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sábado, outubro 03, 2009

our velocity

Sábado, 3 Outubro, 1h15. Chega ao fim uma semana de trabalho que começou domingo e teve média diária de 12h/dia. E não que é que valeu a pena!

Mesmo após uma quase insolação motivada por filmagens num Cabrio sempre na versão descapotável, uma dor de cabeça grande, um vermelhão na testa intenso e muitas coisas novas, tudo correu surpreendentemente bem. Hoje foi daqueles dias repleto de novidades para mim e em que tinha tudo para muita coisa falhar. Apesar de alguns stresses, não houve males de maior e ainda consegui manter alguma criatividade, apesar do cansaço.

I do what I can, live for tomorrow, that's who I am.

E nada melhor do que terminar o dia com Maximo Park no carro a desanuviar a mente por completo!




Our Velocity
I’m not a man, I’m a machine
Chisel me down until I am clean
I buy books, I never read
And then (I’ll) tell you some more about me

Beneath the concrete there’s a sound
A muffled cry below the ground
There is a poison in the air
A mix of chemicals and fear

Mama, i've just hunches
I’m not sure what they mean
You’re asking for commitment
When I’m somewhere in between

Never, never try to guage temperature
When you tend to travel at such speed
It's our velocity

Is it cold where you are this time of year?
You didn’t leave a scar

A stream of numbers hit a screen
And you’re expected to know what they mean
throughout the conflict I was serene
I can't outrun the sadness I’ve seen

Are you willing to resist
For people you’ve never met
The devil's wheel revolves
But it needs to be reset

(...)

I’ve got no one to call
In the middle of the night anymore

I’m just alone
With my thoughts


segunda-feira, setembro 28, 2009

quem quer ser provedor

Novos desafios profissionais têm provocado uma ausência maior aqui do Frescas e Boas. Mas é tudo para um bem maior, esperemos.

Na tv passa o belíssimo Paraíso Filmes. Está de volta, agora à RTP2.
Até breve.


sexta-feira, janeiro 18, 2008

nota mental

O meu trabalho de faculdade sobre o quadro O Fado de José Malhoa é citado num site sobre arte chamado Joker Art Gallery. Pode ser visto aqui.

sábado, maio 21, 2005

tv dependente


Não ter cabo (televisão) é uma desilusão. A televisão generalista está cada vez mais uma mistela pegajosa e mal cheirosa (m*rda), especialmente no prime time. Não se encontra nada de jeito. É impressionante. Ao fim de semana passam à tarde algumas séries que cativam, CSI, Perdidos, Alias, enfim. Mas por outro lado é costume apostar-se em filmes familiares/infantis que já passaram na tv dezenas de vezes. Podem funcionar para aquilo a que se propõe, mas quando se repete passado tão pouco tempo e de forma tão sistemática está-se a passar um atestado de "parvez" ao espectador. Não estamos propriamente a falar de filmes complexos, onde mais um visionamento pelo filme permite descobrir coisas totalmente novas. Não. São muito simples e servem um propósito limitado, daí repetir tão frequentemente é constrangedor.

