É oficial, está aberta a época dos espalhos. Segunda senhora que ajudo a levantar do chão depois de um tralho e a reunir os pertences em menos de uma hora. Confirma-se, os tugas são solidários. Não fui o único a ajudar e a preocupar-me.
Gente, cuidado com os degraus, buracos e milhares de obras e desníveis da cidade.
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terça-feira, abril 08, 2014
quinta-feira, setembro 10, 2009
pistas de biclas sem bicicletas
Lisboa, 15h, departamento de transportes e mobilidade da autarquia lisboeta:
Vereador do PS: Senhor Ramiro, as eleições estão à porta e decidimos que vamos criar amanhã mais 10 km de pistas de bicicletas, ali na zona de Benfica. O sr. Dr. Presidente quer anunciar isso no dia seguinte.
Senhor Ramiro (chefe dos funcionários das estradas da câmara): Mas como é que eu vou fazer pistas de bicicleta assim, num dia?
Vereador do PS: Parece-me óbvio! Coloque uns traços nuns cantos da estrada normal a dizer que ali é para as bicicletas! Seja criativo!
Senhor Ramiro: Mas depois não há espaço para os carros nessa faixa, ou então passam por cima da "pista" das bicicletas constantemente...
Vereador do PS: Não se preocupe com esses pormenores, o importante é termos mais pistas na cidade. Ou você não quer modernizar e cidade? Está contra as bicicletas, é? Olhe que aqui queremos pessoas de futuro, não é de passado...
Senhor Ramiro: Ok, vou avisar o pessoal. E, já agora, podemos aproveitar os meios e a tinta para pintar os traços normais da estrada que já estão esbatidos e não se vêeem?
Vereador do PS: Não é uma prioridade. Mas se não se gastar mais dinheiro com isso podemos fazer...
Senhor Ramiro: É preciso mais tinta, porque há muito por melhorar, custa o dobro.
Vereador do PS: Então esqueça. A prioridade é sermos modernos, essas linhas para os carros já toda a gente as conhece.
... ... ...
Passados três dias.
Vereador do PS: O departamento leu aí nuns blogues de Direita que há pistas de bicicletas sem continuidade. O sr. Dr. Presidente foi confrontado com isso e tudo. É favor de apagar aquela que aparece aqui criticada.
Senhor Ramiro: Tivemos de fazer assim, para cumprir os kms de riscas no chão que o senhor vereador pretendia. Não havia outra hipótese. Mas podemos apagar aquelas linhas desnecessárias. São uns 2 km.
Vereador do PS: Nada disso. Apague só os 200 metros que foram criticados à frente do ministro. Pinte de preto por cima.
Senhor Ramiro: Mas então temos de comprar tinta preta.
Vereador do PS: Terá dinheiro para isso, mas só para os 200 metros.
----------
Conversa 100% ficcional e inventada. Construída com base na observação nas "pistas" de biblas criadas em Benfica nos últimos dias, e em que algumas foram pintadas de preto hoje. Giro.
Vereador do PS: Senhor Ramiro, as eleições estão à porta e decidimos que vamos criar amanhã mais 10 km de pistas de bicicletas, ali na zona de Benfica. O sr. Dr. Presidente quer anunciar isso no dia seguinte.
Senhor Ramiro (chefe dos funcionários das estradas da câmara): Mas como é que eu vou fazer pistas de bicicleta assim, num dia?
Vereador do PS: Parece-me óbvio! Coloque uns traços nuns cantos da estrada normal a dizer que ali é para as bicicletas! Seja criativo!
Senhor Ramiro: Mas depois não há espaço para os carros nessa faixa, ou então passam por cima da "pista" das bicicletas constantemente...
Vereador do PS: Não se preocupe com esses pormenores, o importante é termos mais pistas na cidade. Ou você não quer modernizar e cidade? Está contra as bicicletas, é? Olhe que aqui queremos pessoas de futuro, não é de passado...
Senhor Ramiro: Ok, vou avisar o pessoal. E, já agora, podemos aproveitar os meios e a tinta para pintar os traços normais da estrada que já estão esbatidos e não se vêeem?
Vereador do PS: Não é uma prioridade. Mas se não se gastar mais dinheiro com isso podemos fazer...
Senhor Ramiro: É preciso mais tinta, porque há muito por melhorar, custa o dobro.
Vereador do PS: Então esqueça. A prioridade é sermos modernos, essas linhas para os carros já toda a gente as conhece.
... ... ...
Passados três dias.
Vereador do PS: O departamento leu aí nuns blogues de Direita que há pistas de bicicletas sem continuidade. O sr. Dr. Presidente foi confrontado com isso e tudo. É favor de apagar aquela que aparece aqui criticada.
Senhor Ramiro: Tivemos de fazer assim, para cumprir os kms de riscas no chão que o senhor vereador pretendia. Não havia outra hipótese. Mas podemos apagar aquelas linhas desnecessárias. São uns 2 km.
