segunda-feira, abril 04, 2011

oi?

64 anos e nem um cabelo branco na cabeça, será possível? hoje vi um senhor que jura que não pinta o cabelo. olhando para ele dava-lhe 38 ou 40 anos, tem cara de índio e é luso-brasileiro. mistério....

PS: profissão: camionista

só pode melhorar

Passei parte das últimas 48 horas a ouvir pessoas diferentes, nas suas casas, a contarem um pouco do que pensam, do que esperam da vida, das condições que têm e do que sofrem. Curioso como algo profissional, se torna tão pessoal quando as estórias de vida têm uma voz e uma cara. É uma sensação estranha que me faz (re)pensar a forma como encaro a vida em geral e a categorização que vamos ocupando ao longo dos anos e das circunstâncias.
Solteiro, casado, viúvo, junto em união de facto, com ordenado chorudo, com reforma de 200 euros miserável, desempregado mas com sonhos, a idade, a escolaridade, o medo de perder o emprego, a satisfação total por receber a horas o ordenado, o número de pessoas com quem vivemos... As categorias não nos deviam definir, na verdade não definem totalmente, mas que condicionam profundamente, disso não tenho dúvidas, a julgar pelo que vou ouvindo - uns mais do que outros, umas nacionalidades/culturas mais do que outras.
O sorriso nos lábios de alguém, feliz por poder comunicar com outra pessoa que quer ouvir e dá alguma atenção é tão bonito como triste. Como dizem dois brasileiros (já com nacionalidade portuguesa) que conheci hoje, "a vida só pode melhorar, nem que seja por estarmos vivos e podermos continuar para a frente, a viver".

domingo, março 20, 2011

tight

Era noite cerrada e, em cinco minutos, começava oficialmente a Primavera. E o que é que ele fez? Foi dormir.

sábado, março 19, 2011

o meu 12 de março

A reportagem da manif, feita por mim, no âmbito de uma formação.





A manif em 8 minutos.

this is where dreams are made of



Sequência de um filme que marcou a minha infância: Os Exploradores. Deu-me mais legitimidade para sonhar e ser sonhador.

domingo, março 13, 2011

hoje foi assim

Eu vi este povo lutar



(bela canção de intervenção que faz sentido hoje, 12 de Março. não concordo com tudo, mas concordo com muito. para quem passou pelo 25 de Abril, já sentiu uma união popular única do país. para quem nasceu depois de 1974, hoje foi O Dia da união de uma boa parte do país, em torno de um tema que está a afectar todas as gerações, particularmente aquela que busca os primeiros passos numa profissão e se sente enganada pelos cursos superiores desajustados da realidade.
nunca pensei em ver tanta gente na rua. ainda para mais gente de idades tão díspares, com profissões e experiências tão diferentes - vi de avós a bebés, a serem levados pelos pais. vi patrões e vi desempregados. vi gente séria, cativante, interessante e com ideias e vi gente parva a tentar fazer da manifestação aquilo que ela não era. estive no meio da multidão com uma câmara na mão e a gravar para a posteridade.)


12 de Março.


Eu vi este povo a lutar
Para a sua exploração acabar
Sete rios de multidão
Que levavam História na mão

Sobre as águas calmas
Um vulcão de fogo
Toda a terra treme
Nas vozes deste povo

Mesmo no silêncio
Sabemos cantar
Povo por extenso
É unidade popular

Eu vi este povo a lutar
Para a sua exploração acabar
Sete rios de multidão
Que levavam História na mão

A fruta está podre
Já não se remenda
Só bem cozidinha
No lume da contenda

Nós queremos trabalho
E casa decente
E carne do talho
E pão para toda a gente

Eu vi este povo a lutar
Para a sua exploração acabar
Sete rios de multidão
Que levavam História na mão

Alça meu menino
Vê se te arrebitas
Que este peixe podre
Só é bom para os parasitas

Só a nosso mando
É que há liberdade
Vamos lá lutando
P’ra mudar a sociedade

the special one iii

O Real Madrid ganhou hoje em casa ao Hércules por 2-0 e Mourinho segue um recorde incrível:


  •  150ª partida consecutiva de Mourinho a jogar em casa numa Liga sem perder
  •  Registo actual: 150 jogos (125 vitórias e 25 empates)
  •  Balanço global, em casa (em seis equipas): 168 jogos (138 vitórias, 29 empates e 1 derrota!!!!!)

sexta-feira, março 11, 2011

baise-moi


Baise-Moi, originally uploaded by Rekanyari.

nail gun


Nail Gun, originally uploaded by Rekanyari.

todo o mundo é composto de mudança

Refúgio. Farto das redes sociais. Mas não me vejo livre delas. Farto daquela borbulha na zona do elástico do boxer, mas não há meio de me ver livre dela. Farto dos políticos, das Deolindas, dos Deolindos, das injustiças, da incerteza, do buraco do ozono, dos tsunamis e mesmo do cheiro a napalm pela manhã. Farto da ficção audiovisual, dos clichés, das tartarugas do trânsito, dos cabr*es desse pasto que é a estrada e das hipocrisias destes tempos de pornografia tecnológica. Farto de não estar farto e farto de estar. A insatisfação faz parte do ser humano e da vida humana em geral e a saturação vem com o território. Por isso, mudam os tempos, mudam-se as vontades...

sexta-feira, março 04, 2011

carnaval a sul

Carnaval no Brasil, em directo, via Youtube. Aqui

ideias... frescas e boas



Tributo à Katy Perry dos gajos da Universidade de Princeton, nos Estados Unidos. Legen... (wait for it) dary.

quarta-feira, fevereiro 23, 2011

emot's trips

Nas minhas muitas viagens pelo mundo inteiro, nas visitas a centenas de povos diferentes e na exploração de habitats muito distintos pude constatar que os homens são mais parecidos nos seus desejos, motivações, formas de reagir e nas fraquezas do que alguma vez podia imaginar.

emot, 2011.

mist.


bom dia.

denuded


denuded, originally uploaded by Miss Aniela.

retreading


retreading, originally uploaded by Miss Aniela.

look mommie, no arms...


Vai formosa e não segura. Vénus de Milo... ou melhor, representação da bela deusa grega Afrodite que ao longo do tempo perdeu os braços. Da imaginação do seu criador (não se sabe com certeza quem foi) ao realismo e dureza da passagem do tempo e do transporte da Grécia para Constantinopla resultou no aspecto actual.

Paris, Maio 2010.

sexta-feira, fevereiro 11, 2011

à volta do discurso do rei óscar

Concordo com o João Lopes sobre o mistério em torno do sucesso nas nomeações para os Óscares (tem 12!) do filme O Discurso do Rei, quando fala num telefilme britânico para o descrever. É um bom e convincente filme, com interpretações notáveis, mas falta-lhe uma consistência e intensidade dramática que está presente nas obras que me maravilham e entusiasmam.
Consegui ver muito mais disso no simples mas intenso 127 Horas, por exemplo, e ainda mais no thriller psicológico Cisne Negro ou no mais complexo e interessante do que possa parecer A Rede Social.

acidentes, labaredas e bola. um dia na capital

hoje vi pela primeira vez um carro em chamas em Lisboa. quem passou pelas 20h30 na Praça de Espanha teve a mesma visão: um Fiat Punto com a parte da frente completamente em chamas... os bombeiros vinham atrás de mim. havia muitos espectadores no passeio, ninguém a apagar as labaredas. para deixar o relato completo: não, não estava ninguém dentro do carro (estava tudo no mínimo a uns 20 metros).
passado duas horas, perto da av. lusíada um Porshe bateu contra uma mota potente (lamento, mas não deu para ver a marca) e a polícia cortou duas faixas.
reportagem feita, vou ali para o banho lavar os despojos de uma noite de bola onde até marquei três golos de belo efeito!

domingo, janeiro 16, 2011

the faith series #8


The faith series #8, originally uploaded by dhammza.

still thirsty


still thirsty, originally uploaded by hkvam.