Depois há a programação nocturna. Estamos perante uma bandeja de variedade muito limitada. Num sábado à noite, como é hoje e esta noite caímos na tristeza de ter uma novela, que eu considero um grande flop em vários níveis, na RTP1. Uma produção portuguesa e brasileira mas muito muito fraca. Na A Dois, temos a salvação, pelo menos para o meu tipo de gosto nesta altura da minha vida. Hoje fui presenteado com um documentário cativante e pertinente, totalmente espanhol e totalmente sobre Portugal. Desde a infância do Rei Juan Carlos em Cascais ao 25 de Abril. Uma perspectiva muito sóbria, correcta e interessante. Quase viciante, o que não é muito normal neste tipo de documentários. Na SIC temos uma programação que considero de qualidade, mas que atinge um determinado público onde eu não incluo. O K7 pirata escapa. Tem apontamentos engraçados o Francisco Menezes é muito cómico e o Nilton às vezes dá uma para a caixa. As telenovelas seguinte, parecem-me de qualidade, a qualidade Globo, mas dispenso. Na TVI temos outra novela, desta feita da vida irreal. Os breves instantes que passei pelo canal no meu habitual zapping - com quatro canais é frustrante - vi pedaços de uma discussão épicamente ridicula. Lili Caneças e uma figura assexuada, pseudo-social e pseudo-pessoa tinham uma discussão sobre protagonismo, como é óbvio. Sem pés nem cabeça. Enfim.
Numa noite como esta resta esperar pela madrugada, quando passam uns filmes aceitáveis e séries, às vezes, muito boas. Acabei de ver um anúncio do Six Feet Under. Segunda, na A Dois. Não posso esperar. Muito bom. Até o meu pai diz que gosta!

Na leitor de cd´s vou-me maravilhando com Josh Rouse, acho que estou viciado...

Na memória recordo-me perfeitamente, no que diz respeito à tv, da iniciativa das produções fictícias em inserir na RTP1 pedaços de poesia ao vivo lida por actores conhecidos em meios e de formas interessantes. Nuno Artur Silva é um dos meu heróis. Vi-o recentemente na festa do jornal Público, e estive para lhe apresentar algumas ideias. Se tivesse sozinho tinha ido. É ele um dos criadores do É Cultura, estúpido!, e é ele o criador desta deliciosa ideia de colocar apontamentos de poesia, durante alguns minutos, caídos de "pára-quedas" em prime-time. É uma ideia que já me tinha ocorrido, tenho de admitir. Vê-la na televisão causa-me muita satisfação, por achar um conceito maravilhoso, e alguma tristeza, por já me ter passado pela cabeça isso mesmo - não, ele não me copiou a ideia.
Há uns anos, tive um programa numa rádio local na minha cidade natal, que fazia todas as semanas à sexta-feira e vinha de propósito às Caldas para fazê-lo.
No inicio estava a substituir uma pessoa num programa já existente. Mas depois tive maior liberdade e criei o "60 minutos à abrir!". Era um programa de rádio, com muitas limitações, mas repleto de informação. Às 19h começava com uma entrada triunfal, uma música a abrir, já não me lembro qual era. Depois apresentava-me, dizia o conteúdo do programa e, se seguida punha uma música para desanuviar. Depois lia noticias nacionais, de seguida punha mais uma música e vinham as internacionais. Mais uma música e regressávamos com o Espaço Poesia, onde lia um poema de um autor português (na maioria das vezes), com musica inicial dos X-files, e depois uma mais suave. Vinha a publicidade, que não tinha nada a ver. Depois tinha as notícias locais, mais uma música - antes das músicas dava informações sobre bandas e concertos, e mais para o final vinha o espaço das sugestões para o fim-de-semana, incluindo cinema. Para terminar em beleza vinha o Espaço Poesia.
Nem sempre conseguia cumprir este programa tal e qual, fosse por problemas técnicos, demasiada publicidade da meia-hora, ou falta de tempo para organizar bem as coisas. Normalmente só tinha umas duas horas para preparar isto tudo antes, num computador muito lento... Foi uma experiência interessante, embora tenha melhorado muito mais a minha dicção na rádio quando estive na TSF. Memórias.

sábado, maio 07, 2005

ser ou não ser: um caso interessante


"Um caso muito interessante
Chama-se João Tomé e não o conheço! Mas por causa de um comentário no
Pontomedia descobri um caso muito interessante de utilização da blogosfera por um jovem jornalista. São três blogues, um com as suas opiniões sobre o mundo, outro sobre ele próprio (uma espécie de currículo dinâmico e vivo) e outro com as suas angústias sobre o jornalismo. Bom dia João Tomé!"

in BlogOuve-se - blog do jornalista da TSF João Paulo Meneses e autor de um livro fantástico (que eu, como é óbvio, tenho e aconselho) sobre a rádio e a TSF em particular chamado "Tudo o que se Passa na TSF". Uma espécie de livro de estilo, bem concebido e educativo, indispensável para quem gosta de rádio e particularmente da TSF, enquanto rádio e conceito.

