quarta-feira, dezembro 30, 2009
sábado, dezembro 26, 2009
evol - ution :: stuck
"she's got you high and you don't know yet"
Para abrilhantar a noite natalícia, mais um excelente pedaço de cinema, daqueles que nos fazem sentir algo, sentir vivos, inspirados e cheios de coisas. Nos fazem acreditar, por entre tristeza e alguma esperança. 500 Days of SUMMER.
Para abrilhantar a noite natalícia, mais um excelente pedaço de cinema, daqueles que nos fazem sentir algo, sentir vivos, inspirados e cheios de coisas. Nos fazem acreditar, por entre tristeza e alguma esperança. 500 Days of SUMMER.
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sexta-feira, dezembro 25, 2009
under pressure, under pressure
"The worst thing in life is ending up with people who make you feel all alone"
Do belíssimo filme World's Greatest Dad (Robin Williams ao seu melhor), ao som de Queen & David Bowie, UNDER PRESSURE!
"Why don't we give love?"
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quinta-feira, dezembro 24, 2009
consoadas mais cedo
A minha prima Betânia está a passar a consoada neste momento. Daqui a uns minutos já é meia noite onde está e pode abrir as prendas. Em Macau é assim.
quarta-feira, dezembro 23, 2009
a tradição ainda é o que era
O caos para estacionar e para comprar fosse o que fosse pelo Alegro esta tarde mantém a tradição tuga de comprar prendas à última da hora bem intacta. E eu que pensava que este ano já não havia nada disso... era só eu.
segunda-feira, dezembro 21, 2009
terça-feira, dezembro 15, 2009
domingo, dezembro 13, 2009
quarta-feira, dezembro 09, 2009
menina e moça
Olhar para Lisboa depois de passar por outras cidades grandes faz-me valorizar a beleza da cidade alfacinha. A Avenida da Liberdade iluminada com as luzes de Natal não fica muito atrás de Champs Elysées e Lisboa é uma cidade incrivelmente mais bonita do que Atenas.
terça-feira, dezembro 08, 2009
segunda-feira, dezembro 07, 2009
promessa de paris *
Torre Eiffel, ontem à noite. Com a presença da família parisiense! Tio Zé, tia Peta e o pimão Dé!
* cidade a visitar convenientemente em tempos próximos
metrópoles
Uma coisa é certa (ou quase certa), as grandes cidades estão sempre lá... Embora visitar agora seja bem diferente de ter visitado há 20 anos e ainda mais de visitar dentro de 20 anos.
coisas do dia a dia
Por um hotel de Paris, saio do elevador e na sala principal onde estão jornalistas de vários países europeus ouve-se Amália Rodrigues (passou um álbum inteiro)... Intrigado e sem encontrar portugueses à vista perguntei à recepcionista francesa quem é que estava a cantar. Respondeu: Amália Rodrigues, cantora portuguesa. Explicou que costumam por jazz, Sinatra, Cesária Évora e Amália no hotel. Passou o teste.
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domingo, dezembro 06, 2009
Αθήνα

O que vi da Acrópole de Atenas.
A Grécia é um país muito especial. Parece pouco europeu a vários níveis. A confusão, trânsito caótico, forma de conduzir sem qualquer cuidado mais parece Marrocos. Em Atenas também há algumas parecenças com cidades árabes, na forma de construção caótica, na sujidade nas ruas e na ausência de beleza nas várias ruas. É na antiguidade onde reside a beleza da cidade, nas ruínas e em alguns edifícios que se safam no meio do caos.
Fora da cidade a zona mais agradável é junto ao mar. A costa é muito recortada mas com bem menos encostas do que em Portugal. Não faltam ilhotas por todo o lado. É uma costa tipicamente mediterrânea.
Inesquecível é a frase que a recepcionista utilizou para definir os gregos. "Nós fazemos regras para as podermos desrespeitar".
Fora da cidade a zona mais agradável é junto ao mar. A costa é muito recortada mas com bem menos encostas do que em Portugal. Não faltam ilhotas por todo o lado. É uma costa tipicamente mediterrânea.
Inesquecível é a frase que a recepcionista utilizou para definir os gregos. "Nós fazemos regras para as podermos desrespeitar".
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segunda-feira, novembro 30, 2009
mr. peter jackson
É um dos tipos mais poderosos no meio desde há uns anos, em que realizou umas coisinhas chamadas Senhor dos Anéis. É argumentista, produtor, realizador, operador de câmara, perito em efeitos especiais e se for preciso actor. Chama-se Peter Jackson e vou agora ali a Madrid para falar com ele amanhã de manhã. Durante seis minutos tenho-o só para mim. Alguém tem perguntas?
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domingo, novembro 29, 2009
quinta-feira, novembro 26, 2009
isto
Isto. Não foi perfeito, não foi mau. Foi. Venha o próximo.