Vereador do PS: Nada disso. Apague só os 200 metros que foram criticados à frente do ministro. Pinte de preto por cima.
Senhor Ramiro: Mas então temos de comprar tinta preta.
Vereador do PS: Terá dinheiro para isso, mas só para os 200 metros.
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Conversa 100% ficcional e inventada. Construída com base na observação nas "pistas" de biblas criadas em Benfica nos últimos dias, e em que algumas foram pintadas de preto hoje. Giro.
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terça-feira, maio 12, 2009
cruzeiros ao perto
Ver um cruzeiro de grandes dimensões ao perto deve ser como estarmos a aproximarmo-nos de um planeta. Há um sentimento de insignificância óbvio. Mas uma sensação de massa física incrivelmente superior à nossa faz-nos querer aproximar. É uma espécie de força gravitacional que nos atrai. Uma visita ao Porto de Lisboa, ali para os lados do Cais de Alcântara, e o mundo parece que ganhou um dimensão diferente. É como passarmos de uma resolução de monitor do computador para outra. Cheguei ao Cais utilizador de uma resolução de 800pixels x 600; mal entrei no Terminal e observei de perto a imensidão do navio cruzeiro Norwegian Jade (ex-Pride of Hawaii), a imponência dos transportadores de contentores e a colecção de milhares de rectângulos metálicos mesmo ao lado do navio entrei na resolução 1280 x 1024.
O terminal de Alcântara tem uma imensidão de espaço vazio e plano entre o navio e a entrada para o edíficio alfândega. Dava para fazer um campo de futebol, tal é o caminho que os passageiros têm de percorrer, enquanto se desviam dos contentores que ocupam a parte esquerda deste cenário.
Do lado direito jaz a Ponte 25 de Abril (ex-Salazar), uma das grandes causadoras do barulho infernal que se vive por ali, também provocado pelo vento a chocar nos contentores e pelo mar picado. É um ambiente estranho e inóspito. Mesmo ao lado da ponte.
Os cruzeiros fascinam-me. Viajar pelo mar parece ser maravilhoso. E estar a pesquisar e ler coisas sobre cruzeiros só aumentou a vontade de participar num.
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mau urbanismo, com parvoíce se paga
Um parque de estacionamento em Benfica (Auto Silo – Benfica) parece ter a polícia no "bolso", como nos filmes de gangsters dos anos 50. Ao que parece "contratou" a polícia de trânsito para multar numa zona puramente residencial os residentes em três ou quatro ruas à volta do parque, isto porque o negócio não era famoso.
A reportagem do jornalista Jorge Flores (que acertou na muche) do Automotor explica tudo, bem explicadinho.
Multas por encomenda
O Presidente da Junta de Freguesia de Benfica acusa a PSP de multar e bloquear veículos em pacatos bairros residenciais por “encomenda” . De quem? Da empresa que gere o parque de estacionamento local. Parece uma “acção comercial”, lamenta o autarca local
Um condutor criticar a PSP depois de esta lhe ter multado e/ou bloqueado o automóvel é uma situação apenas corriqueira no agitado quotidiano das grandes cidades. Mais raro (e preocupante?) é quando o dedo acusatório é apontado por um responsável autárquico. Mas foi justamente isso que aconteceu na localidade de Benfica, em Lisboa.
Há poucas semanas, o presidente desta junta de freguesia, Domingues Alves Pires, viu-se confrontado com a fúria da população local, reunida às portas da autarquia. Qual o motivo? Simples: segundo gritavam, teria sido ele o mandatário dos autênticos raides que a Divisão de Trânsito da PSP havia feito, nos últimos dias, multando e bloqueando em pacatas zonas residenciais (a saber: Av. Gomes Pereira, Rua Dr. João de Barros, Rua Maria Pimentel Montenegro, Rua Coronel Santos Pedroso e Rua República Peruana).
Todos eles bairros onde a população estacionava “há mais de trinta anos sem quaisquer tipos de problemas”. Antes de mais, o autarca exigiu que lhe respondessem a uma pergunta: porque seria ele o responsável? De acordo com a resposta dos queixosos, o seu nome fora avançado pelos agentes da PSP, porventura para acalmar os ânimos, enquanto decorria a ofensiva bloqueadora...
“Caça à multa”, diz ele
Irritado com a difamação e também com a medida, que classifica de “caça à multa”, Domingues Alves Pires tratou de colar inúmeros “avisos” nas zonas em questão, onde explica, preto no branco, que estava contra esta iniciativa. E, depois, seguiu no encalço das explicações da PSP para o sucedido: “Tomei a iniciativa de entrar em contacto com as autoridades porque achei uma brincadeira de muito mau gosto desculparem-se com o meu nome. E também porque considero que teria sido muito mais útil uma acção de sensibilização junto destes moradores, avisando-os de que, a partir de determinada data, passariam a multar. Até porque o estacionamento ali é inofensivo. Estamos a falar de espaços com sete metros de largura que não incomodam ninguém. Eu próprio deixava lá o meu carro, antigamente. As pessoas nunca haviam passado por isto. É uma acção desproporcionada”, referiu-nos o responsável pela freguesia de Benfica. Teve direito a resposta. Mas o que se segue não deixa de ser um retrato alarmante do país...
ler mais aqui
A reportagem do jornalista Jorge Flores (que acertou na muche) do Automotor explica tudo, bem explicadinho.