Islândia e a sua beleza, crises económicas à parte.

semaphore


Semaphore, originally uploaded by Miss Aniela.

dreams

sábado, janeiro 15, 2011

modernices

Uma sala, uma televisão, três sofás, três pessoas, três computadores.

quarta-feira, janeiro 12, 2011

é bom saber, ou não

Salários mínimos mais altos, na UE, em 2009:
Luxemburgo - 1.642 euros brutos por mês
Irlanda - 1.462 euros
Bélgica - 1.387 euros
França - 1.321 euros

Últimos da lista
Lituânia - 232 euros
Roménia - 153 euros
Bulgária - 123 euros


Salários mínimos na União Europeia, em 2007: Bélgica (1.257 euros), Bulgária (92 euros), Espanha (666 euros), Eslováquia (217 euros), Eslovénia (522 euros), Estônia (230 euros), França (1.254 euros), Grécia (668 euros), Holanda (1.301 euros), Hungria (258 euros), Irlanda (1.403 euros), Letónia (172 euros), Lituânia (174 euros), Luxemburgo (1.570 euros), Malta (585 euros), Polônia (246 euros), Portugal (470 euros), República Checa (288 euros), Roménia (114 euros) e Reino Unido (1.361 euros).

terça-feira, janeiro 04, 2011

saudades dos doces


Do final de 2010.

terça-feira, dezembro 28, 2010

ensitel, ensihell

Ainda noutro dia falava no jantar de Natal, essa altura tão própria para discutir sobre o País, em como a origem dos problemas de Portugal parecia, às vezes, começar na Justiça. Se a Justiça não funcionar, de forma célere, dificilmente tudo o resto funciona.

Nem de propósito, uma das pessoas mais frontais e interessantes da blogosfera, ou não fosse responsável pelos Blogs do Sapo, a Jonasnuts, está a contas com problemas no departamento de liberdade de expressão. E tudo porque a empresa Ensitel a colocou em Tribunal, com o intuito de que a Justiça a obrigue a apagar posts onde ela relata factos que lhe sucederam na simples, mas que se revelou problemática, compra de um telemóvel na Ensitel (também opina sobre esses factos, naturalmente). Numa postura ridícula e que terá como único resultado prejudicar ainda mais a reputação da empresa, a Ensitel está-se a colocar num caminho muito complicado, até porque é uma empresa com alguma dimensão e vai ser notícia, da pior forma.
Eu sei bem onde nunca comprarei nada. 

Ler tudo aqui: ENSIHELL

sábado, dezembro 25, 2010

for you

Feliz Natal.

quarta-feira, dezembro 22, 2010

anti-convencional



O Chaplin faz-me sempre pensar no Natal, não sei bem porquê.

voltar a escrever

Lia há dias, algures no ciberespaço, que os blogs estão a morrer com o florescer das redes sociais como Facebocas e Twitter. Sou daqueles que pensa que existe um lugar para os blogs, mas com menos vídeo, menos imediatismo e mais como espaço de reflexão, para colmatar o desejo de contar uma história que todos, ou quase todos, temos. Pode ser exagerada, a comparação, mas os blogs parecem ser os livros deste ciberespaço e as redes sociais mais imediatas são como o Telejornal ou a imprensa diária, são informações do dia, do momento, que passado uns dias vão para o lixo.

quinta-feira, dezembro 09, 2010

There's something about Mary.

terça-feira, novembro 23, 2010

há ahrte no mundo



Do fotógrafo Richard Avedon, com a modelo Stephanie Seymour. Tirada em Nova Iorque, em 1992.

sábado, novembro 20, 2010

coincidências


É em Israel que jaz o túmulo de Harry Potter, soldado britânico morto em combate, em 1939, aos 19 anos, quando Inglaterra controlava a Palestina. E não, não há relação com a personagem dos livros e filmes.

quarta-feira, novembro 03, 2010

há objectos mágicos no mundo


Objectos mágicos, em Porto Côvo, Portugal.

um dia, mais um

"Are you ready to face the enemy?"


A frase, do filme Quatro Casamentos e um Funeral, foi dita em contexto de noivo ir para o casamento. Hoje, para mim é adequada ao acto de acordar e estar preparado para o dia que se avizinha.
Bom dia, sem Mokambo.

sexta-feira, outubro 29, 2010

obcecado com o poder

Será que as notícias: PSD com maioria nas sondagens; e Sócrates já admite negociar o orçamento, têm uma relação directa? Eu aposto que sim.