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sábado, novembro 21, 2009
maniche diz adeus
Bela entrevista de Maniche ao i (daria jeito ter um Maniche em forma no Mundial 2010):
Está a dizer adeus à selecção?
É novidade para vocês mas já o disse ao seleccionador. Manifestei-lhe a minha indignação e insatisfação com o que estava a acontecer. Sabia que tinha lugar. Não gosto de ficar no banco ou de fora, isso não é para mim, não apenas pelo passado mas pelo valor que sei que ainda tenho. Disse isso na cara da pessoa.
Está a dizer adeus à selecção?
É novidade para vocês mas já o disse ao seleccionador. Manifestei-lhe a minha indignação e insatisfação com o que estava a acontecer. Sabia que tinha lugar. Não gosto de ficar no banco ou de fora, isso não é para mim, não apenas pelo passado mas pelo valor que sei que ainda tenho. Disse isso na cara da pessoa.
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ainda se descobre ba
Give it to me straight from the heart...
It's coming straight from the heart
--
O meu bro de 14 anos parece eu quando tinha a idade dele e até quando era um pouco mais novo: adora ouvir Bryan Adams. Não pára de ouvir músicas dele no YouTube (eu nunca tive isso naquela altura). Permite recordar músicas que já não ouvia há anos.
PS: Recentemente numa bela mas muito curta entrevista com Robin Willims, o grande Oh Captain, my Captain, explicou que não fazia a mínima ideia quem era o BA (apesar de ele já ter feito bandas sonoras para dois filmes com William: Jack e Old Dogs (que estreia no final de Dezembro e foi o motivo da entrevista), para desespero do seu publicista e risada dos operadores de câmara.
It's coming straight from the heart
--
O meu bro de 14 anos parece eu quando tinha a idade dele e até quando era um pouco mais novo: adora ouvir Bryan Adams. Não pára de ouvir músicas dele no YouTube (eu nunca tive isso naquela altura). Permite recordar músicas que já não ouvia há anos.
PS: Recentemente numa bela mas muito curta entrevista com Robin Willims, o grande Oh Captain, my Captain, explicou que não fazia a mínima ideia quem era o BA (apesar de ele já ter feito bandas sonoras para dois filmes com William: Jack e Old Dogs (que estreia no final de Dezembro e foi o motivo da entrevista), para desespero do seu publicista e risada dos operadores de câmara.
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segunda-feira, novembro 16, 2009
in outeiro we talked about movies

Depois de Beverly Hills, uma passagem esta sexta-feira por Outeiro da Cabeça, perto de Torres Vedras. Curiosamente para falar com um local sobre filmes na RTP. E não se esteve mal...
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carros, velocidade e risadas
Os três da vida airada (Richard Hammond, James May e Jeremy Clarkson) voltaram este domingo, para nova temporada do inimitável Top Gear. Ainda hoje de manhã estava a ouvir dois tipos a falarem no programa como se fosse a coisa mais espectacular do mundo, guess what, it is!
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i aprende a ser céptica
A i anda por Gales a tirar lições importantes sobre ser jornalista em política e afins, como esta:
We must be:
- Nonsense detectors
- Bullshit detectors
- Political sewage engineers
- Political sewage purification mechanics
- Eternal sceptics (not cynics); that is,
- Moderately against everything
We must be:
- Nonsense detectors
- Bullshit detectors
- Political sewage engineers
- Political sewage purification mechanics
- Eternal sceptics (not cynics); that is,
- Moderately against everything
quinta-feira, novembro 12, 2009
be nice, and shake it twice
Nos junkets chega-se a conhecer pessoas curiosas, que estão na mesma situação do que nós mas têm culturas e backgrounds bem diferentes. Eis alguns dos achados da minha passagem breve por LA (sem nomes dos próprios):
Itália. Conheci no visionamento do primeiro filme a enviada da Vanity Fair de Itália. Curiosamente era uma escritora italiana e não jornalista. Pelos vistos a Vanity Fair gosta de enviar para estas entrevistas com estrelas de cinema escritores, com a expectativa que eles façam perguntas diferentes do habitual e escrevam uma reportagem com outros "sons" e sensações, acho que faz sentido. Embora não dominasse completamente o inglês, nem mesmo o filme, era daquelas pessoas interessantes, com muito para contar. Tinha acabado de vir de uma promoção de um dos seus livros à China (passou por Macau) e tinha sido incumbida de entrevistar a malta nova do filme Lua Nova - apesar de conhecer pouco dos livros e dos filmes.
Brasil. A viver em Nova Iorque há três anos esta jornalista é representante da Globo nos Estados Unidos e faz de tudo um pouco. A língua de Camões reconhece-se em qualquer lado e em LA não é excepção. Também pouco conhecedora dos meandros do sucesso tremento da saga Twilight, esta brasileira foi perguntando por informação do filme e dos actores e admitiu que em breve vai voltar para o Brasil, após o período nos States.
