sábado, setembro 03, 2005

katrina

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Incapacidade do Governo em atribuir fundos para minorar o risco
Furacão "Katrina": "media" previram tragédia há três anos
As consequências trágicas de um desastre como o furacão "Katrina" foram previstas há três anos pelos media. O maior jornal de Nova Orleães, o "Times Picayune", um programa da Rádio Nacional Pública e o "New York Times" afirmaram que centenas de milhares de vidas no Sul do estado do Luisiana estavam em perigo, se a região fosse atingida por grande furacão.
Nova Orleães: drenagem poderá demorar até 80 dias
Veja aqui o destaque do PÚBLICO de hoje
Veja aqui o dossier sobre o furacão "Katrina"

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Tropa chegou em força para repor ordem na cidade
"Os resultados não são aceitáveis", dizia o Presidente Bush no relvado da Casa Branca ontem de manhã, antes de embarcar numa visita às zonas devastadas pelo furacão Katrina. "Quero assegurar às pessoas das áreas afectadas e a este país que vamos empenhar os meios necessários e pôr a situação sob controlo", garantia.Durante as duas horas que durou o voo entre Washington e Mobile, no Alabama, as câmaras das estações de televisão começaram a mostrar em directo a mudança que se estava a operar na cidade de Nova Orleães.Dezenas de grandes camiões entravam na cidade carregados de água, numa fila que se prolongava por mais de dez quilómetros da Estrada 10. Colunas militares da Guarda Nacional progrediam pelas ruas alagadas carregadas de rações de combate. Carrinhas puxavam jetskis, outras barcos de recreio, num total de mais de 500, postos à disposição das equipas de socorro para procurarem sobreviventes na cidade.

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EUA recebem ajuda de dois milhões de barris de crude diários
Portugal vai emprestar aos EUA dois por cento das suas reservas de produtos de petróleo e, na sequência do aumento da cotação do produto refinado nos mercados internacionais, a Galp Energia irá subir hoje a gasolina em três cêntimos e o gasóleo em 1,5 cêntimos por litro.

WAVELAND, NO MISSISSÍPI DESAPARECEU DO MAPA
A localidade de sete mil habitantes foi totalmente submersa pela tempestade e ficou mais de 24 horas isolada do resto da região. Não sobrou nada e ninguém sabe se voltará a ressurgir dos destroços

UM REPÓRTER EM NOVA ORLEÃES ESCREVE NA PRIMEIRA PESSOA
Quem está desde segunda-feira nesta cidade já viu tudo, já viu de tudo. Viu água e pessoas por todo o lado, mas todas parecem estar no sítio errado. Às vezes, não é possível manter erguido o muro que deve separar o jornalista da história. Por Scott Gold, Nova Orleães
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