Descobri este post de Março no Google, muito por acaso, quando procurava artigos meus do Público na net. No meu caso em particular este tipo de referências apenas podem ser vistas com muito agrado e simpatia ainda para mais quando vem de alguém que admiramos enquanto profissional. Penso que é sempre agradável sermos "um caso interessante". Quando João Paulo Meneses diz que não me conhece é metade verdade. Falei com ele já para o último mês de estágio na TSF (Veão 2003) por telefone - ele trabalha no Porto. Tinha feito peças um pouco longas e sobre assuntos culturais e tinha algumas ideias para a rubrica de Verão que ele dirigia à tarde nos intervalos das notícias. Para azar meu a rubrica acabava no dia em que liguei com as ideias. Sempre simpático, explicou-me isso e agradeceu-me na mesma as ideias que considerou interessantes. Aqui fica a referência mais ficar como nota para mim, do que outra coisa qualquer. Resta-me mandar um abraço ao João Paulo Meneses, mesmo que não seja visto.

domingo, novembro 14, 1999

Os códigos no Código


Ao longo dos últimos séculos os códigos e a criptação de mensagens foram prática comum quando se pretendia esconder algum segredo muito valioso. É de eventuais segredos sobre o cristianismo de que fala o romance mais célebre e polémico de momento a nível mundial: o Código Da Vinci, de Dan Brown. Para além de pôr em causa as doutrinas seculares da igreja Católica, que centenas de gerações tomam como verdades adquiridas há séculos, o livro fala numa sociedade secreta: o Priorado de Sião, ao qual terão pertencido e constituído Grão Mestre: Leonardo da Vinci, Sir Isaac Newton, Botticelli e Victor Hugo. É por intermédio de diversos códigos em quadros célebres de Da Vinci e noutras formas de criptação (codificação da informação) que Dan Brown coloca os personagens a revelarem pistas para aquilo que no livro é descrito como a verdade escondida sobre o «sagrado feminino» e o Santo Graal. Existem milhares de formas de códigos, conheça algumas…

por João Tomé [publicado no jornal Destak, em Outubro 2004]

Glossário da controvérsia

O quadro de Leonardo da Vinci, A Última Ceia "peça" central no livro de Dan Brown

Maria Madalena – O livro coloca-a como central na história de Jesus, ela simboliza o escondido «sagrado feminino». Ela não seria uma prostituta, mas uma aristocrata (com sangue real), da Casa de Benjamim, casou-se com Jesus Cristo e ambos tiveram uma filha, chamada Sara. Depois de Jesus morrer Maria teria fugido para França, dando origem a uma linhagem com o sangue de Jesus, os Merovíngios, que terão fundado Paris. Uma história bem diferente da actualmente conhecida.

Sagrado feminino – seria o segredo escondido há muitos séculos no qual Maria Madalena teria tido um papel fulcral na história de Jesus. Ao ser ocultado também terá servido para diminuir o papel das mulheres na sociedade.

Jesus Cristo – terá sido o Concílio de Niceia (através de uma votação) que o definiu como filho de Deus, ou uma divindade. Antes disso nunca foi visto dessa forma, mesmo pelos seus milhares de seguidores – era visto apenas como um homem. Jesus também teria sangue real, era da linhagem da Casa de David e descendente de Salomão, rei dos Judeus. Daí o casamento com Maria Madalena ser considerado perigoso para a igreja primitiva.

Bíblia e Concílio de Niceia – Terá sido este concílio que definiu a actual bíblia ao seleccionar evangelhos de forma a excluir tudo o que não interessaria revelar ao imperador romano e pagão, Constantino. Este imperador, terá juntado as crenças pagãs e cristãs sob a forma do catolicismo.