Multas por encomenda
O Presidente da Junta de Freguesia de Benfica acusa a PSP de multar e bloquear veículos em pacatos bairros residenciais por “encomenda” . De quem? Da empresa que gere o parque de estacionamento local. Parece uma “acção comercial”, lamenta o autarca local
Um condutor criticar a PSP depois de esta lhe ter multado e/ou bloqueado o automóvel é uma situação apenas corriqueira no agitado quotidiano das grandes cidades. Mais raro (e preocupante?) é quando o dedo acusatório é apontado por um responsável autárquico. Mas foi justamente isso que aconteceu na localidade de Benfica, em Lisboa.
Há poucas semanas, o presidente desta junta de freguesia, Domingues Alves Pires, viu-se confrontado com a fúria da população local, reunida às portas da autarquia. Qual o motivo? Simples: segundo gritavam, teria sido ele o mandatário dos autênticos raides que a Divisão de Trânsito da PSP havia feito, nos últimos dias, multando e bloqueando em pacatas zonas residenciais (a saber: Av. Gomes Pereira, Rua Dr. João de Barros, Rua Maria Pimentel Montenegro, Rua Coronel Santos Pedroso e Rua República Peruana).
Todos eles bairros onde a população estacionava “há mais de trinta anos sem quaisquer tipos de problemas”. Antes de mais, o autarca exigiu que lhe respondessem a uma pergunta: porque seria ele o responsável? De acordo com a resposta dos queixosos, o seu nome fora avançado pelos agentes da PSP, porventura para acalmar os ânimos, enquanto decorria a ofensiva bloqueadora...
“Caça à multa”, diz ele
Irritado com a difamação e também com a medida, que classifica de “caça à multa”, Domingues Alves Pires tratou de colar inúmeros “avisos” nas zonas em questão, onde explica, preto no branco, que estava contra esta iniciativa. E, depois, seguiu no encalço das explicações da PSP para o sucedido: “Tomei a iniciativa de entrar em contacto com as autoridades porque achei uma brincadeira de muito mau gosto desculparem-se com o meu nome. E também porque considero que teria sido muito mais útil uma acção de sensibilização junto destes moradores, avisando-os de que, a partir de determinada data, passariam a multar. Até porque o estacionamento ali é inofensivo. Estamos a falar de espaços com sete metros de largura que não incomodam ninguém. Eu próprio deixava lá o meu carro, antigamente. As pessoas nunca haviam passado por isto. É uma acção desproporcionada”, referiu-nos o responsável pela freguesia de Benfica. Teve direito a resposta. Mas o que se segue não deixa de ser um retrato alarmante do país...
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terça-feira, abril 14, 2009
biblas lisboetas
Será que é agora que vou começar a andar mais de bicicleta? Talvez. Falta-me ainda comprá-la. Ou isso ou roubar a do meu irmão.
Lisboa: Mais 25 km de pistas para bicicletas
Há cada vez mais ruas na cidade com “tapetes cor de tijolo” esticados para a passagem das bicicletas. E a Câmara de Lisboa prevê, até Outubro de 2009, poder disponibilizar percursos cicláveis com uma extensão total aproximada de 25 quilómetros, unindo os principais espaços verdes da cidade, mas também áreas residenciais e empresariais. Se assim for, perto do fim do ano poder-se-á pedalar entre Carnide e Benfica, Benfica e Telheiras, Telheiras e Campo Grande, Campo Grande e Parque das Nações, Monsanto e Parque EduardoVII, Monsanto e Jardim do Arco do Cego (pela Duque d’Ávila) e Monsanto e Benfica (através da radial). Nessa altura estará também operacional, segundo o vereador Sá Fernandes, a ciclovia entre Belém e o Cais do Sodré.
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domingo, fevereiro 15, 2009
lisboa e os carros
Há muita gente em Lisboa. Há muitos carros em Lisboa. É certo. Mas obras a mais cansa. Especialmente quando não há necessidade de incomodar as pessoas, mas se incomoda na mesma. Descer até à Baixa chega a ser um exercício complicado. Ontem à tarde as faixas centrais da Av. da Liberdade estavam encerradas e a circulação tinha de ser feita nas faixas laterais (uma de cada lado) esburacadas, cheias de semáforos e obstáculos.
Resultado: Filas intermináveis junto ao Marquês de Pombal para descer para a Baixa - o facto de não haver semáforos na zona do Marquês não ajudou. As razões? Estavam a pintar a separação das faixas, coisa que demorou a tarde toda (fazer de manhãzinha ou de madrugada não deveria ser opção...).