Inglaterra. Outro jornalista muito simpático e conversador era inglês e estava a representar, pela primeira vez, a Sky News. Trata-se de um jornalista em freenlance que conseguiu representar a Sky para este filme, mas que não estava muito habituado à televisão, tal como eu, portanto.
Holanda. Falador e metediço com as estrelas, o jornalista holandês era de uma boa disposição contagiante. Falava muito e num inglês perfeito. Tinha umas quantas histórias para contar.
Singapura, China, Austrália, etc. Não faltaram nacionalidades.
Itália. Conheci no visionamento do primeiro filme a enviada da Vanity Fair de Itália. Curiosamente era uma escritora italiana e não jornalista. Pelos vistos a Vanity Fair gosta de enviar para estas entrevistas com estrelas de cinema escritores, com a expectativa que eles façam perguntas diferentes do habitual e escrevam uma reportagem com outros "sons" e sensações, acho que faz sentido. Embora não dominasse completamente o inglês, nem mesmo o filme, era daquelas pessoas interessantes, com muito para contar. Tinha acabado de vir de uma promoção de um dos seus livros à China (passou por Macau) e tinha sido incumbida de entrevistar a malta nova do filme Lua Nova - apesar de conhecer pouco dos livros e dos filmes.
Brasil. A viver em Nova Iorque há três anos esta jornalista é representante da Globo nos Estados Unidos e faz de tudo um pouco. A língua de Camões reconhece-se em qualquer lado e em LA não é excepção. Também pouco conhecedora dos meandros do sucesso tremento da saga Twilight, esta brasileira foi perguntando por informação do filme e dos actores e admitiu que em breve vai voltar para o Brasil, após o período nos States.
Inglaterra. Outro jornalista muito simpático e conversador era inglês e estava a representar, pela primeira vez, a Sky News. Trata-se de um jornalista em freenlance que conseguiu representar a Sky para este filme, mas que não estava muito habituado à televisão, tal como eu, portanto.
Holanda. Falador e metediço com as estrelas, o jornalista holandês era de uma boa disposição contagiante. Falava muito e num inglês perfeito. Tinha umas quantas histórias para contar.
Singapura, China, Austrália, etc. Não faltaram nacionalidades.
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segunda-feira, novembro 09, 2009
in the 90`s
God damn right is a beautiful day
Muitas musicas antigas. Beverly Hills, tirando alguns carros mais moderno (todos artilhados com extras que nao existem em Portugal), parece viver um pouco ainda na decada de 90 ou mesmo 80, ate na banda sonora dos hoteis e centros comerciais (ja preparados para o Natal).
Nao ha revista que nao fale da saga Twilight, impressionante!
Muitas musicas antigas. Beverly Hills, tirando alguns carros mais moderno (todos artilhados com extras que nao existem em Portugal), parece viver um pouco ainda na decada de 90 ou mesmo 80, ate na banda sonora dos hoteis e centros comerciais (ja preparados para o Natal).
Nao ha revista que nao fale da saga Twilight, impressionante!
that's all folks
Está quase noite em LA. Aqui fica escuro mais depressa do que eu julgava... são 17h20.
As entrevistas, 10, no total, estão feitas. Como disse a uma das publicistas, That's all folks. Parece que foi tudo um sonho (o sono e o jet lag afectaram-me o dia, mas acho que me safei). Foi tudo tão intenso, lento e ao mesmo tempo rápido. Tanta coisa, tantas pessoas, tantas experiências e culturas diferentes.
Jornalistas da Singapura, Austrália, Itália, Brasil, Holanda, Polónia, México, Alemanha, Inglaterra (Sky), entre alguns outros. Conheci vários deles, troquei experiências, dicas, informação e opiniões. Muito enriquecedor, mas a sonolência de uma noite mal dormida e dos horários trocados faz com que tudo se pareça a diluir minuto a minuto. Já não me lembro de coisas fascinantes que ainda há pouco me lembrava.
Dos entrevistados os actores ingleses foram os mais porreiros. Robert Pattinson é um tipo tímido, calmo, boa onda e que deu um entrevistado curioso - percebe-se que ele não percebe de onde veio esta fama toda nem tão pouco a quer. Falámos de Portugal. Por isso mesmo ele reconheceu-me ainda agora e cumprimentou-me, quando passou pelo meu quarto com a sua longa entourage - as entrevistas de imprensa foram no meu andar, as de tv bem lá em cima, no 14º piso.
Michael Sheen, o outro britânico, é bem mais experiente. Deu a melhor entrevista do junket do New Moon. Tem opinião formada, sabe do que fala e tem uma experiência e carreira aliciante, o que ajuda. Ao lado de Sheen estava a talentosa mas pouco faladora Dakota Fanning. Uma adolescente bem nova ainda, com muito para dar no cinema mas nem por isso com grandes respostas.
Robin Williams é a animação em pessoa. É de uma energia incrível. Pode não responder bem à pergunta, mas dá sempre espectáculo com imitações. Fez-me a imitação de um português, conseguida graças ao facto de ter tido um babysitter brasileiro chamado Álvaro Pedroto.
