sexta-feira, outubro 14, 2005

joana de dor

[Supostamente a mãe terá morto a filha de uma forma macabra, limpado os restos e sangue da morte com pormenor. Esta mãe negligenciava a filha ao ponto de não a ter levada à escola (que não sabia onde era) no primeiro dia de aulas. Não a levar ao hospital quando a criança estava bem doente... tudo isso foi uma pessoa da mercearia, que teve pena da Joana, a fazer... Dói sentir tanta crueldade de uma pessoa, para com... uma criança (aparentemente calma, pacífica e profundamente triste)]

O jogo das emoções - opinião de Miguel Gaspar
O caso Joana mostra como a televisão prefere as emoções aos factos
O início do julgamento do caso Joana recolocou a justiça no primeiro plano da actualidade. É um caso que emocionou o País como poucos nos últimos anos. Algumas das suas características básicas são parecidas com o processo da Casa Pia. Nomeadamente a questão da brutalidade exercida contra menores, que aqui surge também ligada a uma questão sexual.

Além disso, em ambas as situações, o julgamento, o lugar onde é apurada a verdade, não gera a mesma excitação jornalística que a revelação pública do crime. Na quarta-feira, a sessão inaugural foi abertura em inúmeros telejornais. Ontem, o processo já estava diluído no caudal da actualidade.
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