Pinto de Sousa continua a ter esperança que em Maio, nas eleições antecipadas mais que prováveis, volte a enganar o país e ganhar. E, de certeza, que quer maioria absoluta. Mas, vai daí, talvez esteja enganado.

segunda-feira, outubro 25, 2010

o mundo é uma ilha

A sensação mais surpreendente em ir pela 1ª vez a uma das ilhas portuguesas no Atlântico (Madeira) é a de que a terra não nos pertence, mesmo que tenhamos vivido uma vida inteira nela.
No Continente europeu é fácil perceber que estamos em locais habitados há muitos séculos, milénios mesmo. Existe muita terra por onde ir e temos sempre por onde continuar viagem. Quase que não acaba - só mesmo na Sibéria.
Madeira ou Açores, ou outra ilha assim, perdida no Oceano, vive rodeada de mar e qualquer uma destas ilhas vive mais condicionada pelo terreno acidentado, repleto de falésias, fajãs e afins. E vive ainda mais condicionada pelas condições climatéricas. A proximidade de avião e as coisas materiais tão portuguesas e semelhantes ao Continente não invalidam de que estamos num local longínquo e diferente, um prodígio da natureza, uma terra recente criada por vulcões e muito menos tocada pelo homem do que qualquer canto do continente europeu. Daí que perceba e não esqueça os homens que vi, sozinhos, junto à baía do Funchal, a contemplar durante um tempo sem fim o mar, o oceano, o horizonte. Quem vive numa ilha por mais voltas que dê acaba sempre a contemplar o mar.



Funchal, Setembro, 2010

segunda-feira, outubro 18, 2010

só há um sócrates, é este

Há muitos modos de viver a vida e de pensar nela. Sócrates, o verdadeiro, o antigo, o grego, tinha uma forma de ver a vida muito especial, mas que para mim fazia perfeito sentido. Pese embora as interpretações das palavras possam ser variadas, os princípios que regem as palavras deste homem filósofo que nunca escreveu nada que possamos ler, são aquilo que poderia e devia reger o pensamento humano geral e as sociedades.

Este excelente artigo do Guardian converte na perfeição e com uma facilidade espantosa, o pensamento Socrático para a actualidade. E não é que o senhor, qual autor da Bíblia, ao falar da sua sociedade, de então, parece que fala do vazio existencial que parece existir cada vez na sociedade ocidental?!

Socrates – a man for our times

"(...)
Socrates's problems were our own. He lived in a city-state that was for the first time working out what role true democracy should play in human society. His hometown – successful, cash-rich – was in danger of being swamped by its own vigorous quest for beautiful objects, new experiences, foreign coins.

The philosopher also lived through (and fought in) debilitating wars, declared under the banner of demos-kratia – people power, democracy. The Peloponnesian conflict of the fifth century against Sparta and her allies was criticised by many contemporaries as being "without just cause". Although some in the region willingly took up this new idea of democratic politics, others were forced by Athens to love it at the point of a sword. Socrates questioned such blind obedience to an ideology.
"What is the point," he asked, "of walls and warships and glittering statues if the men who build them are not happy?"  
What is the reason for living life, other than to love it?

For Socrates, the pursuit of knowledge was as essential as the air we breathe. Rather than a brainiac grey-beard, we should think of him as his contemporaries knew him: a bustling, energetic, wine-swilling, man-loving, vigorous, pug-nosed, sword-bearing war-veteran: a citizen of the world, a man of the streets.

According to his biographers Plato and Xenophon, Socrates did not just search for the meaning of life, but the meaning of our own lives. He asked fundamental questions of human existence. What makes us happy? What makes us good? What is virtue? What is love? What is fear? How should we best live our lives? Socrates saw the problems of the modern world coming; and he would certainly have something to say about how we live today.

He was anxious about the emerging power of the written word over face-to-face contact. The Athenian agora was his teaching room. Here he would jump on unsuspecting passersby, as Xenophon records. "One day Socrates met a young man on the streets of Athens. 'Where can bread be found?' asked the philosopher. The young man responded politely. 'And where can wine be found?' asked Socrates. With the same pleasant manner, the young man told Socrates where to get wine. 'And where can the good and the noble be found?' then asked Socrates. The young man was puzzled and unable to answer. 'Follow me to the streets and learn,' said the philosopher."