Achei curiosa a distância das publicistas dos actores... com cuidado ao falarem com jornalistas, especialmente do filme Nova Lua, naturalmente mais mediático do que o Old Dogs.
As entrevistas, 10, no total, estão feitas. Como disse a uma das publicistas, That's all folks. Parece que foi tudo um sonho (o sono e o jet lag afectaram-me o dia, mas acho que me safei). Foi tudo tão intenso, lento e ao mesmo tempo rápido. Tanta coisa, tantas pessoas, tantas experiências e culturas diferentes.
Jornalistas da Singapura, Austrália, Itália, Brasil, Holanda, Polónia, México, Alemanha, Inglaterra (Sky), entre alguns outros. Conheci vários deles, troquei experiências, dicas, informação e opiniões. Muito enriquecedor, mas a sonolência de uma noite mal dormida e dos horários trocados faz com que tudo se pareça a diluir minuto a minuto. Já não me lembro de coisas fascinantes que ainda há pouco me lembrava.
Dos entrevistados os actores ingleses foram os mais porreiros. Robert Pattinson é um tipo tímido, calmo, boa onda e que deu um entrevistado curioso - percebe-se que ele não percebe de onde veio esta fama toda nem tão pouco a quer. Falámos de Portugal. Por isso mesmo ele reconheceu-me ainda agora e cumprimentou-me, quando passou pelo meu quarto com a sua longa entourage - as entrevistas de imprensa foram no meu andar, as de tv bem lá em cima, no 14º piso.
Michael Sheen, o outro britânico, é bem mais experiente. Deu a melhor entrevista do junket do New Moon. Tem opinião formada, sabe do que fala e tem uma experiência e carreira aliciante, o que ajuda. Ao lado de Sheen estava a talentosa mas pouco faladora Dakota Fanning. Uma adolescente bem nova ainda, com muito para dar no cinema mas nem por isso com grandes respostas.
Robin Williams é a animação em pessoa. É de uma energia incrível. Pode não responder bem à pergunta, mas dá sempre espectáculo com imitações. Fez-me a imitação de um português, conseguida graças ao facto de ter tido um babysitter brasileiro chamado Álvaro Pedroto.
Achei curiosa a distância das publicistas dos actores... com cuidado ao falarem com jornalistas, especialmente do filme Nova Lua, naturalmente mais mediático do que o Old Dogs.
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sábado, novembro 07, 2009
por terras do officer reyna
Acabei de acordar... Sao 8h41 em Los Angeles. Entrar nos Estados Unidos revelou.se duplamente mais dificil do que poderia imaginar. 3h retido nos Servicos de Imigracao do aeroporto, ao lado de mexicanos, chineses, eslovacos e afins que queriam passar uns tempos no pais. Eu vinha em trabalho, apenas por 2 dias. Ainda assim la acharam que um jornalista nao se pode incluir na categoria daqueles que veem em `Business` para o pais, precisa de outro papelinho que nao o verde, logo, segundo a sua respeitadora lei, teria de ficar a porta e nao poder entrar. `Because the law as to be fulfilled`. O officer Reyna (que nao reinou comigo nem um bocadinho... dono de um farfalhudo bigode e de uma careca a condizer - look muito usado entre os policias hispanicos - uma especie de alemao hispanico frio, orgulhoso e rigido), responsavel pela seccao, quis assustar/me... depois la disse que por ser a primeira vez no pais la me deixavam entrar. Mais 40min de papelada e pronto. Simpatico, portanto.
Depois, entrei no cenario de milhares de filmes... Los Angeles. E depois Beverly Hills. Vi do taxi o Hotel onde o Richard Gere mandou uma queca meiguinha a Julia Roberts, em Pretty Woman. O sinal de Beverly Hills, por onde Eddy Murphy passou no seu Chevy a cair aos bocados em Caca Policias. Rodeo Drive... Santa Monica Boulevard (como a Sheryl Crowe cantou numa das suas musicas mais famosas). Nao passei ainda por Venice Beach, onde o Jim (esse mesmo, o Morrison, passou muitos dos seus dias a escrever os seus poemas). Enfim... tudo muito plastico, mas uma especie de Quinta do Lago enorme e cenario de cinema ambulante.
Ja dormi... q.b. Acho q n acusei em demasia o enorme jet leg (8h). Passei, entretanto, pelo top floor do hotel de Beverly Hills para umas fotos e cruzei/me com o actor Robert Pattinson, da saga Twilight. Esse mesmo com quem vou falar amanha e que milhares de adolescentes (e n so) idolatram, inclusive esperam horas e horas na fila so para o ver la ao longe... loucura. Agora segue.se comida... senao o corpo e que paga.
Adios, ate porque se fala mais castelhano aqui do que outras linguas.
PS: Maezinha, como podes ver estou bem, mas ja tive uma aventura... o que e bom que da sempre historias para contar.