Outra curiosidade lisboeta no que diz respeito aos carros é a ausência de estacionamento para residentes. De Benfica à Baixa, passando por Arroios, Anjos, Alto São João e afins não há lugares suficientes ou em condições para os residentes.
Os estacionamentos existentes foram feitos há 60 anos atrás, altura em que a maioria das pessoas não tinha carro - considerado um luxo. As juntas de freguesia, câmaras, governos e afins nunca planearam decentemente as cidades para uma altura em que a maioria tem e depende do carro - que mais não seja para sair da cidade ao fim-de-semana. Por isso, estacionamento em passeios, descampados cheios de lama, e afins tornou-se uma necessidade.
Lisboa também é perita em buracos. Agora com as grandes chuvadas aumentaram em 100%. Vi buracos gigantescos que danificaram vários carros. Curioso como em zonas como em Oeiras um buraco chega a durar horas... passado um bocado os serviços da Câmara municipal já estão a tapar e arranjar. Em Lisboa anuncia-se passados uns dias que o município vai gastar 7 milhões de euros a tapar buracos - demora bem mais a tapá-los e os anúncios não ajudam a evitar danificar carros.
Ainda sobre o tema: O Público sentiu-se descriminado por não ser convidado para um almoço com a imprensa hoje. Seria para discutir as alterações, devido às obras, no Terreiro do Paço.
Resultado: Filas intermináveis junto ao Marquês de Pombal para descer para a Baixa - o facto de não haver semáforos na zona do Marquês não ajudou. As razões? Estavam a pintar a separação das faixas, coisa que demorou a tarde toda (fazer de manhãzinha ou de madrugada não deveria ser opção...).
Outra curiosidade lisboeta no que diz respeito aos carros é a ausência de estacionamento para residentes. De Benfica à Baixa, passando por Arroios, Anjos, Alto São João e afins não há lugares suficientes ou em condições para os residentes.
Os estacionamentos existentes foram feitos há 60 anos atrás, altura em que a maioria das pessoas não tinha carro - considerado um luxo. As juntas de freguesia, câmaras, governos e afins nunca planearam decentemente as cidades para uma altura em que a maioria tem e depende do carro - que mais não seja para sair da cidade ao fim-de-semana. Por isso, estacionamento em passeios, descampados cheios de lama, e afins tornou-se uma necessidade.
Lisboa também é perita em buracos. Agora com as grandes chuvadas aumentaram em 100%. Vi buracos gigantescos que danificaram vários carros. Curioso como em zonas como em Oeiras um buraco chega a durar horas... passado um bocado os serviços da Câmara municipal já estão a tapar e arranjar. Em Lisboa anuncia-se passados uns dias que o município vai gastar 7 milhões de euros a tapar buracos - demora bem mais a tapá-los e os anúncios não ajudam a evitar danificar carros.
Ainda sobre o tema: O Público sentiu-se descriminado por não ser convidado para um almoço com a imprensa hoje. Seria para discutir as alterações, devido às obras, no Terreiro do Paço.
sábado, fevereiro 07, 2009
lisboa menina e travesti...
Conheço bem este bairro lisboeta ao pé do Conde Redondo e da Duque de Loulé onde não faltam prostitutas, prostitutos, travestis e transexuais - isto para além dos bares de strip e afins. É que vivi por lá nos meus primeiros anos em Lisboa. Tenho milhentas histórias sobre a zona, que até consegue ser relativamente pacata... um dia destes conto umas quantas, se me lembrar.
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segunda-feira, janeiro 26, 2009
adeus matilde...




A Praça de Espanha ficava mais bonita com as vacas da Moita a promover os Açores lá no meio, em pleno relvado lamacento. Pena é que não tivessem condições de vida plena, sempre a levaram com a chuva destes dias sem parar e com pouco espaço para passear (dormir ali deveria ser chatinho). O mais lamentável eram as torrentes de carro à volta delas. Era de evitar. Prejudica, claramente, a paisagem e o estilo de vida das senhoras vacas. Havia o grupo do Norte, eram três, onde estava a Marie Antoinette, a Victoria e a Elisabeth II. No grupo do Oeste havia a Clarissa, a Laura Brown, a Vanessa Bell e a Virginia Woolf. No grupo do Sul estavam a Miss Daisy Werthan, a Charlotte, a Nola Rice e a Matilde.
Acabei de passar pela Praça de Espanha e: estavam a tirar as vaquinhas todas!!
Duas carrinhas estavam por baixo do arco da Praça e levaram-nas. Volta Matilde!