Santo Graal – San Greal, Sang real, Sangue real ou os documentos Sangreal. A demanda do Santo Graal será a demanda para os fiéis se ajoelharem diante do túmulo de Maria Madalena, o sagrado feminino perdido. Junto do túmulo também estariam documentos secretos descobertos pelo templários que provam o «sangue real» de Maria Madalena e Jesus Cristo.

Priorado de Sião – terá sido fundado em 1099 e a sua principal missão seria proteger o Santo Graal da destruição e dos curiosos. Leonardo da Vinci, Sir Isaac Newton, Botticelli e Victor Hugo são alguns dos célebres Grãos Mestres desta sociedade secreta.

A última Ceia (o quadro de da Vinci) – da Vinci não terá pintado o cálice de Jesus tão conhecido na bíblia católica na última ceia de Jesus de propósito porque o Santo Graal não seria um cálice literalmente, mas o formato de V que surge entre Jesus Cristo e Maria Madalena que está ao lado de Jesus (algo que na bíblia não é referido). Existe ainda um homem, que seria o ciumento apóstolo Pedro a pôr a mão no pescoço de Maria Madalena de uma forma ameaçadora e ainda existe no quadro uma mão que não se percebe a quem pertence que segura uma faca.

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Sequência Fibonacci A matemática na natureza
1, 1, 2, 3, 5, 8, 13, 21, 34, 55, 89, ...
Esta é a sequência Fibonacci em que cada número apresentado é igual à soma dos dois que o precedem. 1+1=2; 1+2=3; 2+3=5; 3+5=8; 5+8= 13; 8+13=21; e assim por diante.

A sequência, inspirada nas teorias do matemático Fibonacci, que viveu na idade Média, faz parte do chamado Número de Ouro. Este número não é mais do que um valor numérico cujo valor aproximado é 1,618.
Trata-se de um número irracional e enigmático que surge numa infinidade de elementos da natureza na forma de uma razão, sendo considerado por muitos como o símbolo da harmonia. Pode-se achá-lo por toda a natureza, mas também em obras artistícas, tanto na pintura como na arquitectura. Leonardo da Vinci, que contribuiu para a teoria do Número de Ouro, utilizava nos seus quadros os seus conhecimentos matemáticos para garantir uma razão, perfeição, beleza e harmonia únicas – atingindo assim o Número de Ouro.
Exemplos disso, são a tradicional representação do homem em forma de estrela de cinco pontas, com pentágonos inseridos numa circunferência, e a obra Mona Lisa, onde existem vários exemplos de construção harmoniosa.
Já a contribuição de Fobonacci para o Número de Ouro está relacionada com a solução do seu problema sobre a reprodução dos coelhos, que permitiu achar a sequência Fibonacci acima descrita. Neste caso as sucessivas razões entre um número e o que o antecede vão-se aproximando do Número de Ouro.



Todos os fenómenos seguintes estão relacionados com a sequência Fibonacci, como se poderá verificar, todos as divisões indicadas são números da sequência acima apresentada.

Flores As margaridas têm geralmente 34, 55 ou 89 pétalas.
Ananás O ananás tem 8 diagonais num sentido e 13 no outro.
Futebol As dimensões correntes do campo já foram de 105, por 65m. E 105 a dividir por 65 é igual ao número PHI. Em Paris, a Pyramide, pirâmide do museu do Louvre que é referida no livro Código da Vinci e o edifício Géode são o exemplo do uso do número de ouro. Também a bola oficial da FIFA tem uma construção que usa o número de ouro.
Música Alguns violinos foram criados a partir do Número de Ouro demonstrando uma grande harmonia.
Ser Humano As proporções do corpo humano como, por exemplo, do antebraço e da mão ou das articulações dos dedos têm uma proporção áurea. Ou seja, fazendo a soma entre esses elementos chegamos por norma ao Número de Ouro.
Arquitectura Existem muitos edifícios que ao serem muito proporcionais atingem o número de Ouro, como é o caso das pirâmides de Gizé, no Egipto, que foram construidas tendo em conta a razão áurea: razão entre a altura de um face e metade do lado da base da grande pirâmide é igual ao número de ouro.