Depois, entrei no cenario de milhares de filmes... Los Angeles. E depois Beverly Hills. Vi do taxi o Hotel onde o Richard Gere mandou uma queca meiguinha a Julia Roberts, em Pretty Woman. O sinal de Beverly Hills, por onde Eddy Murphy passou no seu Chevy a cair aos bocados em Caca Policias. Rodeo Drive... Santa Monica Boulevard (como a Sheryl Crowe cantou numa das suas musicas mais famosas). Nao passei ainda por Venice Beach, onde o Jim (esse mesmo, o Morrison, passou muitos dos seus dias a escrever os seus poemas). Enfim... tudo muito plastico, mas uma especie de Quinta do Lago enorme e cenario de cinema ambulante.
Ja dormi... q.b. Acho q n acusei em demasia o enorme jet leg (8h). Passei, entretanto, pelo top floor do hotel de Beverly Hills para umas fotos e cruzei/me com o actor Robert Pattinson, da saga Twilight. Esse mesmo com quem vou falar amanha e que milhares de adolescentes (e n so) idolatram, inclusive esperam horas e horas na fila so para o ver la ao longe... loucura. Agora segue.se comida... senao o corpo e que paga.
Adios, ate porque se fala mais castelhano aqui do que outras linguas.
PS: Maezinha, como podes ver estou bem, mas ja tive uma aventura... o que e bom que da sempre historias para contar.
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quinta-feira, novembro 05, 2009
pela estrada escura
Sabe bem voltar a jogar à bola. O melhor momento é o regresso a casa, noite dentro. Com as avenidas, ruas, circulares vazias. Com a cidade em descanso, espaço para andar e deambular, mesmo no carro. Há um prazer escondido no meio do semi-escuro da estrada... do cavalgar os quilómetros, sem impedimentos, filas ou gente parva pelo meio. Que bom.
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frescas em la
Dentro de 24h este blog parte para longe, por poucos dias. O Frescas vai a LA, e se tudo correr bem eu vou com ele.
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domingo, novembro 01, 2009
quarta-feira, outubro 28, 2009
merdum
Já é quarta-feira? Raios, já é quarta-feira. De sábado aqui foi um pulinho. Um pulo de muitas horas e muitas coisas. Nada digno de nota e se foi não me lembro. A dormência que vem desde domingo ainda não acabou. Preciso de espevitamento e não espezinhamento.
Há alguém à janela. Quem é? Ah não, é na televisão. Estou todo baralhado. A sopa já a ingeri, tarde a más horas, falta o descanso mas...
Estou cansado demais para descansar.
Será isso possível? Parece que sim.
João, hey! emot, tu! Dorme e desperta, finalmente.
Há alguém aí? Eu estou aqui, mas não a 100%. Diria mesmo que quem escreve daqui é 30% da minha pessoa e o resto é dormência. As palavras escorrem, o sentido deve ser algum, já nem sei onde ia nem para onde ia. O melhor é deixar as palavras rolarem, é capaz de ser terapêutico... vamos ver onde isto vai dar, provavelmente à minha entrada no mundo dos sonhos enquanto teclo.
Tenho saudades de não teclar. Tenho saudades de comunicar pela escrita, com o punho. Li há uns dias um escritor qualquer a explicar porque ainda precisa de sentir as palavras a fluir da sua cabeça para o papel através da mão. Não conseguiria que as palavras fluíssem como habitualmente caso tivesse de teclar, diz ele. Consigo perceber essa perspectiva. Embora tecle há vários anos profissionalmente e pessoalmente, parece que quando escrevo no papel a coisa sai mais genuína, mais pura, mais fluída e mais "eu". Pode ser só um sensação parva, é certo, mas sinto que há qualquer coisa extra quando a minha mão esquerda "pronuncia" as palavras directamente para o papel.
Não tenho nada contra a minha mão direita, aliás, acho-a de grande utilidade. A direita é a mão bruta, sem grande jeito ou técnica e que é usada para situações de maior brutalidade. Assim protejo a menina dos meus olhos (a segunda menina, vá), a mão esquerda. É ela a tecnicista da família dos membros de emot. Já nos pés não posso dizer o mesmo. Jogo mais com o direito, embora houve um período em que chegava a jogar mais com o esquerdo.
Onde é que eu ia mesmo? Já não me lembro. Não há vontade de ler para trás, isso é para meninas! Siga em frente.
Ontem era terça-feira. O que é que eu fiz ontem? Uhmmmm. Pois, o costume. Ontem não havia trabalho extra ao final do dia, isso foi só hoje e segunda. Ontem era business as usual até ao final da noite, mas houve Sporting, que deu mais trabalho. Brrk. Ontem foi mais um dia de edição ao longo do dia. Nada que me satisfizesse muito, não está tal e qual eu queria... contingências.
Onde é que eu ia!? Esquece lá isso, pá.