Whereas immediate, personal contact helped foster a kind of honesty, Socrates argued that strings of words could be manipulated, particularly when disseminated to a mass market. "You might think words spoke as if they had intelligence, but if you question them they always say only one thing . . . every word . . . when ill-treated or unjustly reviled always needs its father to protect it," he said.

When psychologists today talk of the danger for the next generation of too much keyboard and texting time, Socrates would have flashed one of his infuriating "I told you so" smiles. Our modern passion for fact-collection and box-ticking rather than a deep comprehension of the world around us would have horrified him too. What was the point, he said, of cataloguing the world without loving it? He went further: "Love is the one thing I understand."

The televised election debates earlier this year would also have given pause. Socrates was withering when it came to a polished rhetorical performance. For him a powerful, substanceless argument was a disgusting thing: rhetoric without truth was one of the greatest threats to the "good" society.
(...)"



Óbvio e incrível como a história se repete.

terça-feira, outubro 12, 2010

quem somos nós e o que fazemos aqui?

Há alturas do dia (é mais pela noite) em que me questiono: Onde é que nós virámos na curva errada?

Nunca percebi bem o saudosismo exagerado. Mas começo a perceber melhor porque ele surge com facilidade.

Já ouviram falar do Windows 2.0, 2.1, 3.0, 3.1, 95, 98, Me, NT, XP, Vista e 7? Do iPhone 1, 3, 4?
Já ouviram falar da 6.ª geração do Golf ou do restyling do Citroën C4 Picasso?
Já ouviram falar dos políticos profissionais 2.0 cheios de argumentos e marketing a nos venderem o seu produto, eles próprios?
Já ouviram falar nas novíssimas botas de couro mostarda cano baixo e abertura na frente do Marc Jacobs?

Perseguimos bens, empregos e uma vida que nos é vendida e promovida, mas que é irreal e muitas vezes vazia. E o preço dessa vida, muitas vezes, significa que nos vendemos e nos perdemos (a nossa essência).

Algures pelo caminho, numa das várias curvas do destino, chega a parecer que nos perdemos num excesso de capitalismo (ganância absoluta e premiada: «o dinheiro nunca dorme») e de cultura das vendas, da novidade constante e da respiração ao ritmo do marketing. Não que não tenham havido benefícios, vantagens e melhorias. Houve. Mas, nestes dias de crise financeira profunda e de falhanço óbvio das instituições que nos governam, dá vontade de questionar tudo. Incluindo as curvas que os nossos antepassados, ou os seus governantes, curvaram por nós, escolheram por nós.


Daí que citar esse grande poeta dos tempos modernos (nascido, eternizado e desaparecido nos anos 1990), Tyler Durden, nos dias que correm faça todo o sentido:

"You're not your job. You're not how much money you have in the bank. You're not the car you drive. You're not the contents of your wallet. You're not your fucking khakis. You're the all-singing, all-dancing crap of the world."


"God damn it, an entire generation pumping gas, waiting tables; slaves with white collars. Advertising has us chasing cars and clothes, working jobs we hate so we can buy shit we don't need. We're the middle children of history, man. No purpose or place. We have no Great War. No Great Depression. Our Great War's a spiritual war... our Great Depression is our lives. We've all been raised on television to believe that one day we'd all be millionaires, and movie gods, and rock stars. But we won't. And we're slowly learning that fact. And we're very, very pissed off."

quarta-feira, outubro 06, 2010

o poder do dinheiro

"[Sobre a vitória do mundo capitalista (os Estados Unidos) sobre o mundo socialista (Rússia) nos tempos da Guerra Fria]
Hoje, quem governa o mundo é um poder chamado o dinheiro. Esse poder enorme preocupa-se apenas com a sua própria multiplicação e não faz reinar no mundo os valores eternos da humanidade e da justiça.
"


Por instantes poderia parecer uma frase de Gordon Gekko, na sequela do filme Wall Street. Mas não, a citação é de José Hermano Saraiva

terça-feira, outubro 05, 2010

straddling bus




Inovações chinesas. Ver este conceito curioso (pensado para as cidades) de uma mistura entre autocarro (que utiliza as estradas) e comboio (anda sobre uns carris laterais especiais) que permite aos carros andarem por baixo dele faz pensar no TVG como algo do século passado. Esperem, o TGV é do século passado.