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Anagramas que nos rodeiam

Anagrama: palavra que vem do grego aná, que significa: para cima, para trás; e grámma, que significa letra, transposição de letras. Anagrama é também a inversão das letras de um nome para formar outro.


Existem vários tipos de anagramas. Os quebra-cabeças utilizam muitas vezes os anagramas, que constituem grupos de palavras que usam o mesmo conjunto de letras, mas com um ordem diferente. Exemplos de anagramas:

amor e roma
maca e cama
mila e lima


Exercício 1 – para definir qual o anagrama possível das seguintes palavras:
1. Tarô (Rato)
2. Porta (Tropa)
3. Célia (Alice)
4. Sacar (casar e cara)
5. Pedra (Padre)
6. Sapo (Sopa, após)
7. Gola (galo e lago)
8. Trela (letra)
9. Apto (pato)
10. Rato (Rota)

Exercício 2 – quantas palavras consegue construir a partir das letras?

P R V A O

Até uma palavra: fraco
Até cinco palavras: mediano
Até 10 palavras: bom
Até 15 palavras: excelente

Soluções: parvo, pavor, prova, vapor, pá, ova, avó, pão, vão, pó, avo, ar, por, par, vá,

Outros tipos de anagramas:
MARROCOS e SOCORRAM
MARTELOS e SOLETRAM
AROMA e AMORA

Ainda existem relacionados com os anagramas as palavras palídromo, que são frases, versos ou palavras que tem o mesmo sentido quando lidas da direita para esquerda ou esquerda para a direita. Exemplos:
Rats live on no evil star
RADAR

Anagramas peculiares:
José Saramago: Seja amargoso
Almeida Santos: mistela danosa
Marcelo Sousa: Salmão escuro
Suor: Urso
Pasto: posta
Quarto: Quatro
Elvis: Lives
Jim Morrison: Mr Mojo Risin
Tom Cruise: So I'm Cuter
EPISCOPAL = PEPSI COLA
Prénatal: parental
Funeral: Real fun
"LISTEN!" = silent
Clint Eastwood: Old West Action
The Morse Code: Here Come Dots
George Bush: He bugs Gore
George Bush: Shoe Bugger
George W. bush: where bugs go
Saddam Hussain: Humans sad side


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O Código de César
O tipo de código que se segue é conhecido como a Caixa de César. O famoso imperador romano foi o primeiro a construir códigos desta forma e o autor de Código Da Vinci refere-se mais nele no seu livro Fortaleza Digital. Nas letras que se seguem, que não aparentam não ter qualquer significado, escondem-se frases, descubra-as...

1. LETAESOBIASÉTTPNOEASRNR!
Para decifrar esta mensagem basta dividir o código em seis grupos de quatro palavras, e colocá-las na vertical, da seguinte forma (leia na vertical):
LETA
ESOB
I AS...

Agora pode fazer os seguintes exercícios:
2. OREASESQSDTUEOÃIGSO?

3. NIPDBIEUAOERNRMGDSIEAAEECRSDVMSOOPO

4. COEIMOSXTEDQEANIURMTGECAE


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Soluções:

1.LETAESOBI ASETTPNOEASRNR!
Leitores atentos parabéns!

2. OREASESQSDTUEOÃIGSO?
OS SEGREDOS ESTÃO AQUI?

3. NIPDBIEUAOERNRMGDSIEAAEECRSDVMSOOPO
NUMA VIAGEM PODES DESCOBRIR O INESPERADO

4. COEIMOSXTEDQEANIURMTGECAE
CODIGOS QUE EXERCITAM A MENTE