Na televisão passa a série Chuck. Não é má, não é boa. É. Séries de televisão há muitas, nem isso tenho conseguido acompanhar como habitualmente (já nem faço de acompanhar na televisão).
Já repararam que quase ninguém vê televisão nas séries de televisão? Nas novelas não se via quando eu via novelas, hoje em dia deve ser da mesma forma. Anteontem vi a Catarina Furtado onde estou a trabalhar. Andava por lá. Olhou muito para mim, não me conhece. Sorriu. É simpática.
Eu já nem me lembrava que a única vez que a falei com ela foi no primeiro ano de faculdade. 1999. Jovem caldense à conquista de Lisboa, como "rezava" num livro sobre José Malhoa, o pintor caldense. Foi na Feira do Livro lisboeta. Ela andava por lá, aos 18 anos algum fascínio por ela, moderado. Ia com uns colegas de faculdade, na altura conhecia-os há pouco tempo. O tímido que sou deu lugar à personagem que já vesti tantas vezes enquanto jornalista. Ela estava a ver uns livros, fui lá ter com ela. Do que me lembro, acho que lhe pedi um autógrafo como desculpa para lhe fazer umas perguntas (não me lembro quais foram mas na altura eram coisas sobre as quais tinha muita curiosidade).
Isto dos autógrafos nunca foi coisa a que desse grande valor. Já pedi alguns a algumas pessoas, mas não sei onde andam... acho que já os perdi. Os únicos que sei onde estão, mais ou menos, são o autógrafo do Mourinho, pedido em Fevereiro em Milão (deu-me oportunidade de falar com ele sem os outros jornalistas à volta) e o autógrafo da Sheryl Crowe - esse foi o único em sessão de autógrafos e até esse foi para conversar (ela foi simpática, ainda me fez algumas perguntas sobre o país e tal e ainda tive de ouvir de uma fila de autógrafomaniacos a ralhar comigo). De resto, gostaria de saber onde anda o autógrafo do Dave Grohl. Esse foi obtido junto ao Chiado. Ele estava sentado no parapeito de uma loja à espera da namorada e estive à conversa com ele algum tempo, ao ponto dele se mostrar interessado sobre o que eu fazia e de me dar conselhos, que não foram muito úteis, mas valeu a intensa.
Todos os autógrafos que pedi foram apenas uma desculpa para poder falar com as pessoas em causa, fazer uma pergunta ou outra sobre a qual tinha curiosidade.
Mais recentemente poderia ter pedido autógrafo ao Ethan Hawke, em Londres, mas como a conversa fluiu logo nem foi preciso. Prefiro a memória de uma conversa com alguém que me cative bastante do que umas letras num pedaço de papel. Outra pessoa a quem não pedi autógrafo foi o inigualável Terry Jones, dos Monty Python. No entanto, a experiência em que me meti e meti o RAP com ele foi inesquecível.
Onde é que eu ia? Esquece lá isso. Já são 23h44. Irra. Ainda há pouco eram 23h30. 14 minutos foram com isto, irra. Será isto descanso? A cabeça pensa e as mãos teclam para o computador (por falar nisso, nota mental, quero comprar um novo). Será que a génese de um blogue é isto? A malta escrever os seus pensamentos desde o momento em que abre o "New Post" até que fecha com o "Publish Post"... Oh well. Onde é que eu vou mesmo? Ah, já sei, algures nos meus pensamentos. Já não sei o que pensar. É como sonhar... há momentos de pausa entre sonhos. São momentos brancos. Vou-me deitar? Apetece. Mas as mãos não deixam. Raios. Estou a estragar a merda dos posts deste blog. Estavam ali tão bonitinhos. O Perestrelo e as suas frases maravilha. A verdade é que ainda hoje me arrepiei por ouvir aquele homem que já não existe gritar golo... Oh well. 23h49. Antes da meia noite estou nos lençóis, o prometido é devido.
Alguém sabe o que vai na mente de José Pinto de Sousa (Sócrates para o resto do país) a estas horas da noite? Estou curioso. Pensa no governo e em como manter o poder os quatro anos do mandato? Pensa em como satisfazer a namorada Câncio? Ou será que se está a imaginar fora de política e o que poderia estar a fazer? Opto pela primeira hipótese. Já eu, em que é que estou a pensar? Nisto tudo. E em nada. Opto pela última hipótese. Estou cansado disto. Vou sonhar para a cama, que sonhar aqui faz doer as mãos e já passei o final do dia a teclar. Olha, o Bruno entrou no messenger. Está barbudo e vai para a Amazónia - não me importava. O meu primo André também anda pelo msn. Ele é o MAIOR tuga em toda a França e vai-se casar com uma lusa-francesa em 2010 ou 2011. O Dé é grande e merece tudo de bom, é a única coisa que me ocorre. Olha, falam de jornalistas da televisão. Que tema tão demode. Tão 1980. Seca. Ontem vi o José Fragoso, também num dos locais de trabalho, ou foi hoje? Conterrâneo das Caldas que foi meu director na TSF durante uns meses. Do que conheço (não é muito), gosto dele. Entrevistei-o há uns anos, ainda era muito verde como entrevistador. Porque é que a nossa memória preserva tanto quem aparece num ecrã ou quem é nosso familiar? Há quem prefira as pessoas que aparecem na televisão a um familiar, isso é giro... sociologicamente falando.
