vários jovens camaradas da Pêra, o dia chegava ao fim com arranhões nos braços e pernas - a malta era acrobata nas Pereiras - e bronze à pedreiro (ao almoço havia um 'endireita' disponível).
A viagem de regresso de Fiesta pela mítica Nacional 1 era mais animada: envolvia corridas de carros, rabos à mostra para quem ia de mota (o Ruben era a vítima), buzinadelas para os velhotes que iam junto à estrada (cumprimentavam-nos sempre!) e conversa na língua russoviesky, onde o grande Cardozo era especialista doutorado.
'Olhando' para trás, penso:Jim Morrison é que tinha razão: «Carry me, Caravan, take me away
Take me to Portugal...» «The West is the Best».
E para mim confirma-se: o Oeste é melhor, pelo menos para mim foi.
terça-feira, maio 20, 2014
sortido de memórias
Para a dor de dentes, bochechar com aguardente ou whiskey ajudava. Saudades.
Fora de doenças, Sopinhas de Leite, Gemadas e um mix de gemada com farinha (massa se bolo) eram presenças gastronómicas à noite ou de madrugada.
terça-feira, agosto 24, 2010
sábado, abril 03, 2010
quarta-feira, agosto 19, 2009
is everybody in? the ceremony is about to begin... wake up!
"We want the world and we want it... now!"
terça-feira, agosto 18, 2009
memórias
Tornou-se mítica a pergunta onde é que estavas no 25 de Abril, graças a Baptista Bastos e a Herman José, mas para aqueles que nasceram depois de 1974 impõe-se mais a pergunta, onde é que estavas no 11 de Setembro?
Um amigo meu estava em Marrocos e viu as imagens do sucedido muitas horas depois de tudo ter acontecido num café cheio de árabes, que assimilou aquelas imagens em profundo silêncio.
Eu estava na sede da RTP, depois de ter ouvido falar do primeiro embate de avião nas Torres Gémeas na faculdade. Na RTP, da 5 de Outubro, ainda apanhei em directo o segundo embate no World Trade Center, para o qual faltaram as palavras.
domingo, junho 21, 2009
emot e nica
Por volta de 1987, emot e a cadela Nica, que desapareceu deste mundo uns quantos anos depois.
by seremot
domingo, junho 07, 2009
sexta-feira, maio 15, 2009
sexta-feira, março 06, 2009
recordar assis pacheco
"O Eusébio marca livres de trinta metros, o Artur Jorge chuta em moinho, o Dinis faz fintas à bandeirola de canto, MAS EU FUI O MAIOR CRAQUE DA RUA GUERRA JUNQUEIRO E ESTÁ PARA NASCER UM SUCESSOR DIGNO DESSE TÍTULO"
Fernando Assis Pacheco, in Memórias de um Craque
domingo, janeiro 18, 2009
terça-feira, dezembro 16, 2008
lightsaber old chap
Dizem que a espada de Luke Skywalker foi leiloada por 180 mil euros. Na verdade não foi a espada, mas o sabre de luz. Eu quanto era puto queria mesmo era ser como o Luke, e utilizar aquele sabre para eliminar o exército do Império. Confesso que cheguei a andar pelo pinhal ao lado de minha casa, de sabre de luz em punho (ok, ok, era mesmo um bocado de madeira) a combater Darth Vader e companhia (ok, ok, eram mesmo as árvores, os ramos e o cão, coitado, levou umas quantas pauladas).
LIGHTSABER
The lightsaber is a fictional weapon that plays a key role in the movies, games and novels that constitute the Star Wars universe. Lightsabers are science fiction versions of their namesake, the saber. Instead of a metal blade, the lightsaber generates a brightly colored energy blade about three feet in length. Though they often behave like regular swords, they are also depicted as able to cut through most matter with little or no resistance and to deflect projectiles and other weapons in the Star Wars universe. The lightsaber first appeared in the film Star Wars Episode IV: A New Hope (1977). Rotoscoping was used to create the lightsaber's distinct appearance in the original trilogy. For the prequel trilogy, the effect was created using digital rotoscoping.
domingo, novembro 30, 2008
granizo, chuva, vento, frio
by seremot
O frio aperta. A chuva não pára. O granizo acorda. É Inverno, puro e duro. Só apetece ficar em casa. Quieto e parado.
Foi uma noite de despedida, do meu primo. Um dos meus melhores amigos desde que me conheço, que vai agora viver uma aventura por Paris, em busca de novas motivações. Para matar saudades, voltámos a passar a madrugada em família (faltaram os meus tios e prima Judite, que estão a viver em Paris) e a jogar monopólio - já lá iam uns quantos anos desde a última vez. Voltei a ganhar (nunca perdi a jogar ao monopólio).
quarta-feira, novembro 26, 2008
compras, compras, lista
by seremot
Tirada no Pingo Doce (ex-Casaleiro, ex-Pingo Doce, ex-Feira Nova, e que agora voltou a ser Pingo Doce) da Estrada de Tornada, Caldas da Rainha.
father and son...
Quando tinha 11 anos via o meu pai ouvir Cat Stevens e a banda sonora do filme Jesus Christ Superstar e dizia: "Lá está ele a ouvir música velha!" Quando fiz 18 anos e o meu pai me apanhou a ouvir Cat Stevens disse: "Então não eras tu que não gostavas de música velha?!"
Resta dizer que esses dois CD's (dos primeiros a circular lá por casa - os primeiros adquiridos de propósito para mim, tinha 10 anos, foram Waking Up the Neighbours (BA) e Auto da Pimenta (Rui Veloso - este último por pressão do meu pai, mas revelou-se, anos mais tarde, uma escolha acertada)), neste momento, 15 anos depois, estão em minha casa e o meu pai nunca mais os viu...
Volta na volta estou a ouvir o The Very Best of Cat Stevens ou o Jesus Christ Superstar Soundtrack... ainda hoje. E sabe bem.
Estarei a ficar velho?
This is your life, and is ending one minute at a time...
foi por vontade de deus?
Ela já esteve em Cannes, passou por Itália e até o Brasil. Já foi aos Estados Unidos e a sua voz, em tempos, já conquistou todo o planeta.
A propósito do novo filme sobre Amália, que é um valente amontoado de cenas (and I don't mean that in a good way), tenho a dizer que Amália não é Fado, Amália é vida, Amália é força interior, Amália é "alma" cantada, Amália é das poucas vozes que me arrepia sempre que canta (and I do mean that in a very good way).