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sábado, janeiro 10, 2009
há neve em lisboa, em 1945
"Campo Grande depois de um nevão, Lisboa, Janeiro de 1945, por Ferreira da Cunha
via Bic Laranja
Não houve neve nem em Lisboa, nem nas Caldas da Rainha, nem nos lugares prometidos, mas houve muito muito frio.
sexta-feira, novembro 28, 2008
tirou-me as palavras da boca
«De qualquer forma, parece-me obscena a forma abusiva como a TMN acampou as suas "tendas" publicitárias no Marquês de Pombal e na Praça do Comércio. A câmara pediu "iluminações de Natal", eles apresentaram "massificação comercial" em tons azul-bebé. A câmara pediu "elegância", eles confundiram com "ganância". São assim as indecorosas decorações de Natal na minha cidade.»
Miguel Somsen
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sexta-feira, novembro 21, 2008
sismo a brincar
Um sismo com a magnitude de 6.9 ocorreu hoje em Lisboa. Foram 10 os edifícios a virem totalmente abaixo e 995 com danos severos. Houve 525 mortos. Tudo isto é uma simulação de sismo, cujos dados pormenorizados dos danos (fictícios) podem ser vistos aqui.
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terça-feira, novembro 18, 2008
os contentores estão aí
Pelos vistos o Prós e Contras de hoje contou com um Miguel Sousa Tavares (contra) e um José Sá Fernandes assanhados (a favor dos contentores). Se temos que ter contentores porque não torná-los um local de cultura da cidade, juntando ainda tascas ao estilo do Bairro Alto. Se não podemos vencê-los, juntamo-nos aos contentores. Espaço por lá não falta! Sobre o assunto só a acrescentar o seguinte:
foto de André Vidal Pinheiro
Contentores
A carga pronta metida nos contentores
Adeus aos meus amores que me vou
P'ra outro mundo
É uma escolha que se faz
O passado foi lá atrás
Num voo nocturno num cargueiro espacial
Não voa nada mal isto onde vou
P'lo espaço fundo
Mudaram todas as cores
Rugem baixinho os motores
E numa força invencível
Deixo a cidade natal
Não voa nada mal
Não voa nada mal
Pela certeza dum bocado de treva
De novo Adão e Eva a renascer
No outro mundo
Voltar a zero num planeta distante
Memória de elefante talvez
O outro mundo
É a escolha que se faz
O passado foi lá atrás
E nasce de novo o dia
Nesta nave de Noé
Um pouco de fé
de Xutos e Pontapés
Adeus aos meus amores que me vou
P'ra outro mundo
É uma escolha que se faz
O passado foi lá atrás
Num voo nocturno num cargueiro espacial
Não voa nada mal isto onde vou
P'lo espaço fundo
Mudaram todas as cores
Rugem baixinho os motores
E numa força invencível
Deixo a cidade natal
Não voa nada mal
Não voa nada mal
Pela certeza dum bocado de treva
De novo Adão e Eva a renascer
No outro mundo
Voltar a zero num planeta distante
Memória de elefante talvez
O outro mundo
É a escolha que se faz
O passado foi lá atrás
E nasce de novo o dia
Nesta nave de Noé
Um pouco de fé
de Xutos e Pontapés
segunda-feira, novembro 17, 2008
mobcarsharing
Chama-se Mobcarsharing, já existe noutros países e é a nova aposta (agora é semi-aposta) da Carris para reduzir o uso automóvel na cidade. Para já é apenas para uma minoria minúscula, resta saber se vai ser generalizado.
É curiosa a perspectiva de que partilhar o carro com outras pessoas permite poupar dinheiro. Outra vantagem do serviço é não ter de aturar as vigarices de muitos taxistas. Por isso mesmo deveriam criar este sistema no aeroporto... Isso é que era.
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sexta-feira, novembro 07, 2008
há lodo no cais... do metro
Viajar de metropolitano por Lisboa, nos dias que correm, é tão emocionante quanto há dois ou três anos, ou mesmo há 6 ou 7 anos, com uma pequena diferença: custa o dobro e demora mais tempo... modernices.
O Metro de Lisboa decidiu há já algum tempo obrigar todos os seus clientes a utilizarem um cartão recarregável (não há outra opção, ou compras o cartão ou vais a pé - o que não é má solução!).
Isso faz com que todos os dias, existam pessoas ainda não familiarizadas com o processo ou que utilizam com pouca frequência o Metro que compram a viagem e respectivo cartão, que tem o custo simpático de 50 cêntimos.
Porque é que compram a viagem e o cartão vezes sem conta, se for necessário? Simples. O Metro já não vende só a viagem a não ser que reutilizes um cartão que já adquiriste noutra altura. Mas aí há outro problema!
Imagina: compraste uma viagem e um cartão há três meses, quando utilizaste os serviços do Metro pela última vez. Voltas a precisar e tens na tua posse o cartão que te custou 50 cêntimos (vá lá não te esqueceste dele, nem o deitaste fora por falta de utilização)!