Merda, já passa da meia noite dois minutos. Prazo ultrapassado. já durmoooooo ofdkkfgjdoifdigjjdfsjgofdjgjdfjgfdjjg gfi jigj iiiiiiifuckio
Ai ai. Isto faz mal à saúde, um tipo escrever os pensamentos que passam para o blog. Isso lembra-me gente parva. Shô. Vá de recto satanás. Aqui só gente de boa fé. Será que isto resulta? Não me parece. Ronshi, dormi.
PS, já a dormir: quem no sábado vir o programa do provedor desafio-o a tentar perceber onde jaz ali algo relacionado com o filme Pulp Fiction e O Rei dos Gazeteiro (Ferris Bueller's Day Off).
Agora sim... ronchi... e ainda, acho que ainda não disse nenhuma vez (e daí talvez tenha dito): merda.
Há alguém à janela. Quem é? Ah não, é na televisão. Estou todo baralhado. A sopa já a ingeri, tarde a más horas, falta o descanso mas...
Estou cansado demais para descansar.
Será isso possível? Parece que sim.
João, hey! emot, tu! Dorme e desperta, finalmente.
Há alguém aí? Eu estou aqui, mas não a 100%. Diria mesmo que quem escreve daqui é 30% da minha pessoa e o resto é dormência. As palavras escorrem, o sentido deve ser algum, já nem sei onde ia nem para onde ia. O melhor é deixar as palavras rolarem, é capaz de ser terapêutico... vamos ver onde isto vai dar, provavelmente à minha entrada no mundo dos sonhos enquanto teclo.
Tenho saudades de não teclar. Tenho saudades de comunicar pela escrita, com o punho. Li há uns dias um escritor qualquer a explicar porque ainda precisa de sentir as palavras a fluir da sua cabeça para o papel através da mão. Não conseguiria que as palavras fluíssem como habitualmente caso tivesse de teclar, diz ele. Consigo perceber essa perspectiva. Embora tecle há vários anos profissionalmente e pessoalmente, parece que quando escrevo no papel a coisa sai mais genuína, mais pura, mais fluída e mais "eu". Pode ser só um sensação parva, é certo, mas sinto que há qualquer coisa extra quando a minha mão esquerda "pronuncia" as palavras directamente para o papel.
Não tenho nada contra a minha mão direita, aliás, acho-a de grande utilidade. A direita é a mão bruta, sem grande jeito ou técnica e que é usada para situações de maior brutalidade. Assim protejo a menina dos meus olhos (a segunda menina, vá), a mão esquerda. É ela a tecnicista da família dos membros de emot. Já nos pés não posso dizer o mesmo. Jogo mais com o direito, embora houve um período em que chegava a jogar mais com o esquerdo.
Onde é que eu ia mesmo? Já não me lembro. Não há vontade de ler para trás, isso é para meninas! Siga em frente.
Ontem era terça-feira. O que é que eu fiz ontem? Uhmmmm. Pois, o costume. Ontem não havia trabalho extra ao final do dia, isso foi só hoje e segunda. Ontem era business as usual até ao final da noite, mas houve Sporting, que deu mais trabalho. Brrk. Ontem foi mais um dia de edição ao longo do dia. Nada que me satisfizesse muito, não está tal e qual eu queria... contingências.
Onde é que eu ia!? Esquece lá isso, pá.
Na televisão passa a série Chuck. Não é má, não é boa. É. Séries de televisão há muitas, nem isso tenho conseguido acompanhar como habitualmente (já nem faço de acompanhar na televisão).
Já repararam que quase ninguém vê televisão nas séries de televisão? Nas novelas não se via quando eu via novelas, hoje em dia deve ser da mesma forma. Anteontem vi a Catarina Furtado onde estou a trabalhar. Andava por lá. Olhou muito para mim, não me conhece. Sorriu. É simpática.
Eu já nem me lembrava que a única vez que a falei com ela foi no primeiro ano de faculdade. 1999. Jovem caldense à conquista de Lisboa, como "rezava" num livro sobre José Malhoa, o pintor caldense. Foi na Feira do Livro lisboeta. Ela andava por lá, aos 18 anos algum fascínio por ela, moderado. Ia com uns colegas de faculdade, na altura conhecia-os há pouco tempo. O tímido que sou deu lugar à personagem que já vesti tantas vezes enquanto jornalista. Ela estava a ver uns livros, fui lá ter com ela. Do que me lembro, acho que lhe pedi um autógrafo como desculpa para lhe fazer umas perguntas (não me lembro quais foram mas na altura eram coisas sobre as quais tinha muita curiosidade).
