Um dia, o António Rebelo de Sousa emprestou-me um livro de um tal "António Gedeão". Estava a lê-lo no recreio (devia ter aí uns 13 anos) quando o professor Rómulo me interpelou: "estás a ler isso? O que achas, Cordeirito?". "Estou a adorar, professor!". "Hum!". E nada mais disse, designadamente que era ele, Rómulo, o António Gedeão da poesia. Soube-o mais tarde, por outras vias."
in há pessoas que nos marcam - 1
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