Até aqui tudo bem, pensas: "desta vez não me enganam eles". Colocas o cartão (que é de papel e se estraga com muita facilidade) na ranhura (faz um pouco de força que aquilo entra mal, mas não estragues o cartão senão pagas outro que te lixas). Finalmente podes carregar a viagem e seguir caminho de Entrecampos até ao Marquês de Pombal (são quatro estações, coisa rápida), pensas. Carregas agora no bilhete simples e o sistema indica-te:
"Cartão inválido"
Ó diabo (não é o vermelho que entrou no relvado no último Benfica-FC Porto)! Tentas novamente e nada. Lembras-te: "tenho aqui outro cartão que já tem seis meses, vou tentar". Pegas no cartão mais antigo e colocas na ranhura. Repetes o procedimento já a pensar (ainda vou ter de comprar outro cartão!). Carregas no bilhete simples e o sistema indica-te:
"Saldo 23 cêntimos [afinal ainda tenho dinheiro, espectáculo]; Recarregar?" Agora vais pressionar o ecrã táctil na parte do recarregar.
Já está? Não! Agora ele dá-te quantias à escolha. Simpático hein, isto quando eu queria era a porra de uma viagem, mais nada. Quais são as quantias?
2€
5 €
10€
20€
Xiii... pagar dois euros quando não só quero uma viagem entre quatro estações e não penso viajar no futuro breve irrita, mas não é opção porque só tens 1,40 € em moedas.
Solução?
Pagar o 1,30 € pela viagem simples mais o malfadado cartão, outra vez!
E viva estas modernices canalhas em Portugal!! Viva!!
Poupar papel? A ideia é mais meter o máximo possível ao bolso.
O Metro de Lisboa decidiu há já algum tempo obrigar todos os seus clientes a utilizarem um cartão recarregável (não há outra opção, ou compras o cartão ou vais a pé - o que não é má solução!).
Isso faz com que todos os dias, existam pessoas ainda não familiarizadas com o processo ou que utilizam com pouca frequência o Metro que compram a viagem e respectivo cartão, que tem o custo simpático de 50 cêntimos.
Porque é que compram a viagem e o cartão vezes sem conta, se for necessário? Simples. O Metro já não vende só a viagem a não ser que reutilizes um cartão que já adquiriste noutra altura. Mas aí há outro problema!
Imagina: compraste uma viagem e um cartão há três meses, quando utilizaste os serviços do Metro pela última vez. Voltas a precisar e tens na tua posse o cartão que te custou 50 cêntimos (vá lá não te esqueceste dele, nem o deitaste fora por falta de utilização)!
Até aqui tudo bem, pensas: "desta vez não me enganam eles". Colocas o cartão (que é de papel e se estraga com muita facilidade) na ranhura (faz um pouco de força que aquilo entra mal, mas não estragues o cartão senão pagas outro que te lixas). Finalmente podes carregar a viagem e seguir caminho de Entrecampos até ao Marquês de Pombal (são quatro estações, coisa rápida), pensas. Carregas agora no bilhete simples e o sistema indica-te:
"Cartão inválido"
Ó diabo (não é o vermelho que entrou no relvado no último Benfica-FC Porto)! Tentas novamente e nada. Lembras-te: "tenho aqui outro cartão que já tem seis meses, vou tentar". Pegas no cartão mais antigo e colocas na ranhura. Repetes o procedimento já a pensar (ainda vou ter de comprar outro cartão!). Carregas no bilhete simples e o sistema indica-te:
"Saldo 23 cêntimos [afinal ainda tenho dinheiro, espectáculo]; Recarregar?" Agora vais pressionar o ecrã táctil na parte do recarregar.
Já está? Não! Agora ele dá-te quantias à escolha. Simpático hein, isto quando eu queria era a porra de uma viagem, mais nada. Quais são as quantias?
2€
5 €
10€
20€
Xiii... pagar dois euros quando não só quero uma viagem entre quatro estações e não penso viajar no futuro breve irrita, mas não é opção porque só tens 1,40 € em moedas.
Solução?
Pagar o 1,30 € pela viagem simples mais o malfadado cartão, outra vez!
E viva estas modernices canalhas em Portugal!! Viva!!
Poupar papel? A ideia é mais meter o máximo possível ao bolso.
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domingo, setembro 21, 2008
eléctricos pela cidade
Lisboa está a apostar nos eléctricos, ainda bem, finalmente!! Devia pensar fazer o mesmo relativamente à motos eléctricas! Sobre o estacionamento gratuito de 30 minutos para veículos eléctricos, já existe em Londres esse sistema, amplamente noticiado, e que vai muito além dos 30 minutos. E em Londres os carros eléctricos (ainda de autonomia muito reduzida, longe do que se espera cheguem a Portugal em 2010/11) já são muitos...
Espero é que se aposte realmente nisto, com dinâmica e vontade, e não se procure apenas e só ganhos políticos.