Isto dos autógrafos nunca foi coisa a que desse grande valor. Já pedi alguns a algumas pessoas, mas não sei onde andam... acho que já os perdi. Os únicos que sei onde estão, mais ou menos, são o autógrafo do Mourinho, pedido em Fevereiro em Milão (deu-me oportunidade de falar com ele sem os outros jornalistas à volta) e o autógrafo da Sheryl Crowe - esse foi o único em sessão de autógrafos e até esse foi para conversar (ela foi simpática, ainda me fez algumas perguntas sobre o país e tal e ainda tive de ouvir de uma fila de autógrafomaniacos a ralhar comigo). De resto, gostaria de saber onde anda o autógrafo do Dave Grohl. Esse foi obtido junto ao Chiado. Ele estava sentado no parapeito de uma loja à espera da namorada e estive à conversa com ele algum tempo, ao ponto dele se mostrar interessado sobre o que eu fazia e de me dar conselhos, que não foram muito úteis, mas valeu a intensa.
Todos os autógrafos que pedi foram apenas uma desculpa para poder falar com as pessoas em causa, fazer uma pergunta ou outra sobre a qual tinha curiosidade.
Mais recentemente poderia ter pedido autógrafo ao Ethan Hawke, em Londres, mas como a conversa fluiu logo nem foi preciso. Prefiro a memória de uma conversa com alguém que me cative bastante do que umas letras num pedaço de papel. Outra pessoa a quem não pedi autógrafo foi o inigualável Terry Jones, dos Monty Python. No entanto, a experiência em que me meti e meti o RAP com ele foi inesquecível.
Onde é que eu ia? Esquece lá isso. Já são 23h44. Irra. Ainda há pouco eram 23h30. 14 minutos foram com isto, irra. Será isto descanso? A cabeça pensa e as mãos teclam para o computador (por falar nisso, nota mental, quero comprar um novo). Será que a génese de um blogue é isto? A malta escrever os seus pensamentos desde o momento em que abre o "New Post" até que fecha com o "Publish Post"... Oh well. Onde é que eu vou mesmo? Ah, já sei, algures nos meus pensamentos. Já não sei o que pensar. É como sonhar... há momentos de pausa entre sonhos. São momentos brancos. Vou-me deitar? Apetece. Mas as mãos não deixam. Raios. Estou a estragar a merda dos posts deste blog. Estavam ali tão bonitinhos. O Perestrelo e as suas frases maravilha. A verdade é que ainda hoje me arrepiei por ouvir aquele homem que já não existe gritar golo... Oh well. 23h49. Antes da meia noite estou nos lençóis, o prometido é devido.
Alguém sabe o que vai na mente de José Pinto de Sousa (Sócrates para o resto do país) a estas horas da noite? Estou curioso. Pensa no governo e em como manter o poder os quatro anos do mandato? Pensa em como satisfazer a namorada Câncio? Ou será que se está a imaginar fora de política e o que poderia estar a fazer? Opto pela primeira hipótese. Já eu, em que é que estou a pensar? Nisto tudo. E em nada. Opto pela última hipótese. Estou cansado disto. Vou sonhar para a cama, que sonhar aqui faz doer as mãos e já passei o final do dia a teclar. Olha, o Bruno entrou no messenger. Está barbudo e vai para a Amazónia - não me importava. O meu primo André também anda pelo msn. Ele é o MAIOR tuga em toda a França e vai-se casar com uma lusa-francesa em 2010 ou 2011. O Dé é grande e merece tudo de bom, é a única coisa que me ocorre. Olha, falam de jornalistas da televisão. Que tema tão demode. Tão 1980. Seca. Ontem vi o José Fragoso, também num dos locais de trabalho, ou foi hoje? Conterrâneo das Caldas que foi meu director na TSF durante uns meses. Do que conheço (não é muito), gosto dele. Entrevistei-o há uns anos, ainda era muito verde como entrevistador. Porque é que a nossa memória preserva tanto quem aparece num ecrã ou quem é nosso familiar? Há quem prefira as pessoas que aparecem na televisão a um familiar, isso é giro... sociologicamente falando.
Merda, já passa da meia noite dois minutos. Prazo ultrapassado. já durmoooooo ofdkkfgjdoifdigjjdfsjgofdjgjdfjgfdjjg gfi jigj iiiiiiifuckio
Ai ai. Isto faz mal à saúde, um tipo escrever os pensamentos que passam para o blog. Isso lembra-me gente parva. Shô. Vá de recto satanás. Aqui só gente de boa fé. Será que isto resulta? Não me parece. Ronshi, dormi.
PS, já a dormir: quem no sábado vir o programa do provedor desafio-o a tentar perceber onde jaz ali algo relacionado com o filme Pulp Fiction e O Rei dos Gazeteiro (Ferris Bueller's Day Off).
Agora sim... ronchi... e ainda, acho que ainda não disse nenhuma vez (e daí talvez tenha dito): merda.
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