Foto: Luis Enrique Ascui / Reuters
Muzaffarabad, Paquistão. A situação tende a complicar-se depois do sismo de há cinco dias.
A ajuda chega do céu
Quatro dias depois do sismo que devastou aldeias e cidades no Norte do Paquistão, a maioria das estradas da região continuam intransitáveis. Os pára-quedas são, assim, a maneira mais rápida de levar ajuda às populações mais afectadas, como é o caso dos habitantes de Muzaffarabad, a capital da Caxemira paquistanesa, onde 11 mil pessoas terão perdido a vida. Foto: T.Mughal/EPA
Quatro dias depois do sismo que devastou aldeias e cidades no Norte do Paquistão, a maioria das estradas da região continuam intransitáveis. Os pára-quedas são, assim, a maneira mais rápida de levar ajuda às populações mais afectadas, como é o caso dos habitantes de Muzaffarabad, a capital da Caxemira paquistanesa, onde 11 mil pessoas terão perdido a vida. Foto: T.Mughal/EPA
Uma mulher conforta a sua filha, que ficou ferida na sequência do sismo de 7,6 graus na escala aberta de Richter que abalou o Paquistão no sábado passado. De acordo com o balanço mais recente, o terramoto terá provocado pelo menos 40 mil mortos, 50 mil feridos e deixou quatro milhões de pessoas sem abrigo. As autoridades já encontraram 23 mil corpos. Foto: Olivier Matthys/EPA
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