Câmara ainda vai decidir que outros veículos serão abrangidos pelo desconto
Lisboa: carros "verdes" com benesse de 30 minutos no estacionamento
A Câmara Municipal de Lisboa vai fazer descontos no estacionamento aos carros menos poluentes, A ideia, que foi anunciada durante a Semana Europeia da Mobilidade que está a decorrer, passa por criar um dístico verde que atribua, pelo menos aos veículos a gás e eléctricos, 30 minutos de parqueamento grátis nos lugares tarifados à superfície.
EDP instala pontos carregamento veículos eléctricos em Lisboa
A EDP, em parceria com a Câmara Municipal de Lisboa e a Lisboa E-Nova, vai instalar, no âmbito da Semana da Mobilidade, pontos de carregamento para veículos eléctricos em vários locais da cidade de Lisboa.
Os pontos de carregamento dos veículos eléctricos WattDrive vão estar situados, nos dias 20, 21 e 22 de Setembro, nos Jerónimos, no Marquês de Pombal, na Rua dos Sapateiros, junto ao Rossio, na Praça de Londres, na Rua António Maria Cardoso, junto ao Chiado e na Rua Domingos Sequeira, na Estrela.
Os acessos aos pontos de carregamento são gratuitos e estarão abertos entre as 10h00 e as 19h00 horas, existindo no local uma equipa de apoio da EDP para esclarecer o condutor e ajudá-lo no carregamento do veículo. A iniciativa da EDP insere-se na Semana da Mobilidade, que este tem como tema Ar puro para todos
Governo prepara legislação
Carros eléctricos como incentivo ao desenvolvimento
Está a ser planeado um enquadramento fiscal de incentivo à compra dos inovadores veículos, que devem chegar ao mercado entre 2009 e 2010. Do lado das vantagens contam-se a redução de emissões de dióxido de carbono, a menor dependência externa do petróleo e os baixos custos de funcionamento.
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sábado, setembro 20, 2008
boas notícias para o presente e futuro
A medida é excelente para a cidade, o que é curioso é que já existe em diversas cidades deste país, há vários anos, o que demonstra que Lisboa, a capital do país, anda longe de ser a cidade mais inovadora, dinâmica e bem gerida do país... No Algarve isto já existe há algum tempo e até nas Caldas da Rainha se verifica o mesmo sistema, igual.
A medida para Lisboa:
A secretaria de Estado dos Transportes lembrou-se de implementar uma rede de autocarros nocturnos (são dois) intitulada Night Bus, que visa oferecer um serviço gratuito de forma a reduzir o trânsito nas zonas de saídas nocturnas e diminuir a sinistralidade nocturna (ver aqui). "Os objectivos são ter uma maior utilização dos transportes, uma diminuição forte da sinistralidade rodoviária e uma melhoria da gestão da circulação e do estacionamento da cidade de Lisbo", disse a secretária de Estado Ana Paula Vitorino na apresentação do novo serviço, orçado em 1,5 milhões de euros, mas sem custos para o Estado já que a maior parte vai ser suportado por patrocínios e apoios dos estabelecimentos nocturnos.
A medida para Lisboa:
A secretaria de Estado dos Transportes lembrou-se de implementar uma rede de autocarros nocturnos (são dois) intitulada Night Bus, que visa oferecer um serviço gratuito de forma a reduzir o trânsito nas zonas de saídas nocturnas e diminuir a sinistralidade nocturna (ver aqui). "Os objectivos são ter uma maior utilização dos transportes, uma diminuição forte da sinistralidade rodoviária e uma melhoria da gestão da circulação e do estacionamento da cidade de Lisbo", disse a secretária de Estado Ana Paula Vitorino na apresentação do novo serviço, orçado em 1,5 milhões de euros, mas sem custos para o Estado já que a maior parte vai ser suportado por patrocínios e apoios dos estabelecimentos nocturnos.
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domingo, setembro 14, 2008
há dinheiro em portugal
A julgar por esta reportagem do Público no edifício forte da Esegur, há dinheiro em Portugal! Viva! Pena ser fechado a sete chaves e só para alguns ou algumas empresas, neste caso. Mesmo assim é bom saber que ele anda por aí... mais ou menos.
O interior da maior casa-forte privada no país
Raquel de Almeida Correia - Público
À vista de todos, mas acessível a muito poucos, o maior cofre privado do país não dorme, nem sequer se arrisca a fechar os olhos por escassos segundos.Pertence à empresa de transporte de valores Esegur e foi concebido para guardar a fortuna das maiores empresas do país. Os 5.300 metros quadrados suspensos no ar abrem diariamente as portas a 40 milhões de euros.
Do exterior, perante um grande armazém de tijolo e metal, ninguém imagina o que as paredes de um metro de espessura escondem. Instalada numa zona industrial em Lisboa (escolhida pelas características rochosas do solo, que dificultam as tentativas de assalto subterrâneo, e pela distância em relação aos edifícios vizinhos), a casa-forte da Esegur é o porto seguro dos valores do banco BPI, da operadora móvel Vodafone, dos CTT e do grupo Sonae (proprietário do PÚBLICO), entre muitos outros.
No interior, tudo muda. Há portas blindadas, 300 câmaras de vigilância e dinheiro, muito dinheiro por todo o lado. Não há nenhum cheiro, cor ou textura específicos. Apenas uma brisa fria, que atravessa as diferentes salas. A ausência de janelas e o excesso de humidade obrigam a manter o ar-condicionado a baixas temperaturas. Talvez por isso (ou talvez pela dimensão, física e psicológica, do espaço) se sinta um arrepio na espinha ao atravessar a porta que lhe dá acesso.
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domingo, setembro 07, 2008
the great american disaster
Chama-se The Great American Disaster (ver site) e é um restaurante no meio de Lisboa, com uma vista espectacular para o Marquês de Pombal, com decoração integralmente americana dos anos 50. Fica bem escondido e por isso não tem confusão. Os preços não são muito baixos, mas para o que é até é em conta (bem mais baratos do que o Hard Rock Cafe). Mal entrei senti estar a entrar no cenário do filme Regresso ao Futuro... a música é a condizer e tudo. Os hamburgueres são deliciosos, não tem é muita variedade, o que é pena. Bebi ainda um milkshake de chocolate, agradável mas sem deslumbrar, e comi para sobremesa uma tarte de maça com gelado incrível (pena ser um bocado cara). Uma descoberta lisboeta.
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sábado, setembro 06, 2008
transportes públicos crescem em público *
Afinal os transportes públicos estão a ganhar adeptos, o que é digno de nota. Curiosamente, no trânsito caótico de Lisboa não se tem notado. Continuam os engarrafamentos, os carros em segunda fila por sistema e a qualquer hora em várias ruas e avenidas da cidade, os acidentes estúpidos...
Transportes públicos ganham novos clientes
Tráfego em suburbanos e interurbanos até Junho está ao nível mais alto dos últimos seis anosNo metro do Porto, há mais 5500 passageiros diários do que há um ano, em média. Há cada vez mais condutores a deixar o carro em casa e a utilizar transportes públicos. O sistema ferroviário registou, no primeiro semestre, o volume mais elevado de passageiros dos últimos seis anos e o metro ganhou clientes. De acordo com dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística, o tráfego total em comboios suburbanos e interurbanos atingiu 79,7 milhões de passageiros, no primeiro semestre. Este valor não só representa um crescimento de 1,4%, em termos homólogos, como é necessário recuar seis anos nos registos do INE para encontrar um volume total de passageiros mais elevado, até Junho (81,5 milhões, em 2002).
* pena que não tenham crescido ainda o suficiente em qualidade!
Transportes públicos ganham novos clientes
Tráfego em suburbanos e interurbanos até Junho está ao nível mais alto dos últimos seis anosNo metro do Porto, há mais 5500 passageiros diários do que há um ano, em média. Há cada vez mais condutores a deixar o carro em casa e a utilizar transportes públicos. O sistema ferroviário registou, no primeiro semestre, o volume mais elevado de passageiros dos últimos seis anos e o metro ganhou clientes. De acordo com dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística, o tráfego total em comboios suburbanos e interurbanos atingiu 79,7 milhões de passageiros, no primeiro semestre. Este valor não só representa um crescimento de 1,4%, em termos homólogos, como é necessário recuar seis anos nos registos do INE para encontrar um volume total de passageiros mais elevado, até Junho (81,5 milhões, em 2002).
* pena que não tenham crescido ainda o suficiente em qualidade!
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segunda-feira, setembro 01, 2008
o que se ouve a caminho de algum sítio...
Maximo Park é a minha banda preferida para ouvir no carro quando ando no dia-a-dia por Lisboa. Mas depois de durante um ano a ouvir sistematicamente (alternando com outras coisas de vez em quando), chegou a vez de parar. Agora tenho ouvido o novo álbum dos Foo Fighters, Echoes, Silence, Patience & Grace, que é incrivelmente completo e forte. Consegue ter rockalhadas fabulosas, como o incrível The Pretender (como se vê no videoclip em baixo) e canções muito introspectivas e calmas, juntando ainda outras com uma sonoridade muito próxima dos Beatles! Até a voz do Dave Grohl parece a de John Lennon, em certas partes.
Tenho ainda posto a passar nas colunas do transporte diário Jamiroquai (o novo album), a banda sonora de Sweeney Todd (para ouvir o Johnny Depp) e voltei a ouvir a melhor banda de todos os tempos, e arredores: os Tenacious D (a banda sonora do filme da banda formada por Jack Black e Kyle Gass).
Tenho ainda posto a passar nas colunas do transporte diário Jamiroquai (o novo album), a banda sonora de Sweeney Todd (para ouvir o Johnny Depp) e voltei a ouvir a melhor banda de todos os tempos, e arredores: os Tenacious D (a banda sonora do filme da banda formada por Jack Black e Kyle Gass).
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